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Fortaleza, CE - terça-feira, 02 de março de 2010 |
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| AIRM - ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELAÇÕES COM A MÍDIA - UNIDADE DE CLIPPING | |
| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| PRÊMIO FIEC POR DESEMPENHO AMBIENTAL | |
| Economia - Desempenho ambiental | |
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Por Rubens Frota
A Federação das Indústrias do Estado está com inscrições abertas para as indústrias cearenses que queiram participar da 7a edição do Prêmio Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) por Desempenho Ambiental. O objetivo é reconhecer o esforço daquelas que tenham se destacado na conservação do meio ambiente e na implementação da qualidade ambiental dentro dos princípios do desenvolvimento sustentável. As categorias em disputa são Reuso de Água, Produção mais Limpa, Integração com a Sociedade e Educação Ambiental. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| FAEC - PALESTRA POLÍTICAS PÚBLICAS | |
| Faec discute políticas públicas | |
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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) realizou ontem o seminário “O que esperamos do próximo presidente da República?”, promovido pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) a fim de discutir as políticas públicas e elaborar sugestões para o setor agropecuário da região e do País. O evento reuniu diversos segmentos ligados ao agronegócio do Ceará, como Embrapa, Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Sebrae e Fiec, além de sindicatos rurais de cinco municípios cearenses.
Na oportunidade, foram discutidos os nove temas recomendados pela CNA: Política Agrícola, Meio Ambiente, Insegurança Jurídica, Alimentos Saudáveis, Processo Tecnológico, Logística, Qualificação Profissional/Educação, Responsabilidade Social, e Questões Regionais. De acordo com o presidente da Faec e vice-presidente de Infraestrutura e Logística da CNA, José Ramos Torres de Melo Filho, a Confederação orientou para que as discussões girem em torno de temas macroeconômicos que interferem diretamente na vida do produtor. “Estamos pensando em um programa, sem pensar na pessoa, inteiramente isento do problema de natureza ideológica, mas naquilo que prejudica a atividade”, explica, acrescentando que os temas da Região Nordeste serão apresentados posteriormente, em um seminário no estado da Bahia. SUGESTÕES Para o diretor de Agronegócios da Adece, Francisco Zuza de Oliveira, é importante para o novo Governo encontrar sugestões de cunho prático, debatidas de forma participativa pelos diversos segmentos do agronegócio. “Entre as sugestões discutidas, destaco como fundamentais para o Ceará a duplicação da BR-116, a construção da Transnordestina e a criação de entidade de pesquisa estadual a fim de aumentar a capacidade de doutores para gerar mais tecnologia para o campo”, afirma. O consultor Jack Schuaumann Júnior, da empresa Quatrocon, atuou como facilitador na formação dos quatro grupos e na elaboração das propostas durante o seminário. Os grupos debateram os nove temas sugeridos pela CNA e as questões regionais, elaborando uma relação de sugestões. “Eu acredito que essa iniciativa é importante, e com certeza vai refletir muito bem as demandas e expectativas do agronegócio cearense em relação ao próximo presidente da República”, opina o chefe da Embrapa Victor Hugo. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO - JORGE PARENTE | |
| Egídio Serpa - Livre Mercado | |
| Jorge Parente, vice-presidente da CNI e ex-presidente da Fiec, mantém sua posição a favor do estaleiro na área da ponta do Mucuripe. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| INDI - PRÊMIO CONTRIBUINTES CEARÁ | |
| Empresariado destaca Prêmio Contribuintes | |
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Prêmio corrobora com o cumprimento da lei e agrega transparência e notoriedade aos vencedores
Em apenas três edições, o Prêmio Contribuintes já se consolidou como um importante instrumento de reconhecimento das grandes e pequenas empresas do Ceará, que colaboram, através do pagamento de impostos, para o desenvolvimento do Estado. A outorga, além de corroborar para o cumprimento da legislação, agrega transparência e notoriedade a seus vencedores. Economistas, especialistas e empresários ratificam que a premiação, organizada pela Secretaria da Fazenda estadual (Sefaz) e pelo Sistema Verdes Mares (SVM), com o patrocínio do Bradesco, Grupo Schincariol, Moinho Dias Branco, Banco do Nordeste, Petrobras e OI, tem ajudado a alavancar a arrecadação tributária e, consequentemente, as ações do governo estadual em suas diversas áreas de atuação, cumprindo o objetivo central de incentivar as empresas que pagam corretamente suas obrigações fiscais. "O Prêmio Contribuintes representa a construção do desenvolvimento e o reconhecimento daqueles que o estão realizando. O comércio cearense representa muito nesse sentido e precisa disso. O Sistema Verdes Mares e a Sefaz estão de parabéns", comenta o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará, Honório Pinheiro. Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza (CDL), Freitas Cordeiro, é muito bom ser reconhecido na sua atividade. "O Prêmio Contribuintes chegou em boa hora, pois é mais um benefício que deve continuar sendo expandido para o setor. Trata-se de mais um estímulo do governo do Estado e do SVM, que reconhecem no empresário o esforço da sua colaboração para a administração pública. Antigamente, os governos não enxergavam a importância desse incentivo", destaca. Segundo o coordenador de Economia e Estatística do Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi), da Fiec, Pedro Jorge Ramos Vianna, a iniciativa é interessante e, cada vez mais, deve ser expandida e dinamizada. "É uma boa ideia, porque as empresas têm papel social, que se consubstancia muito com o pagamento dos impostos. A empresa que recebe a premiação está cumprindo a lei e contribuindo para que o Estado possa fazer a sua parte em ações sociais. Serve de motivação para que as empresas se sintam dispostas a contribuir", assinala. Na próxima quinta-feira, a solenidade de homenagem - que, em dezembro, agraciou os principais contribuintes da Capital e Região Metropolitana de Fortaleza - chega ao Interior, mais precisamente, à cidade de Quixeramobim, no Sertão Central. Lá, serão condecoradas as empresas que mais recolheram o ICMS das regiões Central/ Quixadá e Centro-Sul/ Iguatu, no último exercício fiscal. Depois, nos dias 17 e 30 de março, será a vez das organizações e companhias da região Norte/ Sobral e Sul/ Cariri, respectivamente. Conforme o economista e professor da Unifor, Ricardo Eleutério, a realização da outorga no Interior demonstra a consolidação da iniciativa no Estado. "É extremamente positiva essa capilaridade, pois irão transbordar os benefícios dessa ação para outros limites. O Prêmio Contribuintes traz mais transparência sobre as empresas que optam por boas práticas". Apoio "O Prêmio representa a construção do desenvolvimento e o seu reconhecimento" Honório Pinheiro, Presidente da Federação das CDLs "É o reconhecimento no empresário da sua colaboração para a administração pública" Freitas Cordeiro, Presidente da CDL Fortaleza "Serve de motivação para que as empresas se sintam dispostas a contribuir" Pedro Jorge Ramos vianna Coordenador do Indi, da Fiec | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Estaleiro segue na agenda da semana | |
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Câmara e Assembleia realizam audiências esta semana. IAB define posicionamento neste sábado
