Fortaleza, CE - segunda-feira, 01 de março de 2010

AIRM - ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELAÇÕES COM A MÍDIA - UNIDADE DE CLIPPING


FIEC
- Edilmar Norões - Por que o estaleiro?
- Egídio Serpa - Fiec, Cid e Luizianne
- Guia Industrial do Ceará 2010
- Roberto Macedo quer segundo mandato de presidente na Federação das Indústrias
- Microempresas nordestinas apostam no crescimento sustentável
- A Frase - Roberto Macêdo
- Sonia Pinheiro - DEBUT DE ROSEANE: CÔTÉ SOCIAL

SENAI
- Caleidoscópio - OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO

ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL
- Vertical S/A - UM CASE NO PORTFÓLIO

ADMINISTRAÇÃO FEDERAL
- Avanços construtivos

APICULTURA
- Fortalecimento da apicultura

CIC
- Lêda Maria - Liderança jovem
- Sociedade - Mulher, viva a mulher!
- Vertical - DIGA, PATROA!

ECONOMIA
- Indicadores Econômicos

FEDERAÇÕES DAS INDÚSTRIAS (BRASIL)
- Sônia Pinheiro - Em Sampa

FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA
- Egídio Serpa - Rolim: eólica na Copa
- Egídio Serpa - Paraíba contrata seu mapa eólico
- Obras da usina solar neste mês

INDÚSTRIA DE CONFECÇÕES
- Atacadistas querem atrair mais compradores nacionais

INDUSTRIALIZAÇÃO - CEARÁ
- Escola Técnica em Maracanaú terá núcleo de assistência médica

INFRA-ESTRUTURA
- Egídio Serpa - Centro de Eventos
- Prefeitura mobiliza tropa contra estaleiro no Serviluz

MEIO AMBIENTE
- Moradores de Guaramiranga com medo de deslizamentos

POLÍTICA
- Tasso surge como plano B tucano para vice de Serra
- Pesquisa enterra plano de Ciro, avaliam petistas

SEBRAE
- Sebrae realiza o XIV Encontro Internacional de Negócios

SINDICATO
- Sônia Pinheiro - CLIC

TRABALHO
- Fala leitor - Licença Maternidade
- Mediações de conflitos crescem 144,4% em 2009

TRIBUTAÇÃO
- Entrega da declaração do IR começa hoje

TRIBUTOS
- Economia diversa no Interior


DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ESTALEIRO
Edilmar Norões - Por que o estaleiro?
Em meio à polêmica envolvendo a localização do estaleiro, é oportuno e importante destacar o que, em artigo, disse o presidente da Fiec, Roberto Macedo. Depois de uma série de considerações, sempre mostrando a relevância deste projeto, inclusive sobre a apresentação feita pelo presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará, Antônio Bahalman, Macedo afirmou "não poder haver qualquer dúvida sobre a necessidade do empreendimento. Portanto, mais se justifica, que, pelos diferentes segmentos da sociedade, seja abraçada tão nobre causa. Até, por ser, fundamental para nossa economia".

Apoio

"Eventuais carências no projeto não devem ser apontadas como obstáculos à sua execução, mas apenas como tarefas a serem cumpridas para a sua viabilização, de modo a minimizar qualquer impacto negativo sobre a vida da cidade", disse ele.

Estaleiro III

Outro ponto a justificar a medida, lembra Macedo, "é porque 95% do comércio mundial é realizado por via marítima ou hidrovias, dependendo, assim, da produção contínua de navios dos mais variados portes e tipos".

Estaleiro IV

"O fato de o Brasil representar, hoje, menos de 1% na economia naval do mundo significa que existe um enorme potencial para a indústria de construção de navios no nosso País e, nela, o Nordeste, por isso precisamos do estaleiro", diz Macedo.

TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ESTALEIRO
Egídio Serpa - Fiec, Cid e Luizianne
Roberto Macedo, presidente da Federação das Indústrias do Ceará, reposicionou-se em relação à localização do Estaleiro Promar Ceará na área do Titanzinho-Serviluz. Segundo ele, "a construção do estaleiro enseja que Estado e Município se unam em ações de urbanização que resolvam os graves problemas sofridos pela comunidade do Serviluz". Ou seja, Macedo, que divergiu, pede agora que Cid Gomes e Luizianne Lins convirjam pelo estaleiro. E já!
TOPO

O POVO E DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
GUIA INDUSTRIAL DO CEARÁ
Guia Industrial do Ceará 2010
Guia Industrial do Ceará 2010

TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA
Roberto Macedo quer segundo mandato de presidente na Federação das Indústrias
Conforme Roberto Macedo, ainda há muita coisa a ser feita pelas indústrias cearenses e ele acredita que pode contribuir mais para o desenvolvimento da indústria local

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Macedo, confirmou que pretende disputar reeleição ao cargo máximo da entidade no pleito que ocorrerá no próximo dia 18 de agosto. “Já estou trabalhando a minha candidatura de reeleição e estou encontrando uma boa aceitação nos contatos que tenho feito”, afirma.

Conforme Roberto Macedo, ainda há muita coisa a ser feita pelas indústrias cearenses e ele acredita que pode contribuir mais para o desenvolvimento da indústria local. Para alcançar o objetivo de mais um mandato, o presidente da Fiec afirma que intensificará a campanha a partir do final de março.

CONFEDERAÇÃO NACIONAL
Na última semana, o presidente da Fiec viajou a Brasília para participar da primeira reunião do ano da CNI. O encontro tratou sobre o planejamento das ações para 2010, discutiu o balanço do ano passado e as perspectivas da indústria brasileira para este ano. A reunião abordou ainda as eleições para a diretoria da CNI, que ocorrerão em maio. De acordo com Roberto Macedo, o atual presidente da CNI, Armando Monteiro, termina seu segundo mandato consecutivo e não possui direito à reeleição. Até o momento, o único candidato à presidência da entidade é o empresário Robson Andrade, que deverá deixar o comando da Federação das Indústrias de Minas Gerais.
TOPO

INVEST NE

01 de março de 2010

 
CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL
Microempresas nordestinas apostam no crescimento sustentável
Por Izakeline Ribeiro

Motor da economia brasileira, as microempresas assumem a responsabilidade e investem em ações socioambientais.

De origem humilde, em uma família na qual a mãe viúva precisava criar oito filhos. Entre eles, Vicente Rios, 52 anos, um empreendedor e, acima de tudo, sonhador, o microempresário cearense é um exemplo de empreededorismo. Desde o início das atividades da Água Mineral Límpida, em 2002, Vicente investe em ações de preservação ambiental e de bem estar social dos funcionários e da comunidade.

Vicente faz parte das cerca de 15 milhões de micro e pequenas empresas responsáveis por 28 milhões de empregos e por 99% dos negócios nacionais. O setor que mais movimenta economia brasileira, as empresas desta categoria começam a atentar para as questões que envolvem sustentabilidade social e ambiental.
Ao descobrir a fonte de água mineral em seu sítio, localizado em Aquiraz – Região Metropolitana de Fortaleza, Vicente idealizou o segundo e atual empreendimento de sua vida. Antes proprietário de uma padaria, o empreendedor viu na mineradora de águas um negócio e tanto. “Procurei financiamentos. Eu precisava inicialmente de R$ 100 mil. Mas, não consegui e comecei a vender tudo que eu tinha para ver este sonho realizado. Coloquei cada tijolo, fui até servente de pedreiro da minha própria obra”, conta. Até que em quatro anos de trabalho e sem qualquer patrimônio, pois já tinha vendo até a própria casa e muitas dívidas, conseguiu um financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento (Bndes) e pôde concluir a estrutura necessária para dar início aos trabalhos.
“O primeiro saldo que tive foi só para pagar as contas. No segundo ano, já estava mais folgado e pude começar a respirar mais aliviado, trabalhando pelo crescimento da empresa”, conta Vicente, que desde o início das atividades da mineradora segue um manual de boas práticas de fabricação, elaborado pela própria empresa.

Reciclagem de lixo, de sobras de matérias utilizados, como os plásticos das tampas, lacres e rótulos, uma caixa de concreto para armazenar resíduos orgânicos sem que eles tenha contato com o solo, sistema de poupa luz – que economiza até 25% de energia -, equipamentos de ozônio para a limpeza dos garrafões, o que diminui em até 50% o uso de produtos químicos. Estas são algumas das ações realizadas na fábrica da Água Mineral Límpida. “Eu vendo natureza. Como eu não vou cuidar dela? E mais do que isso, nós precisamos cuidar do planeta agora porque poderá não sobrar a menor qualidade de vida para nossos netos”, diz Vicente.

