:: 21.03.04 :: |
| A política econômica do governo Lula precisa ser mais ousada? |
Retomada ''Desde o final do 1º semestre de 2003, quando o
combate à inflação já apresentava resultados
exitosos, a Fiec defende a retomada do crescimento econômico,
o aumento da empregabilidade e o fortalecimento do mercado interno.
Lamentavelmente, vemos no início deste ano, ao invés do
'espetáculo do crescimento', a continuidade da política
monetarista, com o aumento da carga tributária e manutenção
das elevadas taxas de juros, as maiores do planeta. Essas variáveis
emperram o crescimento, impossibilitando o investimento do setor produtivo
no potencial extraordinário do mercado interno''. ''A política econômica colide frontalmente
com a promessa do então candidato Lula de gerar 10 milhões
de empregos. A retração do PIB é um termômetro
do que acontece na economia real. Dados do Sebrae mostram que nos últimos
dois anos, 900 mil empresas formais desapareceram. O desemprego cresce
Brasil afora. Há expectativa de que, até 2005, 31% das
pequenas e médias empresas fechem suas portas. A persistência
das altas taxas de juros, sem falar no excesso de tributos, funciona
como uma overdose medicamentosa: pode até debelar a doença,
mas arrisca matar o paciente. A política econômica deveria
ser mais socialmente responsável''.
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