O debate sobre a instalação do Estaleiro Promar Ceará na Praia do Titanzinho, em Fortaleza, continua na agenda desta semana. A Câmara de Vereadores realiza audiência pública hoje, às 14h30min. Pela manhã, a casa legislativa recebe o secretário de infraestrutura de Fortaleza, Luciano Feijão, que vai apresentar o projeto da prefeitura para o Serviluz. Na quinta-feira, nova audiência pública acontece na Assembleia Legislativa do Ceará. No sábado, a diretoria e o conselho do IAB-CE volta a se encontrar para, finalmente, concluir os estudos sobre o tema. Estas discussões ocorrem em torno do projeto para implantação de um estaleiro que vai construir oito navios gaseiros do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Petrobras Transporte (Transpetro), subsidiária da Petrobras. A empresa ainda é virtual pois aguarda resultado da licitação. A questão virou polêmica pela oposição feita à localização do empreendimento. O governador Cid Gomes defende a instalação no Titanzinho como única opção no Estado. A prefeita Luizianne Lins é contra a ocupação do projeto naquela área. O presidente do IAB-CE, Odilo Almeida, garante que o posicionamento da entidade será divulgado na próxima semana. No sábado passado, diretores e conselheiros se reuniram e decidiram que vão analisar a questão sobre três diferentes pontos de vista. "Analisamos elementos a partir do ponto de vista do estaleiro, da Prefeitura, mais as potencialidades da área", explica. "No sábado, vamos concluir os estudos. O parecer final será divulgado na próxima semana". A opinião do IAB vai complementar o debate, que já ganhou o apoio favorável da Fiec. Na última sexta-feira, o presidente da Casa da Indústria, Roberto Macêdo, definiu o empreendimento como uma "necessidade estratégica" para o desenvolvimento do Ceará. De acordo com ele, "do ponto de vista do turismo, do meio ambiente e do visual de Fortaleza, não haverá prejuízos insuperáveis com a construção do estaleiro do Titanzinho". Para ele, "a construção do estaleiro enseja que Estado e Município se unam em ações de urbanização que resolvam os graves problemas há tanto tempo sofridos pela comunidade". Uma das entidades que assessoram o IAB nos estudos sobre o empreendimento é a Associação Profissional Geólogos do Ceará (APGCE). O presidente desta entidade, João Bosco Morais, diz que a localização tem que ser melhor estudada, assim como a possibilidade de outro local e se os custos e benefícios são favoráveis. "O melhor local é ali, mas faltam informações de projetos de engenharia, investidor, definir orçamento, de impacto ambiental e social", afirma. "Falta subsídio técnico e estudos atualizados. Não há estudos sobre correntes marinhas, efeitos na praia até o Icaraí. Muitas coisas estão obscuras. Segundo Bosco, "dizer que o estaleiro vai salvar o povo do Serviluz é perigoso. Os moradores não têm nenhuma formação tecnológica. Estaleiro requer mão-de-obra qualificada". | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| EXPORTAÇÃO PARA A FRANÇA | |
| Exportação para a França é incentivada | |
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Projeto entre o Ceará e a Comunidade Urbana de Dunkerque visa estimular o comércio exterior de forma simplificada
Cada vez mais, os produtos cearenses despertam o interesse de países europeus. Um projeto desenvolvido pela Comunidade Urbana de Dunkerque (região metropolitana da França que concentra 18 municípios, ao norte do país) visa estimular as micro e pequenas empresas (MPEs) do Ceará a exportarem de forma simplificada. "Identificamos que o Ceará tem potencial. Um dos pontos fortes é que as instituições trabalham de forma integrada", disse a coordenadora do projeto de cooperação entre a Comunidade Urbana de Dunkerque e Brasil, Pauline Dubois, ontem, durante visita ao Porto do Pecém (em São Gonçalo do Amarante). "O Estado também dispõe de produtos interessantes nos setores da fruticultura, calçados, artesanato, rochas ornamentais, confecções, alimentos e bebidas", completou Pauline. Ao conhecer a estrutura portuária do Pecém, a francesa disse ainda que ficou bem impressionada com as modernas instalações do lugar. Hoje, a comitiva francesa visitará o Porto do Mucuripe (em Fortaleza). Desburocratização O projeto de cooperação econômica e portuária entre Dunkerque e o Espírito Santo já é desenvolvido desde 2005, em parceria com a prefeitura de Vitória. Agora, a ideia é expandí-lo para os estados de Goiás e Ceará. "Fizemos uma análise das potencialidades do comércio exterior do Espírito Santo e dos serviços de exportação para as empresas menores. Percebemos que os serviços de exportação simplificados como o Exporta Fácil dos Correios ainda tem limites. Muitas não conseguem utilizá-lo por extrapolarem o limite dos 30 quilos por pacote. Então, encontramos duas soluções para resolver o problema: o Projeto Exporta Mais Marítimo (ainda precisando de aprovação da Receita Federal) e a instalação de um escritório de representação cearense em Dunkerque para dar apoio às empresas para se inserirem no comércio exterior", informa Pauline. Segundo ela, o escritório capixaba deve estar em operação dentro de dois meses. Já os escritórios cearense e goiano em seis meses. "Para que o projeto seja viabilizado, estamos justamen te buscando o apoio dos estados parceiros", informa Pauline. No Ceará, já manifestaram apoio às exportações das MPEs para a comunidade francesa de Dunkerque a Prefeitura de Fortaleza, o Governo do Estado, através da Agência Econômica de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), entidades como a Associação dos Municípios e Prefeitos do Estado do Ceara (Aprece), o Sebrae e Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e o Banco do Brasil. Conforme a presidente da Aprece, Eliene Brasileiro, a entidade articula o intercâmbio, em um trabalho de fortalecimento das relações internacionais. "O Ceará recebe essa missão técnica agora e, para o 2º semestre, devemos organizar outro encontro mais político", explicou Eliene, acrescentando que, em 2011, Fortaleza será sede do 4º Encontro da Cooperação Descentralizada Franco Brasileira. Sobre Dunkerque Dentro do território da Comunidade Urbana de Dunkerque (CUD) existem instituições e estruturas públicas ou semi-públicas responsáveis pelo desenvolvimento sustentável da área. O local, que abriga o 3º maior porto francês (situado estrategicamente próximo à fronteira com a Bélgica), concentra uma população de cerca de 230 mil habitantes. LÍVIA BARREIRA REPÓRTER | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| CIC - PALESTRA MANOEL CARNEIRO | |
| Lêda Maria - Passarelas | |
| Angola manterá negócios com o Ceará e, às 18h30, na Fiec, o ministro de Obras Públicas daquele país, Gen. Manoel Carneiro, se reunirá com a presidenta do CIC, Roseane Oliveira de Medeiros, para detalhar propostas. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| CIC - ROSEANE MEDEIROS | |
| Pompeu Vasconcelos - CIC | |
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Poderosos de todas as áreas desembarcaram quinta-feira, 25, no auditório Waldyr Diogo, na Fiec, para prestigiar a concorrida noite em que Roseane Medeiros tomou posse como presidente do CIC. Primeira mulher a comandar os destinos da entidade, a filha de Mariléa e do saudoso Marcílio Browne eternizou o momento, de pura realização, ao lado do ex-governador Lúcio Alcântara e de Guedes Neto, através das lentes do fotógrafo Levy Fonseca.
Depois de rasgar elogios à "oposição vigilante" do senador Tasso Jereissati em seu speech na Casa da Indústria, Francisco Pinheiro tem encontro marcado novamente hoje à noite com Luís Sérgio Santos e Tin Gomes, no Restaurante Vonjilô, por ocasião do lançamento da nova edição da Revista Fale!, que traz o vice-governador na capa.
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| CIC | |
| Sonia Pinheiro - BUSINESS | |
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Pós-Cabo Verde, o CE dá start a realização de negócios com outro país africano: Angola.
Para tanto, o Centro Industrial do Ceará recebe, logo mais (às 8h30), na Casa da Indústria (cobertura), o ministro de Obras daquele país, General Higino Carneiro. O meeting é aberto a todos os interessados em conhecer a oportunidade de negócios com Angola. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Construção do Estaleiro | |
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A decisão da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), manifestada pela palavra de seu presidente, empresário Roberto Macêdo, de respaldar o projeto de construção do estaleiro Promar Ceará, na Praia do Titanzinho, em Fortaleza, confere alto peso de influência nas forças engajadas em sua concretização. Indústria de base, o estaleiro acena inicialmente com a possibilidade de abertura de 1.200 empregos diretos, ocupação de área degradada com uma indústria estratégica e o desenvolvimento da economia naval disseminando a produção de embarcações de grande porte no Ceará.