“Nós também respeitamos a fiscalização, temos compromisso com a transparência e investimos na capacitação dos nossos funcionários. Nós geramos 200 empregos diretos. Esse é melhor retorno que poderíamos dar ao Governo, que financiou o nosso trabalho”, afirma o empresário cearense.
O gerente do Núcleo de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Renato Aragão, destaca que as vantagens para as empresas que adotam esse tipo de postura são muitas e em diversos aspectos. “Vai desde o não pagamento de multas, em razão do cumprimento da legislação ambiental vigente, à economia de matéria prima e consequentemente o aumento do lucro pela implementação da produção mais limpa, ao marketing verde, que atualmente destaca as empresas empenhadas ambientalmente. Essa última, por exemplo, em alguns casos já é uma exigência do mercado. E, também, o público, hoje é mais consciente, que passa a exigir tal postura das empresas”, diz.

O sucesso de uma empresa que aposta em gestão sustentável é inevitável. Vicente, por exemplo, já recebeu diversos prêmios do Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas empresas (Sebrae), da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), da Fiec, do Serviço Social da Indústria (Sesi), entre outros. Todos nas categorias de êxito em gestão social e ambiental, já que a Límpida também cuida do bem estar social dos funcionários e da comunidade próxima da fábrica.

“Nós oferecemos capacitação para os nossos colaboradores. Eu acredito que grandes funcionários é que fazem uma grande empresa. Por isso, tratamos a todos com dignidade e respeito. Além disso, também oferecemos escolinha de música para as crianças da comunidade, espaço de socialização e lazer. Campo de futebol, unidade móvel de dentista para funcionários e comunidade. E ainda mantemos as estradas que dão acesso à fábrica”, conta Vicente.
Acreditando nas pessoasQuem também se preocupa com o bem estar social é a empresária Rose Guareschi. Proprietária da rede de alimentos Julietto em Pernambuco, ela foi inspirada pela história de Pinóquio, o boneco de madeira que ganha vida graças à perseverança do velho Gepeto, para implantar um sistema de capacitação e contratação de jovens em situação de risco social.
“A pequena empresa tem a cara do dono. E faz parte das coisas importantes para mim, a inclusão social. Eu acredito nas pessoas. Acredito na força dos jovens. E, principalmente acredito na força de mudança que o trabalho tem. Por isso implantei desde a fundação da Julietto estes conceitos: empregar, capacitar e transformar a vida dos colaboradores, sendo sempre rentável”, comenta.

De acordo com Rose, financeiramente a empresa que trabalha com a inclusão social tem despesas, gastos e investimento muito maior na área de Recursos Humanos, porém o resultado da satisfação pessoal, da família toda e de todos os envolvido é imensurável. “A empresa precisa investir em treinamentos operacionais, com muito mais frequência. Os treinamentos motivacionais, incluindo a implantação de sonhos e objetivos precisam ocorrer rotineiramente. É comum também ter que viabilizar cursos de leitura e escrita”, explica.

Também premiada por suas atividades de responsabilidade social, a empresária acredita na inclusão assim como acredita que o sol vai nascer amanhã. “Receber prêmios é gratificante e necessário para que eu faça mais empresas e mais pessoas sonharem comigo e assim fazer com que mais empresários sonhando juntos, mais jovens comecem a sonhar em viver mais, morrer de velhice e não sonharem em viver até aos 25 anos e morrerem pelo uso de drogas ou mortos nos bairros. Quando expomos o que fazemos, temos o objetivo de somar forças e não de exibicionismo”, afirma.
Segundo o Anuário das Micro e Pequenas Empresas do Sebrae (2008), em 2006 o Nordeste contava com 321.858 micro e pequenas empresas. O que estas empresas poderiam fazer para melhorar a realidade social e estão de braços cruzados? Para Rose, o maior resultado de investir numa gestão social é a satisfação pessoal, da sua família e de todos da equipe. “Uma equipe que consegue fazer o bem para outras pessoas, é muito interessante como os jovens gostam e se sentem motivados a ajudar outros jovens. Eles falam a mesma linguagem conseguem convencer aos que chegam que a mudança vale a pena e conseguem também enxergar com facilidade aqueles que não tem vontade de mudar. É muito gratificante”.
Com cerca de 193 funcionários distribuídos em 10 unidades, entre as opções de culinárias oferecidas, a empresária conta com um quadro de funcionários, do qual 96% é composto de jovens vindos de projetos sociais em busca do primeiro emprego. “A inclusão social é fundamental para existência das sociedades, se empresários e pessoas que podem não fizerem tudo para incluírem os jovens não teremos mais sossego. As ruas estarão cada vez mais cheias de pedintes, pessoas doentes, violência e todos nós seremos tomados pelo medo a insegurança e a insatisfação pelas diferenças sociais”, ressalta.
Natanael Júnior, 19 anos, e Fábio de Almeida, 20 anos já estão fora das estatísticas de violência. Natanael trabalha na unidade central da Julietto há seis meses. Começou como auxiliar de copa e depois de cursos de capacitação promovidos pela Julietto, hoje é auxiliar de cozinha. “Antes do curso eu não fazia nada, só vivia no meio do mundo, jogando bola”, conta.

Com o salário ganho no primeiro emprego, Natanael ajuda a família e faz planos para o futuro. “Moro com meu irmão e ajudo a ele em casa. Para o futuro, penso em reformar a casa e comprar uma moto, com salário dá para planejar. Também quero ter minha casa, dar uma vida melhor para minha família, penso em fazer um curso. Estou entre um curso técnico de soldador e gastronomia, para continuar no ramo de restaurantes, vou fazer de tudo para chegar a ser chef de cozinha”, afirma.

Já Fábio, que está concluindo o ensino médio pretende fazer faculdade de Direito ou Administração. “Quero ter um trabalho que me dê reconhecimento. Quero crescer cada vez mais e dar uma vida melhor para minha mãe”, conta ele que trabalha há um ano e sete meses na Julietto, como auxiliar de cozinha. Ele ressalta o quanto a educação pode melhorar a vida de jovens carentes. “A gente não tinha muitas chances, podíamos fazer coisas erradas, mas vimos que o caminho não era aquele”, completa o auxiliar de cozinha.

Investimento com retorno certoO professor e consultor de empresas e organizações sociais, Francilio Dourado Filho, destaca que estudos têm revelado que no longo prazo, o retorno de ações socioambientais pode ser bem maior que o montante do investimento feito. De acordo com ele, no momento da decisão de compra, boa parte dos consumidores atuais tem dado preferência a produtos desenvolvidos por empresas socialmente responsáveis. “Daí a importância de se dar publicidade às ações empreendidas. E aqui convém lembrar que a publicidade deve transmitir credibilidade e ser respaldada em ações verdadeiramente consequentes”, afirma.
O fato é que até bem pouco tempo, dois critérios eram essenciais para um produto conquistar mercado: preço e qualidade. Atualmente, as transformações econômicas e sociais em curso cobram um novo critério, o da qualidade das relações da empresa produtora. “Por relações de qualidade entenda-se a promoção de relações éticas e transparentes que agreguem valor para todas as partes envolvidas: colaboradores, clientes, fornecedores, governo, sociedade etc”, explica Francilio.
Francilio explica que Responsabilidade Social não tem tamanho e pode ser implementada por qualquer empresa. Segundo ele, o desafio maior está em conceber um programa que seja coerente com as habilidades e competências disponíveis.
“Neste sentido, é fundamental um planejamento que envolva trabalhadores e gestores na definição das ações a serem empreendidas. O programa deverá atender a uma demanda específica, seja da comunidade interna (melhoria da qualidade de vida dos empregados, por exemplo) ou externa (melhoria dos índices sociais da comunidade do entorno, por exemplo), em sinergia com as atividades desenvolvidas pela empresa”, comenta o especialista.
Portanto, a empresa que pretende ser socialmente responsável, precisa manter uma relação com seus empregados que vá além do cumprimento das obrigações legais, que alimente suas perspectivas de crescimento profissional e melhoria da qualidade de vida. Francilio observa que também é necessário ser transparente quanto aos elementos presentes em seus produtos, de modo a permitir que clientes sintam-se plenamente satisfeitos em seus desejos e necessidades. O governo deve ter conhecimento de como são aplicados os recursos. É preciso trabalhar para que o meio ambiente não sofra consequências danosas de suas operações.
“O empresário precisa ainda, cobrar de seus fornecedores o mesmo comprometimento e contribuir diretamente para minimizar problemas sociais que aflijam as comunidades que habitam o seu entorno”, completa Francilio, lembrando que o custo da implementação de um programa de responsabilidade social deve ser compatível com a capacidade de investimento da empresa. “É importante destacar que a primeira responsabilidade social de uma empresa passa pela construção de sua sustentabilidade econômica. Portanto, o dimensionamento do programa não deverá comprometer o projeto de crescimento pensado”.
TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA
A Frase - Roberto Macêdo
"Já estou trabalhando a minha candidatura de reeleição e estou encontrando uma boa aceitação nos contatos que tenho feito"

Roberto Macêdo
Presidente da Fiec
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
CIC - ROSEANE MEDEIROS
Sonia Pinheiro - DEBUT DE ROSEANE: CÔTÉ SOCIAL
>> Foi na noite da última quinta mas ainda se fala bastante na estreia -super prestigiada e com o toque up do PIB do Estado- na presidência do Centro Industrial do Ceará.