A escolha para localização dessa obra na costa atlântica deve ser saudada com entusiasmo, a ela facilitando-se as pré-condições indispensáveis à abertura do respectivo canteiro de obras. Este é o tratamento que deve ser oferecido pelo Estado interessado na sua industrialização, sem dar espaço para polêmicas fúteis acerca de investimentos que promovem o crescimento econômico, único caminho para reduzir a pobreza. Desde quando foi feito o anúncio da localização dessa indústria naval, no Ceará, surgiram embaraços de toda natureza, muitos por desconhecimento do projeto e outros, pelas exigências burocráticas levantadas. A celeuma revela uma incompatibilidade contínua que se está verificando entre as iniciativas empresariais e os órgãos competentes para liberar a ocupação do espaço, alegando riscos de poluição, agressões ao meio ambiente ou preservação de área ambiental. A região do Titanzinho, há muito, encontra-se notoriamente poluída pela falta de controle urbano, possibilitando a ocupação irregular da faixa de praia onde se localizam residências e estabelecimentos comerciais e industriais, estes sujeitos aos cuidados com a segurança de seu funcionamento. O entorno do cais do Mucuripe, a rigor, não comportaria a presença de habitações precárias pelos riscos naturais causados a seus moradores. O estaleiro, se houver compreensão da parte dos governantes, possibilitará a redenção desse foco de miséria, mediante o uso racional da área navegável, abrindo oportunidade de trabalho para a população residente no bairro. Ademais, incorporará à cidade, de forma objetiva, um sítio potencialmente nobre, mas, até agora, sem utilidade prática, a não ser para a prática de um tipo de esporte. Opor-se ao progresso representa uma postura de atraso e de cegueira diante das transformações impostas pelo tempo. Quanto aos moradores do entorno do Mucuripe, a situação reclama um projeto habitacional, executado sob a forma de mutirão para prender o morador à sua casa, dotado de infraestrutura urbana e de equipamentos comunitários. O projeto Minha Casa, Minha Vida dispõe de recursos a preços acessíveis para o financiamento das moradias necessárias à elevação da qualidade de vida dos atuais moradores. Definido o apoio da Fiec ao estaleiro, restam outras barreiras que precisam ser ultrapassadas, sobretudo de natureza política, ligadas ao Município de Fortaleza. Pelo bom senso, o Ceará deve estar em peso, unanimemente, a favor do estaleiro, porque um Estado pobre não se pode dar ao luxo de perder uma indústria de base. | |
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| SENAI HOJE |
02 de março de 2010 |
| PRÊMIO FIEC POR DESEMPENHO AMBIENTAL | |
| Fiec vai premiar indústrias destaques na conservação do meio ambiente | |
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Desempenho Ambiental
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) está com as inscrições abertas para as indústrias cearenses que queiram participar da sétima edição do Prêmio Fiec por Desempenho Ambiental. O objetivo é reconhecer o esforço daquelas que tenham se destacado na conservação do meio ambiente e na implementação da qualidade ambiental dentro dos princípios do desenvolvimento sustentável. As categorias em disputa são Reuso de Água, Produção mais Limpa, Integração com a Sociedade e Educação Ambiental. Cada empresa pode concorrer com um projeto por modalidade de seleção, desde que tenha sido implantado até a data da inscrição e possa ser divulgado pela Fiec como modelo para outras indústrias. As inscrições podem ser feitas até 16 de abril, pelo www.sfiec.org.br/meioambiente ou no Núcleo de Meio Ambiente da Fiec: Avenida Barão de Studart, 1980, 2º andar. Na edição 2009, dez empresas concorreram ao Prêmio. As vencedoras foram a Gerdau Cearense, na categoria Integração com a sociedade; M. Dias Branco, Educação Ambiental; AmBev, em Reuso de Água; e Cerâmica Torres, Produção mais Limpa. Para saber mais ligue 85 3421-5916/5923. | |
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| AGENCIA DA BOA NOTÍCIA |
02 de março de 2010 |
| PRÊMIO FIEC POR DESEMPENHO AMBIENTAL | |
| Inscrições - Prêmio FIEC por Desempenho Ambiental | |
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Agenda
Até 16/04/2010 A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) está com inscrições abertas, até 16 de abril, para o Prêmio FIEC por Desempenho Ambiental, destinado a indústrias cearenses. O objetivo é reconhecer o esforço daquelas que tenham se destacado na conservação do meio ambiente e na implementação da qualidade ambiental dentro dos princípios do desenvolvimento sustentável. São quatro as categorias: Reuso de Água, Produção mais Limpa, Integração com a Sociedade e Educação Ambiental. Cada empresa pode concorrer com um projeto por modalidade de seleção, desde que tenha sido implantado até a data da inscrição e possa ser divulgado pela FIEC, de modo a servir de modelo para outras indústrias. As inscrições podem ser feitas no endereço eletrônico www.sfiec.org.br/meioambiente ou no Núcleo de Meio Ambiente (Numa) da FIEC (Avenida Barão de Studart, 1980, 2º andar). Mais informações: FIEC - (fones: 85 3421 5916 / 3421 5923) | |
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| ANTÔNIO VIANA ON LINE |
02 de março de 2010 |
| AÇÃO GLOBAL | |
| Eusébio vai sediar a 17ª Edição do Ação Global | |
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O município do Eusébio vai sediar a 17ª edição nacional do Ação Global. O anúncio foi feito no dia 25 de fevereiro passado, quando a coordenação do evento no Ceará apresentou todos os procedimentos e competências, bem como discutiu os locais para a realização da atividade. O evento acontecerá no dia 22 de maio, de 8 às 17 horas, simultaneamente em todo País, com a participação de artistas da Rede Globo, cobertura da TV Verdes Mares com flashes a nível nacional diretamente do evento para todo Brasil mostrando o andamento das atividades através de boletins informativos.
A coordenação do evento prevê o atendimento de 20 mil a 25 mil pessoas, através do apoio de 900 voluntários. O prefeito do Eusébio, Acilon Gonçalves (PSB) esta dando total apoio para o sucesso das atividades, já que o Eusébio foi o município do Estado escolhido para sediar a edição do Ação Global deste ano. Os locais onde acontecerão as prestações de serviços e outras ações serão os seguintes: Escola de Ensino Fundamental Neusa de Freitas e o Pólo de Lazer, que fica ao lado da Escola. A coordenação ficou surpresa positivamente com a estrutura física existente: salas amplas e arejadas, auditório climatizado, refeitório, sala para secretaria, sala para armazenamento de equipamentos e materiais, ginásio poliesportivo, campo de futebol, quiosques, dentre outros. O que, segundo a coordenação, facilitará a montagem e operacionalização das ações, além da localização que é bem estratégica. Participaram do encontro os secretários: de Governo e Desenvolvimento da Gestão, Eilson Fernandes; Finanças, Edmo Linhares; Ação Social, Francisca Eleusis; Segurança Pública, Lauro Leite; Cultura, Leo Abreu; Esporte e Lazer, Marcos Michel; Obras, Sebastião Albuquerque; o Coordenador Regional do Ação Global no Ceará, Paulo de Társio; o representante do Sesi/Senai do setor de saúde, Abelardo Rangel e o representante do Sesi/Senai para os setor de Ação Social) Veja os serviços que serão realizados: Saúde - Atendimento médico e dentário em quase todas as especialidades (carros próprios). Lazer - Brinquedos de vários tipos e Atividades de lazer serão proporcionadas a crianças e adultos Cultura - Apresentação de grupos musicais e folclóricos em palco - bandas de música, etc. Retirada de documentos - Posto do Banco do Brasil e CEF , retirada de CPF, carteira de identidade, e muitas e muitas outras atividades.
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| SENAI HOJE |
02 de março de 2010 |
| ANALISTA EM LOGÍSTICA | |
| Logística - Senai prepara programa para formar analista em logística | |
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O Senai do Ceará, de Pernambuco e do Pará trabalham em conjunto na elaboração de projeto para oferecer cursos destinados à formação de analistas de operações logísticas. De acordo com Fátima Neves, responsável pela ação no Ceará, o projeto está em fase inicial de definição da ementa do curso, etapa que está sendo desenvolvida por meio de videoconferências.
Fátima Neves destaca que o curso faz parte do Projeto de Estruturação de Núcleos Estratégicos para Desenvolvimento, Execução de Cursos a Distância e Fortalecimento da Atuação Corporativa da Rede Senai de Educação a Distância. O projeto conta com o apoio do Senai Nacional e tem a coordenação do Senai de Santa Catarina. Em Santa Catarina, a organização oferece cursos na área de logística nas cidades de Itajaí e Blumenau. | |
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| FOLHA DE SÃO PAULO |
02 de março de 2010 |
| PAC | |
| Maquiagem camufla os atrasos nas obras do PAC | |
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Obras têm prazo estendido de um balanço a outro e aparecem como dentro do prazo
Há casos em que conclusão fica para próximo governo, de fatiamento da obra para que parte ocorra no prazo e de sumiço de obra atrasada EDUARDO SCOLESE RANIER BRAGON DA SUCURSAL DE BRASÍLIA O governo federal maquiou balanços oficiais para encobrir um mega-atraso nas principais obras do PAC. Três de cada quatro ações destacadas no primeiro balanço do programa não foram cumpridas no prazo original. Lançado em 2007 com o objetivo de impulsionar a economia, o Programa de Aceleração do Crescimento é usado hoje pelo presidente Lula para certificar o que seria a capacidade de gerenciamento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Pré-candidata ao Planalto, foi apelidada por Lula de "mãe do PAC". No início do mês passado, Dilma comandou a divulgação do balanço de três anos do programa afirmando que 40% das ações previstas haviam sido cumpridas até aquele momento. Nas principais obras, apontava conclusão de 36%. Mas esse documento oficial, fartamente ilustrado, passa ao largo dos gargalos de calendário: nele é divulgada uma profusão de carimbos verdes com a palavra "adequado" para cada uma das principais obras, com pequenas exceções de carimbos amarelos ("atenção") e vermelhos ("preocupante"). A maquiagem das informações fica evidente em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes. Neles, descobre-se que muitas das obras que ostentam o carimbo verde passaram por uma revisão de metas e tiveram o seu prazo de conclusão dilatado, sendo que, para algumas delas, o desfecho foi postergado para a próxima gestão. Isso sem que o governo fizesse menção, de um balanço a outro, à mudança dos prazos. Além da manutenção do carimbo verde em obras com cronograma estendido, os balanços oficiais exibem outras manobras de maquiagem. Uma delas consiste no fatiamento da obra para que a conclusão de ao menos parte da ação ocorra no prazo. Outra mantém prazo de entrega, mas troca o objeto: em vez de conclusão da obra física, a meta passa a ser só "entrega do projeto". Além disso, há casos de a ação atrasada simplesmente desaparecer nos balanços seguintes. O primeiro balanço oficial do PAC se refere ao quadrimestre que vai de janeiro a abril de 2007. Destaca 76 grandes obras e ações, todas com metas estabelecidas. Ao confrontar esse documento com os balanços seguintes -principalmente com o último, o de três anos do programa-, constata-se que 75% dessas obras (57) sofreram atraso no cronograma, sendo 11 delas empurradas para o próximo governo, que assume em janeiro de 2011. Desse montante de 57 ações que não cumpriram a meta inicial, 38 ainda estão em andamento. Novos cronogramas apontam atraso médio de um ano e meio em relação ao prometido em 2007, mas nos balanços o governo reserva carimbos amarelo e vermelho para apenas seis (16%) delas. O governo sustenta que o sistema de carimbos é só um referencial para o risco de execução das obras e atribui os atrasos a fatores como chuvas, problemas na emissão dos licenciamentos e adaptações nos projetos. Entre as obras que o governo prometeu e entregou no prazo estão a Usina Hidrelétrica Salto Pilão (SC), a Petroquímica Paulínea (SP) e o campo de Frade, na bacia de Campos. Ao lançar a pré-candidatura de Dilma no congresso do PT, no mês passado, Lula elogiou a condução do PAC. "Posso dizer que nunca antes na história do país houve programa de investimento em infraestrutura tão organizado, tão discutido e tão planejado como nós fizemos o PAC." -------------------------------------------------------------------------------- Os balanços oficiais do PAC podem ser acessados em www.brasil.gov.br/pac/balancos outro lado Prazo é só um dos aspectos avaliados, afirma o governo DA SUCURSAL DE BRASÍLIA A Casa Civil da Presidência, responsável pela coordenação do PAC, informou que o sistema de avaliação das obras se concentra na "identificação dos riscos à realização dos empreendimentos" e que o cronograma é "apenas um dos elementos considerados na avaliação". "Obras com riscos potenciais, relacionados a entraves administrativos, ambientais, de projeto, quando ocorrem, levam o empreendimento ao selo de "atenção" ou "preocupante" ", afirmou a Casa Civil, em nota. "Quando o entrave é solucionado", prossegue, "o cronograma é obviamente ajustado e, se novos riscos não surgirem, o seu andamento passa a ser considerado como "adequado", como em qualquer avaliação realizada no setor público ou privado", prossegue a nota. A Casa Civil diz que apenas ações excluídas do PAC deixaram de ser publicadas. Sobre o desmembramento de obras, afirma ser uma forma de aprimorá-las. Ela reafirmou o dado de 40% das obras concluídas e disse que "analisar os resultados por qualquer outro recorte pode gerar distorções". Segundo o Ministério dos Transportes, a incidência de chuvas "por período acima do esperado", a busca de financiamento pelas empresas vencedoras e dificuldades na obtenção do licenciamento ambiental explicam os atrasos nas estradas e ferrovias. Já em relação ao trem-bala ligando São Paulo ao Rio, houve extensão do período de consulta pública. Por meio de sua assessoria, a Infraero atribuiu atrasos nos aeroportos a ajustes nos projetos, alguns determinados pelo Tribunal de Contas da União. Para a Secretaria Especial de Portos, processos de licitação e de autorização ambiental contribuíram para atrasos. "Tem que levar em consideração que algumas licitações e licenças ambientais são mais demoradas", disse o subsecretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário, Fabrízio Pierdomenico. A Petrobras nega atrasos. Fala em "redefinição dos prazos" e elenca uma série de motivos, entre eles o incremento de projetos, renegociações de valores -"nas obras da refinaria Abreu e Lima, os contratos renegociados refletiram redução de R$ 6,7 bilhões nos custos"-, volume de chuvas e situações adversas, como a da construção do gasoduto Urucu-Coari-Manaus. "Pela primeira vez uma obra de gasodutos terrestres foi executada em parte sob os rios, usando metodologia similar à adotada para dutos marítimos." Estradas, ferrovias, aeroportos e petroleiros estão atrasados DA SUCURSAL DE BRASÍLIA Um exemplo do atraso não reconhecido nos balanços é o reforço da frota nacional de petroleiros. Um dos lotes previa originalmente a construção e entrega de quatro navios até este ano. Hoje, o governo fala na conclusão do primeiro deles em 31 de dezembro. Mesmo assim, ganhou o carimbo verde. Já a construção de linhas de transmissão de energia entre Amazonas, Pará e Amapá, que segundo o primeiro balanço deveria ser concluída em dezembro, foi esticada para 2013. Das 134 ações destacadas no primeiro ano do PAC (2007), 77% (103) não foram ou não serão concluídas no prazo original. Das 11 obras em aeroportos, 9 (82%) não estão no prazo original. Nas rodovias, também foram 11 ações, sendo 9 descumpridas. Nas ferrovias, 5 das 6 tiveram prazos estendidos. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| LEI DAS EMANCIPAÇÕES | |
| 41 distritos cearenses querem a emancipação | |
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Os processos ainda não estão tramitando. A Lei das emancipações, no entanto, continua sendo questionada
Até a última sexta-feira, lideranças políticas e comunitárias de mais três distritos cearenses deram entrada no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa de documentos que possam ser transformados em processos de suas emancipações. Agora o Legislativo cearense tem um total de 41 pedidos de distritos que querem passar à condição de município. A maioria, 23, tem como interessados no processo de abertura das emancipações, deputados estaduais. O Estado do Ceará tem um total de 184 municípios. A Lei que permite a emancipação de distritos no Estado foi aprovada pela Assembleia no ano passado, mas está sendo contestada quanto à sua constitucionalidade em razão de ainda não haver sito aprovada a Lei Complementar Federal de que trata a Constituição, para que os estados possam criar novos municípios. Campos Belos, Parajuru e Ubiraçu, pertencentes aos municípios de Caridade, Beberibe e Canindé, respectivamente, foram os últimos distritos apresentados pelos seus representantes como habilitados a se transformarem em municípios. Relator No caso dos três distritos os interessados foram os deputados Tomaz Holanda (PMN), referente a Campos Belos; Fernando Hugo (PSDB), referente a Parajuru e Tomás Figueiredo (PSDB) que intermediou o pedido de Ubiraçu, juntamente com lideranças comunitárias de todos eles. Em alguns casos mais de um deputado está interessado na emancipação de um mesmo distrito. É o caso do distrito de Antônio Diogo, em Redenção, em que os interessados são os deputados Osmar Baquit (PSDB) e Artur Bruno (PT). Em outros casos o pedido de emancipação foi intermediado pelo parlamentar e por associações em defesa da emancipação. Vários pedidos tiveram como intermediador um mesmo parlamentar. O deputado Edísio Pacheco (PV) é interessado na emancipação de três distritos pertencentes a um mesmo município: Itapipoca. São eles, Assunção, Deserto e Cruxati. O assessor técnico da Comissão de Triagem e Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios, Luiz Carlos Farias, informa que por enquanto nenhum relator foi designado para acompanhar o processo para emancipação. Tramitação Luiz Carlos explica que depois de protocolado o pedido de emancipação, a Comissão de Triagem checa a sua admissibilidade. Após esse passo, os pedidos seguem para a Mesa Diretora da Casa, responsável por designar um deputado que ficará responsável em relator o processo, após examinar os subsídios oferecidos pelas partes interessadas e as exigências da Lei. É o relator, esclarece, que irá pedir as informações de cada distrito que pretende se emancipar, incluindo o estudo de viabilidade junto aos órgãos como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto de Pesquisa Econômica do Ceará (Ipece), a Secretaria da Fazenda (Sefaz), dentre outros. A intenção é que os pareceres para os processos de emancipação sejam emitidos até o início de junho, para que a Assembleia possa convocar os plebiscitos junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a fim de ser realizado juntamente com as eleições deste ano, em outubro.