>> No caso, a primeira Luluzinha na longeva história do CIC -90 anos- a conquistar a pole-position da entidade.

>> Então, uma mulher ``de preparo`` -como se diz- visão e atitude, traços que herdou do pai, o saudoso Marcílio Browne de Oliveira. E da mãe, Mariléa Browne de Oliveira -afirmavam os parentes.

>> O diferencial no script? Tudo teve start com show de rock, num tablado à frente do palco, onde se posicionava a table d-honneur, articulado por Rafael, o Rafa, filho de Roseane e João Medeiros.

>> Hits dos Beatles e também o mítico Smile -momento emotion para Roseane que adora essa música.

>> Na mesa de honra, eram vistos: vice-governador, Francisco Pinheiro, e Gony Arruda, representando, respectivamente, o titular do Palácio Iracema e o presidente do Legislativo-CE, Domingos Aguiar Filho, Salmito Filho, presidente da CMF, senadores Tasso Jereissati e Patrícia Saboya, vice-alcaide Tin Gomes, ex-governadores Adauto Bezerra e Lúcio Alcântara, Robinson Castro (presidente sainte), Roberto Macêdo, presidente da FIEC, e, por fim, Luizianne Lins, que chegou hiper atrasada, passando a ocupar o lugar de Jorge Parente, cedido gentilmente por ele à blonde.

>> No rol de oradores figuraram: Roberto Macêdo, Robinson de Castro, Francisco Pinheiro e Roseane de Medeiros.

>> Em sua fala, a presidente estreante lembrou e agradeceu muitas coisas em si da personalidade do pai, e de como a mãe, Mariléa, a despertou cedo para a leitura de bons livros, dando ênfase, assim, aos que já comentavam contornos de seu DNA.

DEBUT DE ROSEANE: O TOQUE POLÍTICO
>> Detalhe marcante do speech de Francisco Pinheiro: confetes -muitos-em Tasso Jereissati, tipo ``O homem público admirável que tem um trabalho extraordinário na oposição``, elogio que levou Luizianne Lins a virar o rosto e deixou Artur Bruno vermelhinho da Silva, inspirando tititi: três petistas; dois indignados.

>> Acontece que o público aplaudiu com frisson. Parecia até que o galegão levara uma claque.

>> Todo happy com o efeito do discurso, Jereissati levantou-se e abraçou Pinheiro.

>> Na verdade, o vice-governador só deixou de lado questões menores do embate pré-eleitoral. E com estilo próprio fez, antes, a defesa enfática do poder Lula, tanto no plano nacional como no CE, e sem perder o tom da visão ampla, ressaltando a necessidade do País ter uma oposição vigorosa.
TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO
Caleidoscópio - OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO
Por José Carlos de Araújo

Será no Rio de Janeiro, de 08 a 14 próximos, a sexta edição da Olimpíada do Conhecimento, competição promovida pelo SENAI nacional e que terá, pela segunda vez, a participação do Senac. Alunos das duas instituições acompanharão de perto as inovações pedagógicas e tecnológicas proporcionadas pelo evento. As provas englobarão 42 ocupações industriais e cinco modalidades comerciais e do setor de serviços. Do Senac, participarão 62 alunos de 18 departamentos regionais, que competirão nas seguintes modalidades: Técnico de Enfermagem, Serviço de Restaurante, Maquiagem, Cabeleireiro e Cozinha. Os primeiros colocados representarão o Brasil no Torneio Mundial de Formação Profissional, o WorldSkills que será realizado em 2011 em Londres.
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
CARLOS MATOS
Vertical S/A - UM CASE NO PORTFÓLIO
Carlos Matos Lima era empresário do setor de avicultura quando o então governador Tasso Jereissati o convidou para assumir a ainda inédita Secretaria da Agricultura Irrigada. Atribui o convite ao fato de ter sido um líder que levava ideias e não problemas ao Palácio do Cambeba. Ademais, tocara projeto produtivo bem sucedido no âmbito das granjas cearenses. Convite aceito, montou a Seagri com a leveza que não havia para as outras. Aos técnicos do Governo, pôde agregar outros da iniciativa privada. Gente contratada com salário de mercado. Ao final da gestão, foi compelido a ficar mais um Por Jocélio Leal

Governo. Após oito anos, havia implantado uma política de agronegócio no Ceará capaz de atrair grandes produtores mundiais e transformar o Ceará num case nacional.

Mas, os ventos mudaram, Carlos Matos saiu do Governo e voltou para a iniciativa privada. Como empresário, está investindo numa empresa de treinamento, a Trainer DG & Desenvolvimento & Gestão. No portfólio, ele leva o case do agronegócio cearense. E o principal fruto da safra é o projeto Fazendo Acontecer. Forma grupos de até 20 empresários para encontros mensais. Nas reuniões, uma pauta composta por temas de interesse comum e também convidados dos meios político, acadêmico e corporativo. Fazem oficinas sobre estratégia e organizam missões empresariais. Como resultados esperados há o aumento da capacidade de visão estratégica e maior competitividade, dentre outros. Dois dos nomes que compraram a ideia são o diretor da Laticínios Betânia, Bruno Girão, e a diretora da Ypióca, Aline Telles.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
OBRAS PÚBLICAS - PAC
Avanços construtivos
O mercado nacional de obras públicas comemora o terceiro aniversário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)com um avanço considerável nos investimentos, correspondendo, neste curto período, a R$ 400 bilhões, 63,3% do total previsto. Lançado em 2007, o PAC prevê, no quadriênio 2007-2010, aporte global em obras e serviços de R$ 638 bilhões, oriundos do governo federal, dos governos estaduais e municipais, de empresas estatais e da iniciativa privada, no maior esforço já feito para dinamizar a economia.

Antes do PAC, o País vinha experimentando forte tendência para ingressar numa crise conjuntural, agravada pelos sinais da debacle do mercado financeiro internacional. O PAC chegou primeiro, isolando os efeitos deletérios da recessão econômica e, ao mesmo tempo, retirando da ociosidade um segmento produtivo até então sujeito às flutuações da demanda. A construção civil, como instrumento de política econômica, demonstrou mais uma vez versatilidade.

O primeiro aspecto de suas vantagens diz respeito ao aumento da circulação de recursos no mercado interno, com reflexos positivos na vasta cadeia de produção de insumos básicos e geração de renda e tributação. Depois, é uma atividade empregadora de mão-de-obra por excelência, recrutando do técnico altamente qualificado até o trabalhador sem formação. O lucro auferido na dinâmica da produção é reinvestido na renovação dos estoques dos materiais consumidos.

O PAC, na primeira fase de investimento, se conduziu por três eixos temáticos, para efeito de aplicação de recursos: habitação e saneamento básico, cujas inversões chegam a R$ 138,2 bilhões; logística, envolvendo rodovias, ferrovias e portos, com investimentos da ordem de R$ 40,5 bilhões, sendo R$ 27,7 bilhões só em rodovias; energia, com R$ 72,4 bilhões, englobando a exploração de petróleo e gás natural; e social-urbano, para o qual foram carreados R$118,7 bilhões.

A crise atenuada com a mobilização dessa massa expressiva de recursos provocou o crescimento do setor de tal ordem a faltar mão-de-obra na construção habitacional para impulsionar o programa Minha Casa, Minha Vida. A meta governamental é desafiadora: a construção de dois milhões de moradias em dois anos. Evidentemente, a indústria da construção não se encontrava preparada para responder à meta tão arrojada. No primeiro ano, foram erigidos apenas 25% dos imóveis habitacionais.

Este é um mercado comprador abundante, pois a demanda a ser atendida situa-se em torno de 7 milhões de imóveis. Quanto mais surgem moradias, mais aparecem compradores, evidentemente, para padrões habitacionais compatíveis com as faixas de rendimentos mensais.

De todo modo, o PAC é uma realidade plausível pela dinamização do mercado interno, pela indução de novas fontes produtivas, alargamento da oferta de emprego e geração de renda. Estes são os fatores essenciais ao incremento da economia. Até dezembro, pelo conjunto das obras em andamento, e pelo volume dos recursos empenhados, teremos, de fato, a comprovação de suas metas finais.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
SERTÃO CENTRAL - MEL
Fortalecimento da apicultura
Excelente oferta de mercado leva produtores a discutirem estratégias para expansão de produção de mel

Quixadá Cerca de 500 apicultores, de 30 municípios do Ceará, se reuniram no auditório do Centro Vocacional Pio XII, em Quixadá, para discutir estratégias de crescimento e fortalecimento do setor. No evento, promovido pela Confederação Brasileira de Apicultura (CBA) e Federação Cearense de Apicultura (Fecap), os produtores foram conscientizados da necessidade de organização e da viabilidade de expansão do mercado apícola. Além dos excelentes resultados conquistados, poderão duplicar a exportação de mel de abelha. Em 2009, foram vendidas 26 mil toneladas. O Ceará atingiu a segunda colocação. Perdeu apenas para São Paulo.

O diretor de comunicação da Fecap, Paulo Airton de Macedo, destacou a qualificação das práticas de manejo, o armazenamento e o trabalho associativo como principais elementos para a valorização da matéria-prima apícola, exportada principalmente para a Europa e Estados Unidos. Ele atribui parte dessa consolidação à vegetação peculiar do Nordeste, a Caatinga. Avalia o reflorestamento como fundamental. Citou como exemplo o modelo desenvolvido em Parambu, no Sul do Estado. Além das abelhas, os apicultores cultivam mudas nativas.

Acrescentou a importância do associativismo para os pequenos produtores. Unidos, se fortalecem e conquistam melhores preços na venda do mel. Ressaltou a necessidade de mais investimentos na apicultura, assistência técnica e estruturação para extração do mel. A busca pelo Selo de Inspeção Federal (SIF) foi apontada como prioridade, mas, sem linhas de crédito para construção de casas de mel e compra de equipamentos, o apicultor não tem como atender as exigências de mercado, cada vez mais rigorosas.

Dedicado a produção de mel orgânico desde 1997, o zootecnista e empresário, Paulo Levy, ressaltou aos produtores rurais a atual posição privilegiada do Brasil, e principalmente do Nordeste, diante de consumo mundial de mel. De longe o produto apícola nacional é o melhor do mundo. Analisado dentro dos padrões de exigência internacional é considerado o mais puro do planeta. Livre dos agrotóxicos e de impurezas, ganha destaque. Como resultado, o mel extra branco, como é definido o de qualidade superior, pode atingir US$ 3,50 o quilo. Especialista no ramo, ele destacou a preocupação internacional com a superior qualidade do mel brasileiro. Após o embargo, as exportações cresceram 51% de um ano para o outro.

Outras preocupações da categoria são a falta de garantias nas perdas de produção, quando afetadas pela estiagem, e a regularização da profissão. O ministro da Previdência, José Pimentel, convidado para palestrar sobre a cobertura previdenciária para as famílias de apicultores, justificou não haver necessidade de oficialização da atividade. Está inserida no ofício do agricultor familiar. Sobre o ressarcimento de perdas, ele levará a reivindicação ao Planalto.

O ministro relatou divulgou a implantação do Simples Nacional para o microempreendedor rural. Segundo ele, milhões de pequenos produtores rurais serão beneficiados. Poderão montar suas próprias empresas, sem nenhum ônus.

Promissor

"Precisamos nos organizar ainda mais. Estamos diante de um mercado promissor"
Francisco Teixeira Filho, Presidente da Fecap

"Hoje, somos a maior potência do mundo na produção desse rico alimento"
Paulo Seixas Levy, Empresário da Cearapi

"O mel é, com certeza, uma importante fonte de renda para a agricultura familiar"
Francisca Torquato, Apicultora de Parambu

MAIS INFORMAÇÕES

Fecap: (85) 3583.3436 - fecap.ce@hotmail.com
Cearapi: (88) 2101.0600 - info@cearapi.com.br



Alex Pimentel
Colaborador
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ROSEANE MEDEIROS
Lêda Maria - Liderança jovem
A luminosidade do CIC permanece unindo aqueles que sabem trabalhar e progredir. A nova presidente Roseane Medeiros, com 17 anos na casa, cerca-se nesta foto por dois de seus diretores: Umehara Parente e Germano Belchior. Harmonia e dinamismo.

TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
ROSEANE MEDEIROS
Sociedade - Mulher, viva a mulher!
Por Flávio Tôrres

No Brasil e no mundo, cada vez mais a inteligência e capacidade administrativa da mulher vêm sendo reconhecidas.

Agora mesmo, assume a Presidência do CIC – Centro Industrial do Ceará, a empresária Roseane Oliveira, disposta a gerir, e bem, aquela poderosa e importante Instituição.

Já empossada, ela reúne também graça e simpatia, e aceitou o desafio para dar um novo impulso ao nosso CIC, o que é muito bom. Viva a mulher!

Nossa Dilma Roussef é outro exemplo de mulher notável, que vem ai com toda a chance de ser a presidente deste Brasil continental. Uma belíssima trajetória: ex – presa política, perseguida e torturada pela ditadura, ela já deu esplêndidas provas de sua capacidade administrativa. Então, mais uma vez. viva a mulher!

TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
ROSEANE MEDEIROS
Vertical - DIGA, PATROA!
A presidente do CIC, Roseane Medeiros, é contra a redução de 44 para 40 horas semanais. Para ela, a medida acarretaria sérios prejuízos para as microempresas. Para alguns sindicalistas, eis uma visão micro.
TOPO

UOL ÚLTIMAS NOTÍCIAS

01 de março de 2010

 
COTAÇÃO
Indicadores Econômicos
Dólar (26/02 - 16h30)

Comercial
Compra 1,8050
Venda 1,8070

Turismo
Compra 1,7300
Venda 1,8700

Paralelo
Compra 1,9000
Venda 2,0000

Dólar (01/03 - 09h42)

Comercial
Compra 1,8060
Venda 1,8080

Turismo
Compra 1,8100
Venda 1,9100

Paralelo
Compra 1,9000
Venda 2,0000

Outros indicadores
TR 0,006%
CDI 8,630%
SELIC 8,75%
IPCA 0,75 jan.10
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
FIESP - PORTOS
Sônia Pinheiro - Em Sampa
>> Em meeting com empresários da toda-poderosa Fiesp, o ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos da PR, mostrou a importância da dragagem nos 20 mais importantes portos do BR (R$1,6 bi ouvindo a história), cuja ação colocará o sistema portuário nacional entre os 20 mais eficientes em termos de logística. No flash, Brito posa com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ENERGIA EÓLICA
Egídio Serpa - Rolim: eólica na Copa
Renato Rolim, coordenador de Energia da Secretaria de Infra-Estrutura do Ceará, e sua equipe estudam pedido do governador Cid Gomes, que quer um gerador eólico de 2 MW no Castelão e outro no Centro de Feiras.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ENERGIA EÓLICA
Egídio Serpa - Paraíba contrata seu mapa eólico
Assessorado pela Associação Brasileira das Empresas de Energia Eólica (Abeeólica), presidida pelo cearense Lauro Fiúza Júnior, o Governo da Paraíba reuniu, sexta-feira, 26, em João Pessoas, 25 grandes empresários do setor, diante dos quais assinou contrato com a Eletrobras e a UFPB para a elaboração do seu mapa eólico, que ficará pronto no fim deste ano.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
USINA SOLAR
Obras da usina solar neste mês
Previsão é de que até o meio do ano a primeira fase do empreendimento tocado pela MPX esteja concluída

Até o fim deste mês, devem ser iniciadas as obras de construção da primeira usina solar comercial do Brasil, a ser instalada em Tauá, interior cearense. O empreendimento será tocado pela MPX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista. A empresa, que anunciara a usina ainda em 2008, resolveu começar a instalação do projeto somente agora porque esperava pela aprovação de instrumentos estaduais de incentivo à produção da nova fonte de energia.

"A data ainda está indefinida, mas será ainda neste mês. E a previsão é de que, até o meio do ano, esta primeira fase da usina já esteja concluída", informa o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann. O presidente da MPX Energia, Eduardo Karrer, já havia informado na imprensa que a usina deverá iniciar com apenas 1 megawatt (MW) em sua primeira fase, o que envolverá investimentos de R$ 10 milhões, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Após isso, será ampliada até alcançar 5 MW, já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo Balhmann, essa ampliação da usina dependerá da capacidade de financiamento do Fundo de Investimento em Energia Solar (Fies), aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil. O fundo, entre outras determinações, pagaria ao investidor a diferença entre tarifa de referência normal e a da solar, que ainda é mais cara. "A energia solar ainda é comercialmente inviável, e só se torna possível com este instrumento. A cada ano, com o Fies avançando, nós podemos ir ampliando a capacidade de produção da usina", esclarece Balhmann.

Quando anunciada, a MPX previa uma usina solar de 50 MW, custando US$ 250 milhões. O valor, posteriormente, como mostrou o Diário do Nordeste na edição de 15/04/2009, foi considerado caro pelos investidores, que buscavam barateamento dos equipamentos. "Nós estamos fazendo um esforço no desenvolvimento comercial da usina. Queremos melhorar o custo das placas, que são muito caras ainda. Para se ter uma ideia, a usina solar tem um investimento por quilowatt seis a sete vezes maior que o de uma termelétrica a carvão", explica o diretor de Negócios e Meio Ambiente da MPX, Paulo Monteiro.