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| POLÍTICA AGRÍCOLA | |
| Produtor quer política agrícola mais justa | |
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Tema foi debatido, na manhã de ontem, em um seminário na Faec que irá definir soluções para o setor do agronegócio
Representantes e profissionais do agronegócio cearense, que estiveram presentes, na manhã de ontem, na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec/CE), debateram a atual forma de gerenciamento agrícola nacional. Entre as conclusões: a incompatibilidade da região nordestina com política que beneficia o restante do País. Segundo o presidente da Comissão Nacional de Fruticultura da Confederação e Pecuária do Brasil (CNA), Carlos Prado, a política praticada pelo governo brasileiro é baseada no crédito, seguro rural e sustentação de preço. Contudo, na opinião dele e dos demais participantes do encontro, de uma forma geral, o crédito e o seguro têm sido insuficientes; bem como a sustentação de preço, que é voltada para a cultura de grãos, como soja, por exemplo, produzida em grande escala nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. "O clima e o solo do Nordeste não ajudam em relação a esse tipo de lavoura com alta tecnologia, resguardada pela política agrícola", afirmou Prado. "Queremos um política diferenciada para o agricultor nordestino e que sejam consideradas as características e particularidades do Nordeste", assinalou. De acordo com o presidente da Faec, José Ramos Torres de Melo Filho, ocorrerão novos encontros com os estados de todas as regiões do País, e, posteriormente, o último debate nacional com a presença de representantes de todas as classes da sociedade civil, para definir o texto do documento final que será entregue aos candidatos à Presidência da República. "Nesses moldes nunca foi feito um material assim. Esperamos que o documento com nossas opiniões saia mais rico e bem elaborado", afirmou Torres de Melo. Meio Ambiente, Segurança Alimentar, Processo Tecnológico, Responsabilidade Social e Insegurança Jurídica foram outras temáticas abordadas pelo evento. Esta última, segundo o assessor técnico da Faec, Antônio Macedo, fez referência à propriedade rural. Um dos aspectos sugeridos pelo segmento aos candidatos ao cargo maior do executivo brasileiro tratou da otimização dos recursos federais em capacitar tecnicamente e oferecer estímulos creditícios para que as terras se tornem produtivas, gerando emprego e reduzindo o número de assentamentos. "Além disso, vários assentamentos no Ceará estão com vagas, o que economizaria tempo e dinheiro do governo na abertura de novos assentamentos", sugeriu Macedo. Ele salientou ainda que o decreto 433, de janeiro de 1992, pode ser a solução para os problemas de desapropriação de imóveis rurais. "Esse decreto permite a negociação entre as partes para que o imóvel seja vendido, sem necessidade de invasão. Isso reduziria significativamente o problema", garante o assessor técnico. ILO SANTIAGO JR. ESPECIAL PARA ECONOMIA | |
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| FOLHA DE SÃO PAULO |
02 de março de 2010 |
| BNB | |
| Justiça manda ex-dirigentes do BNB devolverem R$ 7 bi | |
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BANCO DO NORDESTE
DA AGÊNCIA FOLHA O ex-presidente do BNB (Banco do Nordeste) Byron Costa de Queiroz e três ex-diretores da instituição foram condenados pela Justiça Federal no Ceará à perda de direitos políticos e ao ressarcimento de R$ 7 bilhões pela suspeita de atos de improbidade administrativa, supostamente ocorridos entre 1997 e 2000. Cabe recurso. A sentença é de setembro do ano passado, mas veio a público somente ontem, por meio do MPF (Ministério Público Federal) do Ceará. Além de Queiroz, foram condenados os ex-diretores do BNB Raimundo Carneiro Sobrinho, Osmundo Rebouças e Ernani de Melo e os ex-funcionários Marcelo Bonfim e Antônio de Menezes. Todos recorrem da sentença, mas os recursos não têm efeito suspensivo -ou seja, a decisão continua valendo. Os seis são acusados pelo MPF de terem desobedecido a regras do Banco Central e deixado de reservar R$ 2,5 bilhões do patrimônio do BNB para o pagamento de empréstimos não quitados, entre outras práticas ilegais. Esse procedimento, que é obrigatório, teria quebrado o banco à época. O advogado de Byron Queiroz, Anastácio Matos de Sousa Marinho, que também representa outros dois acusados, foi contatado pela reportagem, mas não ligou de volta. Os outros três advogados não foram encontrados. (ESTELITA HASS CARAZZAI) | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| BNB | |
| Ex-dirigentes do BNB deverão pagar R$ 7 bi | |
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Além de multas e ressarcimento de prejuízos, há suspensão dos direitos políticos, mas cabe recurso
A Justiça Federal condenou, em primeira instância, o ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Byron Costa de Queiroz, três ex-diretores e dois ex-superintendentes a ressarcirem prejuízos financeiros causados à instituição no período de 1997 a 2000. Além de multas, que variam de R$ 70 mil a R$ 200 mil e da perda de direitos políticos, os condenados podem ser obrigados a ressarcir os prejuízos, que podem ultrapassar R$ 7 bilhões. Proferida em 2 de setembro do ano passado, mas divulgada apenas ontem, pela Procuradoria da Justiça do Ceará, a decisão atinge os ex-diretores Raimundo Nonato Carneiro Sobrinho, Osmundo Evangelista Rebouças e Ernani José Varela de Melo, além de Marcelo Pelágio Costa Bonfim e Antônio Arnaldo de Menezes, ex-superintendentes do BNB. A Byron Queiroz foi determinada a pena mais elevada: multa de R$ 200 mil e suspensão, por oito anos, dos direitos políticos. Os réus foram condenados por omissão de constituição de provisões, pela não classificação das operações de contas em atraso e créditos em liquidação. Eles foram acusados de improbidade administrativa pelo Ministério Público do Ceará (MPF-CE), por terem autorizado rolagem de dívidas sem quaisquer análises técnicas e por não providenciarem a execução dos valores devidos, causando prejuízos ao banco. Carta reversal Segundo a sentença, a rolagem em bloco das dívidas era feita com a utilização reiterada de um instrumento denominado carta-reversal. Para o juiz federal João Luis Nogueira Matias, a manobra traduzia uma evidência de que as operações realizadas pelos envolvidos tornava em condições normais, devedores contumazes da instituição, a mais de cinco anos. "Inevitáveis os prejuízos ao BNB, vez que a situação contábil da instituição restava prejudicada pelo não provisionamento do crédito podre. Ademais, também não se providenciava a execução dos valores devidos", explica o juiz. Defesa O advogado de Byron Queiroz, Anastácio Matos de Sousa Marinho, disse que já recorreu da decisão, junto ao Tribunal Regional Federal (TRF- 5ª Região), em Recife, onde já foram julgadas e revogadas outras duas acusações contra o ex-presidente do BNB. Segundo Marinho, as cartas reversais foram instrumentos aprovados à época pelo Banco Central, bem como todos os balanços financeiros do BNB, no período. Questionada, a direção do BNB disse que não falaria sobre a condenação de Byron Queiroz. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| GENERAL HIGINO CARNEIRO | |
| Egídio Serpa - Bom | |
| Hoje, às 18h30, o Centro Industrial do Ceará recebe o ministro de Obras de Angola, general Higino Carneiro. Ele está aqui prospectando oportunidades de negócios. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| SEMANA DA MULHER | |
| Pompeu Vasconcelos - UP | |
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Semana da Mulher
Na posse de Roseane Medeiros na presidência do CIC, a presença da senadora Patrícia Saboya e da prefeita Luizianne Lins comprova que as mulheres, definitivamente, conquistaram e ocupam um importante espaço em nossa sociedade. | |
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| FOLHA DE SÃO PAULO |
02 de março de 2010 |
| SALDO COMERCIAL BRASILEIRO | |
| Saldo comercial cai 82% no 1º bimestre | |
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Superavit de US$ 394 mi em fevereiro é o mais baixo para o mês desde 2002; importações crescem o dobro das exportações
Governo espera mais vendas nos próximos meses, com embarque de commodities; crescimento do país explica descompasso na balança EDUARDO RODRIGUES DA SUCURSAL DE BRASÍLIA Apesar do desempenho recorde da média diária das exportações para o segundo mês do ano, o crescimento das importações em fevereiro para um patamar também inédito para o período derrubou o saldo comercial brasileiro. O resultado, US$ 394 milhões, é o mais baixo para o mês desde 2002, quando o comércio do país com o exterior registrou superavit de US$ 265 milhões. Com o saldo negativo de janeiro em US$ 166 milhões, o primeiro bimestre de 2010 registrou um superavit (US$ 228 milhões) 81,5% inferior ao do início de 2009. Diante desse cenário, o mercado já prevê um resultado em torno de US$ 10 bilhões neste ano, bem inferior aos US$ 25,3 bilhões de 2009. A recuperação de mercados internacionais, principalmente países emergentes, ajudou a elevar as exportações brasileiras no mês, para US$ 12,197 bilhões -alta de 27,2% ante fevereiro de 2009, quando a crise ainda causava maiores impactos sobre o comércio mundial. No entanto, o ritmo de crescimento da economia brasileira nos últimos meses, aliado ao câmbio favorável, deu um impulso de 50,8% às importações na mesma comparação, para US$ 11,803 bilhões em fevereiro deste ano. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, o menor saldo comercial já era esperado. "São dois fenômenos interligados. Na medida em que o país exporta mais, precisa importar mais insumos para a produção industrial. Além disso, com o mercado doméstico aquecido, há aumento nas compras para suprir o que não se fabrica no país", afirma. Embora a base de comparação seja baixa, ele destacou o crescimento das vendas em relação a 2009, sobretudo para a Argentina, cujo aumento nas compras de produtos brasileiros foi de 66,1%, movimento liderado pela cadeia automotiva. Além disso, disse Barral, o volume de exportações normalmente decola a partir de abril, quando os embarques de commodities, como a soja, intensificam-se. "O superavit pode ser maior nos próximos meses. Provavelmente não teremos deficit no ano", afirmou. Para o economista do Itaú-Unibanco Darwin Salles Dib, o descompasso na balança é normal porque as importações tendem a reagir mais rápido ao crescimento doméstico do que as exportações em relação à recuperação externa. "O Brasil se expande mais rápido que o resto do mundo. Mesmo se crescesse na mesma taxa, haveria saldo menor neste ano." Deficit não preocupa já Apesar da estimativa do banco para um superavit de apenas US$ 2 bilhões em 2010, Dib afirma que um eventual deficit nas transações correntes de até 3% do PIB (soma de bens e serviços produzidos no país) neste ano ainda não deve causar preocupação. "O importante é que essa necessidade de financiamento externo seja preenchida por investimentos." Na opinião de Daniela Prates, professora do Instituto de Economia da Unicamp, ainda que a conta de transações do Brasil com o exterior não revele riscos no curto prazo, o acúmulo de deficit ao longo dos anos pode levar o país a uma situação insustentável. "Muitos fabricantes têm optado por deixar de competir no acirrado mercado estrangeiro para focar as vendas no mercado doméstico. O problema é que esses exportadores podem desaparecer nos próximos anos, por não conseguirem recuperar espaço fora do país, gerando ainda mais desequilíbrios nessa conta." | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| MEDIDAS PARA ESTIMULAR EXPORTAÇÃO | |
| Medidas vão estimular comércio | |
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Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento preparam medidas de estímulo às exportações. Setor privado vai opinar
Brasília O governo espera receber na quarta-feira novas contribuições do setor privado para as medidas de estímulo aos exportadores que estão sendo preparadas pelos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Segundo o secretário de comércio exterior do ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, o assunto deve ser discutido durante a reunião do Grupo de Acompanhamento do Crescimento (GAC), formado por empresários de vários setores, que acontece amanhã no Ministério da Fazenda. "Não há uma medida. São várias medidas tecnicamente complexas", disse o secretário. Segundo Barral, entre as propostas em estudo há questões cambiais, que estão sendo analisadas pelo Banco Central, além de medidas de simplificação de comércio. Na semana passada, representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) estiveram no Ministério da Fazenda para se queixar da queda de 40% nas suas exportações em 2009 e pedir ao governo medidas que possam ajudar a recuperar as vendas. Apesar do bom momento vivido no mercado interno, as exportações do setor sofrem com a retração do mercado internacional, além do câmbio valorizado, que diminui a rentabilidade das vendas ao exterior. Os empresários tentam influenciar as discussões do pacote de medidas para estimular as exportações, previsto para ficar pronto em meados de março. Entre as propostas em estudo está a devolução mais rápida de créditos tributários para os exportadores. Para não onerar demais os cofres púbicos, espera-se que a medida pode ser implementada apenas para alguns segmentos exportadores ou por porte da empresa. O governo também discute iniciativas para baratear e facilitar o acesso ao crédito para os exportadores. O Ministério da Fazenda e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tentam finalizar uma proposta de criação de um banco de fomento às exportações, nos moldes do Eximbank norte-americano. A proposta de criação de um Exim brasileiro foi anunciada em maio de 2009, mas gerou uma disputa entre MDIC e Fazenda. O governo tenta concluir o modelo do novo organismo ainda este mês. Duas reuniões ocorreram na semana passada entre Fazenda e BNDES. O ministério do Desenvolvimento defende a centralização de todos os instrumentos de comércio exterior, como seguro de crédito e financiamento, no mesmo órgão, que funcionaria como uma subsidiária do BNDES. No entanto, o ministério da Fazenda não quer perder o poder de aprovar todas as operações do Programa de Estímulo às Exportações (Proex) e do Fundo Garantidor de Exportação (FGE), dentro do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig). Fonte da Fazenda disse que a discussão avançou nos últimos dias, mas ainda "há arestas" para serem aparadas. O Banco do Brasil, que administra o Proex, também apresentou uma proposta de Eximbank. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| MINÉRIO DE FERRO | |
| Minério cearense é cobiçado por empresas nacionais | |
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Empresas nacionais negociam com uma firma carregadora a exportação de minério cearense. Primeira exportação do Estado chega a 60% de carregamento do navio Apóstolos, que deve estar pronto para seguir viagem à China amanhã
Andreh Jonathas andreh@opovo.com.br Cinco empresas nacionais negociam com a Tecer Terminais Portuários o contrato de carregamentos de minério de ferro e manganês do Ceará para exportação, informou ao O POVO uma fonte ligada à empresa.0 ``São brasileiras, mas vão explorar minério de ferro e manganês no Ceará. Tem uma que vai começar a extrair no segundo semestre. Essa é de Goiás``, disse. O nome das empresas ainda se mantém em sigilo, mas conforme repassou, algumas empresas já solicitaram licença de exploração e estão em fase avançada de negociação com a Tecer. O Ceará passa por um momento de redescoberta do seu potencial para exploração e exportação de minério. O cenário é considerado favorável em função da grande quantidade de pequenos jazimentos de minério de ferro; produto de qualidade; logística barata e pelo interesse do mercado chinês, conforme vem defendendo o Governo do Estado. A Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) estima um potencial de 12 milhões de toneladas por ano de minério de ferro, conforme O POVO informou em reportagem dia 23 de fevereiro. As empresas interessadas no produto cearense são de Goiás, duas do Bahia, duas do Rio Grande do Norte, e uma local, informou a fonte da Tecer. Conforme o chefe do distrito Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) no Ceará, há duas concessões de lavra para extração de manganês em Quiterianópolis e Novo Oriente para a Libra & Ligas do Brasil S/A. Mas esses processos são de 1959. Parceria A empresa chinea Globest, que realiza a primeira exportação de minério de ferro do Estado, se mantém silenciosa quanto às possíveis parcerias com outras grandes empresas chinesas. O POVO apurou, no entanto, que estão nos planos trabalhar em conjunto. ``Não há nada concreto, mas a gente está aberto``, afirmou uma fonte ligada à diretoria da empresa. A Globest investe em um mercado antes desacreditado no Ceará. Mesmo enfrentando dificuldades, a empresa afirma continuar acreditando em bons negócios. ``Não é fácil o que a Globest está fazendo. A gente já acreditava que era possível. Mas o mercado depende de uma série de fatores. No caso da Globest, foi um pioneirismo. No passado, talvez pensasse duas vezes para fazer. Se analisar que tipo de empresa está no mercado, vai entender que uma experiência dessa só se faz quando se enxerga uma oportunidade. Estamos tentando conseguir o negócio``, declarou. 1ª carga de ferro do CE sai amanhã A primeira exportação de minério de ferro do Ceará está na fase de embarque. Cerca de 60% das 75 mil toneladas vendidas à China já foram carregadas no Navio Apostolos até ontem. O produto foi extraído pela chinesa Globest em São José do Torno, Sobral, e deve partir amanhã. A proposta da Globest é levar 300 mil toneladas à China em 2010, com um carregamento a cada dois meses. "Está tudo conforme o planejado. A gente vai se aprimorando para os próximos embarques. É a primeira vez, por isso, nunca é exatamente como se quer``, afirmou uma fonte ligada à diretoria da Globest. (AJ) | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| SUDENE | |
| Edilmar Norões - Bancada pressiona | |
| Embora sejam poucas as perspectivas de que, no ano eleitoral, o Congresso cumpra uma pauta com as questões como as de interesse da região nordestina, valeu o esforço da bancada levar ao presidente da Câmara, Michel Temer, essa preocupação regional, E saber de, "demandas reprimidas, como a que trata da reestruturação da Sudene, mais se justifica a oportunidade desse encontro provocado pela representação do Nordeste com o presidente Michel Temer". | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| FNE | |
| Vertical S/A - Dinheiro do FNE para hotéis | |
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Por Jocélio Leal
Amanhã em Fortaleza, na sede do BNB, no Passaré, o ministro do Turismo, Luiz Barreto, anuncia uma ação do Governo Federal para induzir a renovação e ampliação do parque hoteleiro nacional. Mira na Copa e nas olimpíadas. Ele lança uma linha de crédito de R$ 312 milhões com recursos do FNE. Além do dinheiro para o Nordeste, estão sendo criadas linhas de crédito nos mesmos moldes com recursos dos Fundos Constitucionais do Norte e do Centro-Oeste, a serem lançadas até abril. Afora o caixa dos fundos constitucionais, em janeiro, Barreto já lançara em janeiro uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para reforma e ampliação de hotéis. Os recursos são do BNDES, que se comprometeu a dobrar o volume caso haja demanda. O prazo de pagamento varia de 8 a 12 anos, no caso de reforma, e de 12 a 18, no de construção ou ampliação de hotéis. Quanto mais ambientalmente sustentável, com base em normas do Inmetro, mais prazo. A propósito, segundo o NYTimes, a Embratur fechou com o YouTube a abertura de canal próprio no site. Juntará vídeo clipes com o Google Maps. Fica no youtube.com/visitbrasil. Começa com 85 vídeos de atrações e destinos turísticos brasileiros. Sim, tem filmes sobre o Ceará. | |
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| FOLHA DE SÃO PAULO |
02 de março de 2010 |
| INFLAÇÃO | |
| Mantega descarta inflação de demanda no Brasil neste ano | |