Apesar de os planos terem mudado, a possibilidade do empreendimento com esta capacidade de produção não está descartada pela empresa. Segundo o presidente da empresa, em entrevista que deu recentemente, a ampliação também dependerá dos custos dos equipamentos, que estão em queda no momento. O Governo do Estado trabalha na atração de uma fábrica de painéis solares para o Ceará da chinesa Yingli, o que poderia reduzir os custos do equipamento.

Os planos são a criação de um polo de energia solar na região dos Inhamuns, que é a área de melhor incidência solar do País para a produção dessa energia. Toda a parte de beneficiamento de minerais e produção das placas fotovoltaicas - que tem em sua matéria-prima, o silício, retirado do quartzo, mineral encontrado em excelente qualidade e quantidade no Estado - seria montada na região.


SÉRGIO DE SOUSA
REPÓRTER
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
ATACADISTAS
Atacadistas querem atrair mais compradores nacionais
Projeto ``Circuito da Moda Nacional`` pretende unir os polos de moda de Fortaleza para incrementar o setor com compradores nacionais. A Ideia inclui linhas de ônibus para centros de atacado

A Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) possui 19 centros atacadistas de moda, fora quatro shoppings que serão inaugurados. Para atrair compradores nacionais, o Maraponga Mart Moda (MMM) vai lançar o ``Circuito da Moda Nacional``.

``O Ceará tem um polo de moda organizado, facilidade que o restante do País não possui. Os compradores passam a semana para fazer as compras. Agora, irão fazer em dois dias``, comenta o idealizador do projeto, Manoel Holanda - proprietário do MMM.

Segundo dados do Sinditêxtil, o Estado é considerado o segundo maior produtor de lingerie, malharia e tecelagem do Brasil, além de já ocupar o quinto lugar no ranking do PIB Têxtil da moda brasileira, com 6,6% do mercado, resultado do trabalho 108,9 mil pessoas, conforme dados da entidade de classe.

Durante o ano de 2009, o setor têxtil vem realizando diversas ações, dentre elas, pode-se destacar o projeto cinco polos de Comercialização da Cadeia Têxtil e de Confecção. O projeto tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva no estado do Ceará, por meio da comercialização, geração de emprego e renda provocada nos cinco municípios envolvidos: Jaguaruana, Juazeiro do Norte, Frecheirinha, Maracanaú e Itapajé.

``Esse projeto visa promover a vinda de mais compradores à capital cearense e encaminhá-los aos diversos empreendimentos comerciais selecionados. Esse -tour- completar vai ser realizado pelos 1.213 corretores credenciados no Sindicato e que já vem prestando excelente receptivo aos empresários que compram em Fortaleza``, ressalta Holanda

Novas linhas
Na proposta do Circuito Nacional da Moda, está incluso a criação de duas novas linhas de ônibus partindo da Rodoviária João Thomé. Uma dessas linhas, com 10 ônibus inicialmente, vai para o MMM, passando por seis shoppings. A previsão é de ser inaugurada em 20 de outubro. Será financiada e mantida pelo próprio centro atacadista. O outro circuito irá para a Beira Mar, cobrirá 15 centros. Esta vai ser solicitada à Prefeitura de Fortaleza, informa Holanda.

O empresário e lembra que cerca de 65% dos compradores nacionais não conhecem Fortaleza. ``Vamos investir pesado em mídia para atrair esses compradores``, diz.
TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
DISTRITO INDUSTRIAL DE MARACANAÚ
Escola Técnica em Maracanaú terá núcleo de assistência médica
O Núcleo de Assistência Médica de Maracanaú funcionará como uma clínica de atendimento popular, com as especializações de radiologia, odontologia, Enfermagem e outros

A Escola Técnica/SOBEM que tem à frente o educador Evaldo Dantas, promoveu um café da manhã para comemorar o lançamento da pedra fundamental do NAMA – Núcleo de Assistência Médica de Maracanaú, que será construído no terreno doado pela prefeitura local, situado na Rodovia Senador Almir Pinto (próximo a Escola Rui Barbosa e vizinho ao Posto de Saúde do Cágado).

O evento contou com a presença de várias autoridades, estudantes, lideranças políticas e comunitárias, dentre as quais, a diretora da SOBEM, Jovina Dayse Soares, vice-prefeito Firmo Camurça, secretários municipais, vereadores Demir Peixoto e Ítalo Camurça, Capitão Túlio (Ronda), bem como Luísa de Marilac das Chagas Araújo, coordenadora pedagógica da Escola.

O Núcleo de Assistência Médica de Maracanaú funcionará como uma clínica de atendimento popular, com as especializações de radiologia, odontologia, Enfermagem, fisioterapia, laboratório de analises clínicas, salas de aulas, dormitórios e refeitórios.

Segundo o educador Evaldo Dantas, essa será uma obra comunitária marcante, apoiada e financiada pela Escola Técnica de Maracanaú, empresas do Distrito Industrial e órgãos públicos, para que o atendimento seja feito gratuitamente a toda população da região.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
CENTRO DE FEIRAS E EVENTOS
Egídio Serpa - Centro de Eventos
Para Vitório Rodrigues, gerente-geral do Hotel Gran Marquise, o Centro de Feiras e Eventos de Fortaleza "será um marco divisor da história do turismo do Ceará". Ele acha que o Ceará ganhará grandes eventos mundiais.
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
ESTALEIRO
Prefeitura mobiliza tropa contra estaleiro no Serviluz
Seminário para que a comunidade do Serviluz apresentasse suas demandas acabou servindo para que a Prefeitura usasse seus argumentos contra o estaleiro no local

Era para ser a manifestação dos moradores sobre as demandas do Serviluz, mas acabou se transformando em debate sobre a construção do estaleiro no local, apoiada pelo Governo do Estado. A Prefeitura de Fortaleza, que é contra o empreendimento, reagiu às articulações dos setores favoráveis à obra para persuadir os moradores da área e mandou uma tropa para convencer a população de que o equipamento é prejudicial.

Durante o seminário ``O Serviluz que queremos``, ocorrido no último sábado, o coordenador de Planejamento da Secretaria do Planejamento de Fortaleza, José Meneleu, buscou desfazer o argumento dos 1,2 mil empregos a serem gerados com o estaleiro. Ele alegou que a cidade produziu 118 mil empregos formais de 2005 a 2008, ``sem o estaleiro``. -Turismo, lazer, cultura, educação e comércio são os grandes geradores de emprego em Fortaleza. Esse argumento é no mínimo inconsequente``.

Já o líder da prefeita Luizianne Lins na Câmara Municipal, Acrísio Sena (PT), rechaçou a tese de que o projeto da Prefeitura - chamado Aldeia da Praia - é compatível com o estaleiro, como foi levantado pela ala favorável à obra. ``Poderia se dizer que é uma mistura heterogênea: água e óleo. Não se misturam``.

O vereador defendeu que o Porto do Pecém tem condições técnicas para abrigar o equipamento. ``A discussão é que seria a impossibilidade econômica da empresa instalar lá``.

Já o secretário do Meio Ambiente do Município, Deodato Ramalho, afirmou que não há licença ambiental para o projeto. No entanto, disse caber ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) conceder tal permissão.

Representante do Movimento dos Conselhos Populares (MCP), do Serviluz, Lucimeire Calandrini, negou que o debate fosse sobre o estaleiro, mas reconheceu que o assunto tem sido o ``foco`` no local.

Salmito
Munido de um mapa com a delimitação das Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis), Acrísio ironizou as palavras do presidente da Câmara, Salmito Filho (PT), de que o Titanzinho não configura uma Zeis - área exclusiva para regularização fundiária, construção de moradias e equipamentos sociais. ``Não daria para a gente botar o mar como Zeis. Até porque só está sendo habitado pelos peixes``, provocou Acrísio. Opositor da prefeita, o vereador João Alfredo (Psol), também reclamou do ``peso da pressão`` de Salmito. ``Mas para se construir o estaleiro aqui, tem de se mudar o Plano Diretor``.

E-MAIS

> O coordenador de Planejamento do Município, José Meneleu, apresentou, no último sábado, a proposta da Prefeitura para o conselho gestor do Serviluz e adiantou que há um projeto que começou a tramitar na Câmara Municipal que desmembra o bairro Cais do Porto - que engloba o Serviluz. Seriam dois bairros: o Cais do Porto e o Serviluz.

> Amanhã, haverá audiência pública à tarde para debater o impasse da construção do estaleiro. Pela manhã, o projeto da Prefeitura para a área será apresentado aos vereadores.

> Apesar de os movimentos populares do Serviluz se posicionarem contra a construção do Estaleiro, a população se mostra dividida. Do lado de fora da sala onde o debate ocorria, moradores da área discutiam benefícios e malefícios do projeto do Governo do Estado. ``A Prefeitura é contra, mas não apresenta o projeto``, dizia uma moradora. Outra senhora reagiu quando Deodato Ramalho afirmou que já existem recursos assegurados para o projeto Aldeia da Praia. ``Se tivesse feito a obra na orla no primeiro mandato, a gente não estaria nesse aperreio``.

Poluição

``O Estaleiro não vai poluir. Tem uma fábrica de cimento aqui e ela (prefeita Luizianne Lins) nunca se preocupou com o meio ambiente. O estaleiro vem com escola profissionalizante``. Luzimar Rocha.

RUAS
``Eu apenas queria que abrissem as ruas, que são estreitas demais. Mas não por causa do estaleiro. Eu sou contra, porque acho que não vai trazer nenhuma coisa boa para cá. Vai é cercar o bairro da gente``, Rosa Mística.

EMPREGO
``Sou a favor do estaleiro porque acho que vai gerar empregos, que é o que nós estamos precisando aqui. Pelo que eles falam, eu tenho esperança de conseguir um emprego``, Josilene de Paula.

MELHORIA
``O mesmo dinheiro do estaleiro poderia ser usado para a melhoria do bairro. Eu não acredito nos empregos porque temos o moinho aqui do lado e não pega pessoas daqui. Ainda vai prejudicar os surfistas``, Roselene Lima.
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
GUARAMIRANGA
Moradores de Guaramiranga com medo de deslizamentos
Em Guaramiranga, moradores de áreas sujeitas a deslizamentos temem que, com as próximas chuvas, casas sejam arrastadas

Maria Luiza Pereira, 52 anos, esquece um instante a panela numa das bocas do fogão e aponta a rachadura na parede da cozinha. ``Se ela cair, leva a casa toda.`` Não é exagero. Há alguns anos, a chuva arrastou parte do muro da moradora do conjunto Frei Domingos, em Guaramiranga (92 km de Fortaleza). Faltou bem pouco para que o restante da casa, que se empoleira em um morro, viesse abaixo.

Em 2009, dona Luiza foi tangida pela força das águas e se refugiou por 15 dias em uma escola da prefeitura. Ultimamente, os netos têm evitado pernoitar na casa da avó. ``Eles vêm para cá, mas não dormem.`` O conjunto Frei Domingos é um dos três pontos da cidade de Guaramiranga sujeitos a deslizamentos de encostas.

Na edição de ontem, O POVO divulgou, com exclusividade, um relatório feito pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente que relaciona outras duas áreas críticas, em Guaramiranga: a estrada que leva ao distrito de Pernambuquinho e um trecho de serra próximo ao sítio Cana Brava.

De acordo com a avaliação da Semace, as razões que mais contribuem para os deslizamentos de terra no maciço de Baturité são o assoreamento provocado por práticas agrícolas inadequadas e a falta de saneamento das residências que ficam em morros. Segundo dados da Prefeitura, apenas 39,71% da população da cidade dispõe de serviço de esgotamento. Na prática, a escassez do serviço é um dos grandes responsáveis por desmoronamentos na área urbana. ``Por baixo dessa parede``, indica dona Luiza, ``há um rio de esgoto correndo``. Para a moradora, é uma questão de tempo até que sua casa desabe. ``Mas não vou sair. Não tenho pra onde ir.``

Francisco Caubi Pinheiro Chagas, 40, está em melhor situação que dona Luiza: se chover bastante, o agricultor pode vencer novamente os 100 metros que separam a sua casa da residência da proprietária do sítio Roda D-água. Morador do sítio, que pastora juntamente com a família numerosa & são seis filhos, a esposa, uma nora, um genro e quatro netos, além do ganso enjeitado -, Caubi confessa: tem dormido muito mal.

``Tenho certeza que, na primeira chuva, essas árvores vão tudo embora. Foi assim em 2009. Ficamos até sem energia``. As árvores a que se refere pontilham a beira da estrada, na altura do sítio Cana Brava. Ali, ingazeiros imensos ameaçam cair sobre a fiação que leva energia às famílias da região.


E-Mais

> O POVO tentou localizar o prefeito de Guaramiranga na manhã de ontem, mas, segundo a família, ele teria viajado para Fortaleza.

> De acordo com a Semace, o município de Guaramiranga será procurado para estabelecer uma parceria. A intenção é regularizar o saneamento de residências construídas em morros e suas encostas e fiscalizar o cultivo de bananas em declives.

Fator humano

O médico Ronald Pedrosa, 42 anos, acredita que o assoreamento das encostas do maciço de Baturité, na altura do sítio Cana Brava, não é apenas um desgaste provocado pelas fortes chuvas. ``Isso não está com cara de que foi por causa da chuva. Há construções de condomínios próximas``, afirma Ronald.
TOPO

FOLHA DE SÃO PAULO

01 de março de 2010

 
SUCESSÃO PRESIDENCIAL
Tasso surge como plano B tucano para vice de Serra
Resultado do Datafolha aumenta pressão para governador anunciar candidatura

A um mês do prazo fatal, Serra expõe a seus aliados angústia acerca da decisão, e partido tenta opção para tornar chapa competitiva

CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL

A redução da vantagem de 14 para 4 pontos sobre a ministra Dilma Rousseff (PT), registrada pelo último Datafolha, reforça a pressão do PSDB sobre o governador José Serra para que manifeste o quanto antes sua candidatura à Presidência.
Os números amplificam o assédio ao governador de Minas, Aécio Neves, para que aceite ocupar a vice de Serra, mas estimulam um plano B saído do Nordeste -o senador Tasso Jereissati (CE)- para a chapa.
Para os tucanos, Tasso é alternativa adequada a Aécio. Vendo em Serra sua única chance de vitória, o comando do PSDB espera que o governador avise logo que é candidato.
No sábado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que a escolha de Tasso atrairia votos no Nordeste -onde Dilma, que tinha 3 pontos de vantagem em dezembro, agora tem 14- e neutralizaria os ataques de Ciro Gomes.
Em 2002, Tasso abriu uma ferida no PSDB ao apoiar Ciro Gomes (então no PPS) em vez de Serra para presidente. Na época, justificou que sua prioridade era o Ceará, onde PPS e PSDB se aliaram para eleger Lucio Alcântara ao governo.
Segundo a pesquisa publicada ontem pela Folha, Serra caiu de 37% para 32% com relação ao último levantamento, em dezembro. A candidata do PT cresceu de 23% para 28%. Ciro Gomes (12%) e Marina Silva (8%) ficaram estagnados.
O vice-governador Alberto Goldman chamou de "heroico" o desempenho de Serra, enfatizando que o levantamento ocorreu depois do lançamento da candidatura de Dilma.
"É surpreendente, é heroico que Serra tenha mais de 30% depois da exposição de Dilma."
O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), se vale do mesmo argumento. "Serra não tem campanha nem a exposição de Dilma. Foi o tempo deles. Haverá o nosso."
Para o deputado Jutahy Magalhães, Serra voltará a crescer a partir do lançamento de sua candidatura. "Este período, até abril, é o mais difícil", admitiu.
Mas, a um mês do prazo fatal para o anúncio de sua candidatura, Serra expõe a aliados angústia acerca de sua decisão.
Ao mesmo tempo em que atua como candidato -patrocinando alianças estaduais e avalizando a montagem de uma estrutura de pré-campanha-, consulta conselheiros sobre a conveniência de abrir mão das chances de reeleição para concorrer à Presidência. De um colaborador, ouviu que é preferível tentar a reeleição.
Pela lei, Serra tem até 3 de abril para se afastar do governo para concorrer a outro cargo eletivo que não a reeleição.
No ano passado, Serra pediu ao PSDB suporte eleitoral nos Estados como condição para uma vitória em outubro. Mas, até hoje, o partido não definiu candidatos nem onde estão os seus principais líderes, como Ceará e Amazonas.
E sinais -como o fato de o deputado Ciro Gomes e Dilma terem sido convidados para a comemoração, organizada pelo governo mineiro, do centenário de Tancredo Neves, quinta-feira, em Belo Horizonte- só alimentam essa insegurança.
Enquanto o PT sacrifica seus candidatos em nome de uma aliança com o PMDB, a governadora Yeda Crusius não desiste da reeleição por um acordo com o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB).
Além da fragilidade dos palanques, Serra não esconde sua preocupação com a comunicação do partido. Com menor tempo na TV, ele não vê como o PSDB pode blindá-lo de boatos disseminados pelos petistas.
Outro alvo de apreensão é o risco de explosão de gastos do governo federal no próximo mandato. No PSDB, há quem defenda como ideal que Dilma assuma a conta para que o tucanato volte ao poder em 2014.
TOPO