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Indústria nacional terá condições de expandir a oferta, afirma ministro durante evento na Fiesp
PAULO DE ARAUJO COLABORAÇÃO PARA A FOLHA O ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou ontem a possibilidade de o país sofrer pressões inflacionárias devido a dificuldades do setor industrial para expandir sua oferta. Em reunião na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mantega questionou os empresários sobre a capacidade que o setor terá para atender a demanda industrial, que, segundo ele, deve apresentar crescimento entre 7% e 7,5% neste ano. "Essa foi a minha indagação, mas não vejo nenhuma dificuldade de aumento de oferta da indústria", afirmou o ministro. Segundo ele, os indicadores que medem o nível de utilização de capacidade instalada "muitas vezes dão a ideia de que a indústria está em seu limite". "Mas, na realidade, sobra capacidade do ano passado, e a indústria está fazendo investimentos para expandir essa capacidade de produção." Para Mantega, "está afastada a possibilidade de inflação de demanda". Ao seu lado, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse que o governo precisa ter "cautela" justamente para não tomar medidas que desestimulem a demanda. Ele se referia à possibilidade de o Banco Central elevar a taxa básica de juros já na próxima reunião. "Não há a menor dúvida de que não é momento de aumentar juros. Não existe razão para isso." Na semana passada, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse que a instituição não evitará decisões que possam parecer impopulares ou "antipáticas" para segurar a inflação no país, em um sinal de que o Banco Central poderá elevar os juros já na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Para Mantega, porém, há um "mau entendimento" em relação às declarações de Meirelles. "Não vejo ameaça iminente de alta de juro." "O Banco Central tem dado a sinalização correta. No ano passado, os juros foram reduzidos para um patamar razoável, talvez aquém do que gostaríamos, mas poderemos, no futuro, voltar a ter um juro real em torno de 2,5% ou 3%. Mas o BC sabe quando deve aumentar e quando deve abaixar os juros." Exportações Mantega afirmou que a crise de endividamento vivida por países da União Europeia, como Grécia, Portugal, Itália e Espanha, pode retardar a recuperação do comércio exterior no Brasil. "Mas isso não afeta o nível de crescimento esperado para o país." Para ele, o PIB (Produto Interno Bruto) do país deve crescer entre 5% e 6% neste ano. | |
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| FOLHA DE SÃO PAULO |
02 de março de 2010 |
| DÓLAR | |
| Dólar volta a ficar abaixo de R$ 1,80; Bolsa sobe 1% | |
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Tremor no Chile eleva cotação de commodities metálicas
EPAMINONDAS NETO DA FOLHA ONLINE TONI SCIARRETTA DA REPORTAGEM LOCAL A taxa de câmbio brasileira terminou ontem abaixo do patamar psicológico de R$ 1,80 pela primeira vez em seis semanas, enquanto a Bolsa paulista teve sua terceira sessão seguida de ganhos. Os mercados reagiram bem às notícias sobre aquisições bilionárias e mostraram menos nervosismo a respeito da delicada situação europeia. A moeda americana recuou 0,55% e terminou negociada a R$ 1,797. O mercado de câmbio movimentou apenas US$ 2,7 bilhões, volume bastante abaixo dos US$ 4 bilhões da média até meados de fevereiro. Ontem, o Banco Central adquiriu a moeda a R$ 1,796, mexendo muito pouco com a taxa. A explicação para a queda ontem do dólar não foi unânime. Logo pela manhã, os relatórios de gestores financeiros e corretoras mencionavam rumores de uma possível ajuda financeira da União Europeia à Grécia, país da zona do euro abalado por problemas nas contas públicas. Oficialmente, a UE se limitou a pedir reformas estruturais ao país mediterrâneo para sanear seus deficits. Outros analistas citaram a ação dos agentes financeiros quando o preço da moeda americana encostou em R$ 1,79, algo que já havia ocorrido por instantes na semana passada. Investidores trabalham com patamares máximos e mínimos de preços e mantêm ou desmontam "apostas" conforme a cotação atinge esses valores. Abaixo de R$ 1,80, a taxa de câmbio pode ter disparado ajustes que deixaram o dólar pouco acima da cotação mínima do dia, de R$ 1,795. Para profissionais das corretoras, a moeda norte-americana deve oscilar em torno de R$ 1,79 ou abaixo disso nos próximos dias, caso o otimismo seja reforçado. "Se os próximos indicadores dos EUA forem bons, nós podemos ver o dólar até caindo muito rapidamente", diz Reginaldo Galhardo, diretor da corretora Treviso. No mercado de ações, a Bolsa iniciou março com alta de 1,09% no Ibovespa, que terminou marcando 67.227 pontos. A Bolsa movimentou R$ 5 bilhões, também abaixo da média de R$ 6,5 bilhões de fevereiro."Começamos bem março, mas o volume só vai voltar com os estrangeiros", disse Pedro Galdi, da corretora SLW. Para Osmar Camilo, analista da corretora Socopa, o Ibovespa tem condições de passar de 70 mil pontos ainda em março, se houver uma trégua na instabilidade global. "Não estamos tão longe assim." O terremoto no Chile elevou os preços de commodities metálicas, em particular o do cobre, que subiu 3,71%. Também pressionou o preço do níquel, que subiu mais 4,27%; nos últimos 30 dias, o níquel já acumula alta de 18,56%. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| TAXA DE JUROS | |
| Banco Central deve manter taxa de juros, diz Mantega | |
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O ministro da fazenda, Guido Mantega, comentou que o Banco Central (BC) só irá aumentar os juros ``se houver risco de descumprimento da meta``. Atualmente a Selic está em 8,75% ao ano
O ministro da fazenda, Guido Mantega, comentou que o Banco Central (BC) só irá aumentar os juros ``se houver risco de descumprimento da meta``. Ele elogiou a atuação do BC na gestão da política monetária e destacou que a instituição é a autoridade que responde pela gestão da Selic no País. Mantega salientou que o Banco Central, até agora, não fez nenhuma manifestação de que vá aumentar os juros no curto prazo. Embora ele tenha destacado que, se o BC observar em suas análises técnicas que é necessário um aumento da Selic, isso será feito sem problemas. Hoje a Selic está em 8,75% ao ano. O ministro afirmou que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, fez um comentário correto e adequado na última sexta-feira, segundo o qual a autoridade monetária não vai ser influenciada pelo calendário cívico, ou seja, pelo evento das eleições, para tomar decisões relativas à política monetária. Mantega apontou que há especialistas de mercado que expressam uma grande preocupação com a inflação no curto prazo e apontam que o Banco Central pode aumentar a Selic no dia 28 de abril ou em duas semanas (17 de março), quando ocorrerá o próximo encontro do Copom. O ministro, entretanto, citou que, se por exemplo a economia começar a crescer a uma velocidade muito alta, de 6,5% a 7%, e isso estiver causando elevação forte da inflação, o Copom agirá com a sua independência técnica. ``Não haverá pressão de demanda sobre a indústria, não há ameaça iminente de alta dos juros``, declarou. Na semana passada, o BC aumentou o compulsório, uma medida para reduzir a liquidez da economia em R$ 71 bilhões até abril. Inflação Mantega afirmou ainda que estão afastadas as possibilidades de inflação de demanda na indústria em 2010, durante reunião com dirigentes de empresas de grande porte na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Elas destacaram que tem condições de atender o avanço do consumo no Brasil neste ano, cujas expectativas de crescimento do PIB são de pelo menos 5% e que o setor manufatureiro tem condições de incremento do nível de atividade mais acelerado neste ano, baseado em aumento dos investimentos. Ainda segundo Mantega, a inflação em 2010 deve fechar em 4,5% e que ela apresentou um movimento de alta já era previsto há alguns meses, em janeiro e fevereiro, em função de alguns fatores como transporte, impactos das chuvas sobre produtos alimentícios e elevação de tarifas escolares. ``O IPCA em janeiro atingiu 0,75%, mas em março deve ficar em um patamar entre 0,30% e 0,35%``, comentou. (da Agência Estado) Mercado prevê inflação para 4,9% em 2010 O mercado financeiro espera que a inflação encerre o ano quase meio ponto percentual acima da meta de 4,5% estabelecida pelo governo para 2010. Economistas consultados pelo Banco Central (BC) elevaram a estimativa de inflação pela sexta semana consecutiva e esperam que o índice oficial encerre o ano em 4,91%, ante projeção de 4,86% feita anteriormente. A previsão está na pesquisa Focus, divulgada pelo BC. Para 2011, a previsão é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 4,53%, também acima da meta de 4,5%. O mercado manteve a projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2010 em 5,5%. Para o próximo ano a estimativa é de crescimento de 4,5%. Os economistas mantiveram também suas previsões para a taxa básica de juros (Selic) para 11,25% no fim do ano. A taxa está atualmente em 8,75%. No fim de janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a taxa nesse patamar pela quarta reunião seguida. Para 2011, a projeção passou de 11% para 11,25%. (da AE) | |
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02 de março de 2010 |
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Dólar (01/03 - 16h30)
Comercial Compra 1,7960 Venda 1,7980 Turismo Compra 1,7400 Venda 1,8800 Paralelo Compra 1,9000 Venda 2,0000 Dólar (02/03 - 10h01) Comercial Compra 1,7860 Venda 1,7880 Turismo Compra 1,7400 Venda 1,8800 Paralelo Compra 1,9000 Venda 2,0000 Outros indicadores TR 0,001% CDI 8,630% SELIC 8,75% IPCA 0,75 jan.10 | |
| TOPO | |
| O POVO |
02 de março de 2010 |
| JOSÉ MACÊDO | |
| Parece que foi amanhã - José Macêdo | |
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Parece que foi amanhã - José Macêdo
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| GRUPO M. DIAS BRANCO | |
| Egídio Serpa - Dias Branco: um ano inesquecível | |