FOLHA DE SÃO PAULO

01 de março de 2010

 
SUCESSÃO PRESIDENCIAL
Pesquisa enterra plano de Ciro, avaliam petistas
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Mais do que o crescimento de Dilma Rousseff, o resultado da pesquisa Datafolha mostrou, na avaliação de petistas, que está errado o discurso de Ciro Gomes (PSB) de que é preciso ter dois nomes para enfrentar o tucano José Serra na disputa pela sucessão presidencial.
O resultado, na leitura de lideranças do partido, indica que Dilma se consolidou como a candidata do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O ex-presidente nacional do PT, deputado federal Ricardo Berzoini (SP), já fala em vitória no primeiro turno. "Quando vinculamos a Dilma ao Lula e ao PT ela cresce muito. Temos pesquisas que mostram a possibilidade de avançarmos a ponto de não precisar de segundo turno", disse.
Reservadamente, os petistas avaliam que os números darão mais argumentos para os socialistas contrários à postulação de Ciro se posicionarem dessa forma dentro do partido. E também para o presidente Lula, que deseja uma única candidatura no seu campo de apoio e pretende convencer Ciro a disputar o governo de São Paulo e não o Planalto.
"Antes mesmo da pesquisa, nós já queríamos que ele [Ciro] se somasse a nós. Vamos ter no país uma disputa de dois projetos: o da Dilma e o do PSDB", afirmou o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP).
A diminuição da diferença entre José Serra e Dilma Rousseff para quatro pontos percentuais, para os petistas, mostra que a população percebe Serra como o candidato da mudança, enquanto Dilma é quem irá continuar e aprofundar os programas do atual governo -cuja avaliação positiva chega a 73% no levantamento.
"O resultado demonstra crescimento sustentável da Dilma e uma eleição polarizada entre o atual projeto para o país e o anterior", disse a deputada Maria do Rosário (PT-RS), do Diretório Nacional.
Segundo ela, a partir da pesquisa, o melhor para o país é que Ciro Gomes aceite ser candidato ao governo de São Paulo. "Ele é um nome nacional e entendemos isso, mas agora a melhor forma de contribuir é disputando em São Paulo", afirmou a deputada.
Conforme a pesquisa, Ciro tinha 13% em dezembro. Agora, fica com 12%, mesmo depois de voltar a se expor em programa na TV. Quando Ciro está fora, Serra tem 38%, contra 41% somados de Dilma e Marina Silva.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
ENCONTRO INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS
Sebrae realiza o XIV Encontro Internacional de Negócios
Integrando, definitivamente o circuito dos grandes eventos empresariais do país, o Encontro Internacional de Negócios do Nordeste chega à sua décima quarta edição com o mérito de reunir, em Fortaleza, empresários de países como Alemanha, Cabo Verde, Costa Rica, Chile, Espanha, França, Jordânia, Paraguai, Peru, Portugal, Senegal e Suíça, prontos para negociar com as cerca de 220 empresas do nordeste que devem participar do evento.

O encontro que é aberto às empresas que querem colocar seus produtos no mercado internacional, acontecerá de 28 a 30 de abril, no Centro de Negócios do Sebrae/CE.

Essa receita de sucesso promete ser ainda mais estratégica no momento econômico enfrentado pela Região, quando a diminuição das exportações, Registradas em 2009, sinalizam para a realização de eventos, como o XIV EINN, dentre uma série de ações necessárias para a retomada dessas perdas junto ao comércio internacional.

Nesse contexto, o XIV Encontro Internacional de Negócios do Nordeste preenche essa lacuna ao trazer o mercado para perto do produtor. O evento se destaca oferecendo oportunidades, procurando orientá-lo nesse primeiro contato ou dando continuidade a esse relacionamento comercial, avaliando e orientando sobre a sua capacidade de comercializar seu produto no formato atua! ou adaptado às exigências do importador.

Idealizado pelo Sebrae/CE e realizado desde 1996, o Encontro Internacional de Negócios do Nordeste tem tido importância fundamental na manutenção e estímulo do movimento do comércio internacional entre países convidados e os estados nordestinos que participam do evento, principalmente os países integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Com a expectativa de movimentar mais de 33 milhões de reais, superando a marca do ano passado, esta grande rodada de negócios vai concentrar empresários de diversas áreas, como os setores de Alimentos e bebidas industrializados (doces, sucos, geleias, lácteos, polpas de frutas, frutas processadas, refrigerante, cajuína, mel e derivados, sorvetes, cachaças, biscoitos, massas, farináceos, castanhas/ amêndoas, temperos e condimentos, carnes); Confecções e Têxtil (moda praia, íntima, infantil, masculina, modinha feminina, uniforme, acessório e complementos e tecelagem); Cosméticos e saneantes (produtos de beleza, perfumaria, produtos de limpeza (linha doméstica e profissional); Mate riais hospitalares e produtos para uso veterinário; Constai cão Civil (gesso, produtos de acabamento, cerâmica, tijolo telhas, materiais elétricos e hidráulicos, tintas, rochas e pedras), Floricultura e Artigo para decoração (luminárias, tapetes, adornos, cestaria e bordados).

Na programação, além da Rodadas, onde quem quer comprar e quem quer vender sentam à mesa para negocia serão montados showroons e produtos, o Salão do Importa dor, além de espaço para Apoio logístico-institucional aos participantes do evento.

SERVIÇO:
XIV ENCONTRO INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS DC NORDESTE
Data: 28 a 30 de abril
Informações: Sebrae 0800-570-0800 e (85)3255-6689
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
SINDUSCON
Sônia Pinheiro - CLIC
>> Roberto Sérgio Ferreira e Paula Frota, presidente e vice de Sustentabilidade do Sinduscon-CE, Maria das Graças Dias de Sousa e Patriolino Dias de Sousa, presidente e diretor da Dias de Sousa, e Maria Lúcia Forti, vice-presidente do Secovi, durante a entrega de certificados do Projeto Descobrindo Saberes, assinado pela Construtora Dias de Sousa, iniciativa destinada a crianças e adolescentes filhos de colaboradores da empresa via oferecimento de cursos de capacitação.

TOPO

O ESTADO

01 de março de 2010

 
LICENÇA MATERNIDADE
Fala leitor - Licença Maternidade
Não podemos encarar essa Lei como uma barreira contra as mulheres. Somente os maus empresários se manifestam contrário à aplicação do benefício, será que não haverá fiscalização ou monitoramento para proibir a discriminação? Que a Lei chegue e seja bem elaborada para não acontecer injustiças laborais. A mulher ainda é muito discriminada, ganha menos que o homem e são preteridas por qualquer motivo. Temos que lutar para não seguirmos por um caminho que signifique retrocesso. Nossas crianças agradecem o zelo dedicadas à elas.

César Baltazar
TOPO

O POVO

01 de março de 2010

 
MEDIAÇÕES DE CONFLITOS
Mediações de conflitos crescem 144,4% em 2009
De acordo com o Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE) em 2009 foram realizadas 132 mediações, 78 a mais do que em 2008. A lentidão no judiciário e a rapidez na resolução de conflitos foram os principais responsáveis pelo crescimento

A mediação de conflitos tem sido vista pelas empresas como melhor saída para resolver problemas trabalhistas. É o que aponta o Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT-CE). No ano passado, a Instituição realizou 132 mediações, sendo 102 em Fortaleza, 15 em Limoeiro do Norte, 6 em Juazeiro do Norte, 5 em Sobral e 4 em Crateús. Diferente das 54 ações resolvidas em 2008, o que representa um crescimento de 144,4%.

Segundo o procurador-chefe Gérson Marques, a lentidão no judiciário e a rapidez na resolução de conflitos por parte do MPT foram os principais responsáveis pelo aumento na procura dos empresários, sindicatos patronais e de trabalhadores pela Instituição. ``Muitas mediações evitaram a instauração de dissídios coletivos e, em alguns casos, até mesmo a deflagração de greves``, explica. Entre as campeãs de denúncias estão as empresas terceirizadas. ``São estabelecimentos com contratos com órgãos públicos, mas que quando terminam o acordo, fecham as portas, deixando os trabalhadores que estavam empregados sem receber nenhum direito``, diz.

Com o aumento na mediação de conflitos, diminuiu o número de ações propostas. Em 2009 foram apenas 76, contra um total de 242 no ano de 2008, representando uma redução de 68,5%. ``Isso mostra que fomos capazes de resolver administrativamente o maior número de conflitos, dispensando a necessidade de ingressar com mais processos no Judiciário``.

A redução no número de ações judiciais impactou também na participação dos membros do MPT-CE em audiências judiciais (aquelas realizadas nas Varas do Trabalho), que caiu de 195 participações em 2008 para 159 no ano passado (queda de 18,4%). Por sua vez, o número de audiências administrativas (aquelas realizadas no âmbito do próprio MPT) aumentou de 1.412 (em 2008) para 1.820 (em 2009), representando um crescimento da ordem de 28,9%.

No que se refere ao número de denúncias recebidas, o MPT-CE apontou em 2009 um aumento de 32,8%. Foram 1.531 reclamações de sindicatos e trabalhadores. As questões ligadas a reajuste salarial respondem por 80% dos processos. Em seguida vem reclamações por duração da jornada de trabalho (horas extras) e greve.

O presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Ceará (Atrace), Harley Ximenes, lembra que o trabalhador pode se precaver para evitar uma dor de cabeça no futuro. ``É bom que ele guarde todos os contacheques, tenha o contrato de pelo menos uma pessoa que esteja ou tenha trabalhado no mesmo período``.

ALGUNS DOS CASOS RESOLVIDOS

> Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre o Município de Maracanaú e três empresas terceirizadas assegurou o pagamento de R$ 854,2 mil a 744 trabalhadores demitidos com o fim do contrato de prestação de serviço.

> Mediação entre consórcio QGCC (Queiroz Galvão/Camargo Corrêa) evitou demissão imediata, em junho, de cerca de 850 operários que trabalhavam na construção do Metrô de Fortaleza (Metrofor).

> Mediação garantiu pagamento de rescisões contratuais a mais de 800 trabalhadores terceirizados da Coelce. Ficou acertado que repasses devidos pela Companhia às empresas só se dariam mediante comprovação de quitação.

> Mediações puseram fim a greves como a dos oficiais de Justiça e a dos topiqueiros.

> Mediação entre a Secretaria de Educação do Estado, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintro) e a empresa Servnac garantiu o pagamento de R$ 81,4 mil a 95 trabalhadores em razão de diferenças salariais decorrentes de convenções coletivas pelos servidores terceirizados

CAMPEÕES EM RECLAMAÇÕES
> Reajuste salarial
> Duração da jornada de trabalho (hora extra)
> Greve
Para Guardar
Documentos necessários para processo junto ao MPT:
- Carteira de Trabalho
- Contrato de Trabalho
- RG
- CPF
- Documentos que comprovem vínculo empregatício, como recibos de salários
TOPO

FOLHA DE SÃO PAULO

01 de março de 2010

 
IMPOSTO DE RENDA
Entrega da declaração do IR começa hoje
Receita libera programa às 8h; quem enviar logo, e tiver restituição, tem mais chance de receber dinheiro nos primeiros lotes

Declarar pela internet é a maneira mais fácil, rápida e segura de prestar contas ao fisco; este é o último ano para declarar em formulário

MARCOS CÉZARI
DA REPORTAGEM LOCAL

Hoje, a partir das 8h, os contribuintes já poderão entregar à Receita Federal as declarações do Imposto de Renda deste ano, referentes aos ganhos obtidos em 2009.
A entrega terminará às 23h59min59s (horário de Brasília) do dia 30 de abril.
Para prestar contas ao fisco o contribuinte tem de baixar dois programas no site da Receita: o da própria declaração e o Receitanet (este para enviá-la).
Quem enviar a declaração nos primeiros dias, e tiver restituição, terá mais chance de receber o dinheiro nos primeiros lotes -mensalmente, a partir de 15 de junho. Normalmente, o primeiro lote contempla os idosos (contribuintes com 60 anos de idade ou mais) e aqueles que enviam as informações nos primeiros dias.
Prestar contas ao fisco é uma tarefa relativamente simples, desde que o contribuinte esteja com a papelada em ordem. Os principais documentos para isso são o informe de rendimentos (fornecido pelas empresas ou pelo INSS, no caso de aposentados) e os informes financeiros (fornecidos pelos bancos). Esses documentos deveriam ter sido entregues aos contribuintes até sexta-feira.
Além desses, outros documentos necessários para prestar contas ao fisco são recibos de despesas médicas e de mensalidades escolares, notas de compra/venda de veículos, documentos que comprovem a compra/venda de imóveis, comprovantes de recebimento de aluguel, Darfs que comprovem o pagamento do carnê- -leão (para quem é autônomo ou recebe aluguel) etc.
Com todos esses documentos em ordem, e uma cópia da declaração do ano passado, o contribuinte não gastará mais de uma hora para fazer sua declaração. Por esse motivo, é aconselhável não deixar a entrega para os últimos dias.

Poucas mudanças
Não há muitas mudanças nas regras para a declaração deste ano. Duas delas, porém, vão reduzir significativamente o número de declarantes. A Receita espera receber 24 milhões de declarações (em 2009 foram 25,57 milhões de declarações).
A primeira mudança é a que fixa o valor do patrimônio que obriga o contribuinte a declarar. Para este ano, estão dispensados de declarar os contribuintes com patrimônio (dinheiro, imóveis, veículos etc.) de até R$ 300 mil, desde que não se enquadrem em qualquer outra hipótese que obrigue à entrega (até o ano passado esse valor era de apenas R$ 80 mil).
A segunda mudança importante refere-se aos titulares ou sócios de empresas. Agora, os titulares ou sócios de empresas de qualquer porte, mesmo inativas, que também estavam automaticamente obrigados a declarar, só precisam prestar contas à Receita se estiverem enquadrados nos demais critérios de obrigatoriedade.
Mesmo que não se enquadre em nenhuma dessas hipóteses que obrigam à entrega da declaração, o contribuinte que teve IR retido na fonte em 2009 terá de apresentar a declaração para receber o dinheiro de volta.

Serviço esclarece dúvidas
A partir do dia 9 deste mês, os leitores da Folha terão esclarecimentos sobre como fazer a declaração deste ano. As respostas, dadas pelos consultores da IOB, serão publicadas de terça-feira a sábado, no caderno Dinheiro.
Perguntas: por e-mail, para dinheiro@uol.com.br; fax, pelo fone 0/xx/11/3224-2287; e cartas, para al. Barão de Limeira, 425, 4º andar, Campos Elíseos, CEP 01202-900 - SP.
TOPO

DIÁRIO DO NORDESTE

01 de março de 2010

 
PRÊMIO CONTRIBUINTES CEARÁ
Economia diversa no Interior
O prêmio é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Sefaz, com o Sistema Verdes Mares (SVM)

A diversidade de atividades econômicas é a marca das regiões Central e Centro-Sul do Ceará. Grandes indústrias e micro e pequenos estabelecimentos movimentam a economia destas localidades em segmentos como a indústria de calçados, de tecidos, de alimentos, de móveis e tubulações, e várias empresas do setor do comércio, que garantem emprego e renda para a população, além de gerar divisas ao Estado por meio da arrecadação do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).

Na próxima quinta-feira, os principais grandes e micro e pequenos empresários destas regiões serão homenageados com o Prêmio Contribuintes Ceará 2009, que reconhece as empresas que mais contribuíram com o Estado na arrecadação do ICMS. A cerimônia ocorrerá no BNB (Banco do Nordeste) de Quixeramobim, e trará, como atrações da noite, a dupla Ítalo e Reno e o humorista Alex Nogueira.

A iniciativa está em sua 3ª edição e é fruto da parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), e o Sistema Verdes Mares (SVM). O prêmio conta com o patrocínio do Bradesco, Schincariol, M. Dias Branco, Banco do Nordeste, Petrobras e Oi.

Reconhecimento

Serão reconhecidas as 10 empresas que mais arrecadaram no período de novembro de 2008 a outubro de 2009.

Além destas, também receberão o prêmio as cinco micro e pequenas empresas das regiões com maior arrecadação do imposto. Desta forma, como a solenidade reunirá duas regiões, serão agraciadas 30 empresas.

Entidades filantrópicas

Mas não somente empresas são agraciadas com a comenda este ano. Por meio de um trabalho pedagógico, de incentivo à cobrança da nota fiscal na hora da compra, o Prêmio Contribuintes Ceará também premiará as três entidades filantrópicas que mais receberam recursos por meio do Programa Sua Nota Vale Dinheiro. Uma das novidades da edição deste ano, é o reconhecimento aos profissionais de contabilidade de cada região, bem como da inclusão das micro e pequenas empresas enquadradas no regime tributário do Simples Nacional.

As regiões Central e Centro-Sul do Ceará representam, juntas, 2,2% da arrecadação estadual. O valor pode parecer pequeno (já que a maior parte da arrecadação está concentrada na RMF), mas não é. Esse porcentual, se levado em conta o que o Fisco estadual arrecadou em 2009 (5,13 bilhões em ICMS), representa mais de 11 milhões.

O prêmio, este ano, registrará as empresas que, assim como o Estado, conseguiram garantir bons resultados mesmo em um período em que a crise financeira internacional ainda impactava a economia local. Ainda com a crise, o Estado garantiu uma arrecadação 9,5% superior à de 2008, saindo de R$ 5 bilhões para R$ 5,48 bilhões. Deste total, somente o ICMS, principal fonte de recursos do governo, garantiu R$ 5,13 bilhões aos cofres estaduais. Segundo o titular da Sefaz, Mauro Filho, o Ceará está ficando mais autônomo porque a sua arrecadação própria tem crescido mais do que as receitas de transferências. Enquanto a receita própria responde por 61,58% dos recursos totais, as transferências representam 38,42%.
TOPO