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Um ano inesquecível para o grupo cearense M. Dias Branco foi o de 2009, cujo balanço o Diário do Nordeste publica nesta edição: seu lucro líquido bateu em R$ 346,4 milhões, ou seja, 61,7% maior do que o obtido em 2008. Líder nacional no mercado de biscoito e de massas, a empresa controlada por Ivens Dias Branco apurou receita líquida de R$ 2,347 bilhões, superior em 7,1% à do exercício anterior. A venda de biscoitos alcançou 360 mil toneladas e a de massas, 251,9 toneladas, com incremento de 20,9% e 10,4%, respectivamente, em comparação com 2008.O Ebitda foi de R$ 469,2 milhões. Essa extraordinária geração de caixa reduziu a relação Dívida Líquida/Ebitda de 1,9 em dezembro de 2008 para 0,8 em dezembro de 2009. O balanço revela que M Dias Branco expande sua liderança nacional em volume nos mercados de biscoitos e massas, alcançando, respectivamente, 22,2% e 24,7% de market-share no período de novembro a dezembro de 2009, segundo dados da AC. Nielsen. "Apesar do cenário desafiador que tínhamos no início de 2009
, fechamos o ano com valores recordes de receita líquida, lucro bruto, Ebitda e lucro líquido e ampliamos nossa liderança de mercado. Com relação a este ano de 2010, mantemos nosso otimismo", declara Geraldo Luciano Matos Júnior, vice-presidente de Investimentos e Controladoria do grupo e cujo desafio agora é superar esses números. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| ENERGIA ELÉTRICA | |
| Ceará tem consumo histórico de energia | |
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Em fevereiro, aumento foi 16% e o pico máximo atingiu 1.467 megawalts
O consumo de energia elétrica no Ceará, no mês de fevereiro passado, registrou um crescimento de 16% na comparação com igual mês de 2009. O aumento do nível de consumo é atribuído ao calor acima da média e à retomada do crescimento da produtividade no segmento da indústria, após a crise financeira global que atingiu também o Estado. De acordo com o gerente de Regulação e Mercado da Coelce (Companhia Energética do Ceará), José Caminha Araripe, em fevereiro o requisito de energia (demanda máxima do mês) atingiu 1.467 megawatts (MW), no período das 15 horas, no dia 09. “Esse foi o maior pico de demanda para um mês na história da Coelce”, destacou. Ainda de acordo com o representante da Companhia, o cenário para o mês de março permanece inalterado pelos mesmos motivos, isto é, falta de chuvas e consumo maior da indústria. “O mês de fevereiro de 2010 foi atípico em termos de consumo de energia no Estado, porque historicamente ocorre queda. O que aconteceu este ano, decididamente, não foi normal”, justificou Caminha. NO BRASIL A carga de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) em fevereiro foi de 58.436 megawatts (MW) médios, crescimento de 11,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o crescimento é fruto da baixa base de comparação, uma vez que os efeitos da crise internacional ainda eram fortes em fevereiro de 2009, e das altas temperaturas verificadas neste verão. Mesmo com dias a menos e com o feriado de carnaval, fevereiro de 2010 teve crescimento de consumo com relação ao mês imediatamente anterior, de 4,9%, uma situação incomum. No acumulado de 12 meses, a carga de energia no SIN registra crescimento de 2,8%. Entre os subsistemas do SIN, o maior crescimento foi verificado nas regiões Sudeste/Centro Oeste, de 12,4%. Temperaturas elevadas “Também contribuiu para o comportamento do mês em curso a ocorrência de temperaturas elevadas, cujas máximas foram superiores tanto à média histórica do período quanto às verificadas nesse mês do ano anterior e cujos efeitos são sentidos no desempenho das classes residencial e comercial, devido a aquisição de novos eletrodomésticos e uso intensivo de aparelhos de refrigeração pelas famílias”, analisam os técnicos do ONS no Boletim da Carga Mensal de fevereiro, divulgado nesta segunda (1º). A carga da Região Sul teve crescimento de 11,7%; no Nordeste, a alta foi de 11% e no Norte, 7,8%. No Sul, as altas temperaturas também tiveram forte impacto. Já no Nordeste e no Norte, houve grande impacto da retomada da atividade econômica. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| ENERGIA EÓLICA | |
| Turbinas eólicas inteligentes | |
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O sistema permite a turbina otimizar sua posição e ajustar a inclinação de suas pás para que o vento seja utilizado de forma mais eficiente
Engenheiros da Universidade de Risoe, na Dinamarca, obtiveram sucesso nos testes iniciais de uma nova turbina eólica capaz de prever e reagir às alterações dos ventos. As “turbinas inteligentes” tem acopladas uma espécie de “radar”, que, de acordo com o Dr. Torben Mikkelsen, “consegue prever a direção, a intensidade e até a turbulência do vento”. O sistema permite a turbina otimizar sua posição e ajustar a inclinação de suas pás para que o vento seja utilizado de forma mais eficiente e para que a turbina dure mais. Os engenheiros afirmam que a tecnologia a aumenta a produção de energia em até 5%. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| MERCADO DE PRODUÇÃO E VENDA DO LEITE | |
| Acordo vai regular mercado produção e venda do leite | |
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Produtores e industriais de leite do Ceará firmaram acordo com o Governo do Estado para normalizar a produção e comercialização do produto.
Durante reunião coordenada pelo presidente do Cede (Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico), Ivan Bezerra, e a participação do secretário adjunto da Fazenda, João Marcos, do presidente da Câmara Setorial do Leite, Edilson Carneiro, do vice-presidente da Federação da Agricultura, Flávio Sabóia, diretor do Agronegócio da Adece, Francisco Zuza de Oliveira, além do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, Jorge Parente, foi elaborado um conjunto de medidas definindo procedimentos visando estimular a produção e comercialização do leite. Ao Governo do Ceará fica a atribuição de estabelecer procedimentos tributários para conter a concorrência predatória de outros estados. Por sua vez, produtores e industriais terão a tarefa de estimular o consumo do leite. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Projeto do Titanzinho será financiado pela Bolívia | |
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Prefeitura não tem recursos para bancar projeto orçado em R$ 330 milhões
O ainda desconhecido projeto da Prefeitura de Fortaleza para a Praia do Titanzinho será financiado pela Bolívia. Ao todo, serão US$ 166 milhões. Considerando a oscilação do dólar no mercado financeiro, isso representa uma média de R$ 330 milhões. A revelação foi feita ontem à noite pela prefeita Luizianne Lins (PT), após o encontro que definiu a composição da nova Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores. Hoje, o secretário de infraestrutura do município, Luciano Feijão, apresenta a proposta do “Aldeia da Praia” em audiência na Câmara de Vereadores. O dinheiro chegará aos cofres municipais através de um empréstimo a ser contraído junto à CAF – uma espécie de agência de desenvolvimento boliviana. Segundo a petista, o aporte financeiro é necessário porque a Prefeitura sozinha não tem orçamento suficiente para bancar as ações de urbanização. Ela atribuiu essa deficiência ainda aos ajustes fiscais que teve de fazer quando foi eleita pela primeira vez, em 2004. Luizianne diz que o “Aldeia da Praia” é datado de 2005 e, a priori, foi pensado apenas como complexo habitacional. “Se for só habitação, a gente pode até pensar em começar com recurso próprio. Mas, o projeto como um todo, vamos depender disso, porque a gente está fazendo ginástica em relação a muita coisa. A cidade não parou”, argumentou. SEM EXPECTATIVAS Lins admitiu que sequer tem previsão de quando o valor será liberado. Limitou-se a declarar que o processo está ems trâmite em Brasília e sofre com a burocracia. “Tudo está sendo feito. O problema é que a vontade não caminha junto com a burocracia. Há quantos anos esse Metrofor está aí?”, comparou, informando que o projeto poderia ter sido incluído como obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas não o foi por resistência da comunidade do Serviluz. Com isso, R$ 130 milhões acabaram destinados ao “Vila do Mar” - projeto elaborado para o perímetro Pirambu-Barra do Ceará. Apesar de não ter expectativas quanto à disponibilização do dinheiro, a prefeita voltou a descartar a possibilidade de ceder a área ao Estado para a instalação de um estaleiro. E reiterou a tese de que, no fim, a Prefeitura é quem dará o aval ao empreendimento por conta do “Projeto Orla”, de autoria do Governo Federal e que transfere o domínio da orla marítima das cidades com litoral às administrações municipais. Semana passada, o Governo solicitou à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) a concessão da faixa de praia, numa demonstração clara de que pretende levar o estaleiro adiante. “O fato de que, porque não tem o dinheiro agora [para o “Aldeia da Praia”], vamos construir o estaleiro não tem nada a ver uma coisa com a outra. Você cria uma obstrução na orla que não é um problema do Serviluz, mas da cidade como um todo. É a mesma coisa de você dizer que vai construir um estaleiro entre Ipanema e Copacabana; no meio do litoral”, sublinhou. À ESPERA Luizianne pontuou que ainda aguarda sinalização do governador Cid Gomes (PSB) para uma conversa sobre o empreendimento. Mas sem pressa. Diante da resistência da prefeita ao projeto do Palácio Iracema, o socialista declarou que conversaria pessoalmente com ela logo após a petista retornar das férias, no começo de fevereiro. Quinze dias após a retomada do comando do Executivo municipal, os dois ainda não puseram o assunto em pauta. No entanto, Lins já foi procurada pela assessoria do presidente Lula para agendar um encontro, cujo estaleiro será o prato principal. “Não tenho pressa para conversar [com Cid]. Nem para conversar nem muito menos para instalar o estaleiro lá. Eu digo que aqui é a esquina de Fortaleza, onde estão querendo construir. E ninguém pode construir um estaleiro numa esquina”, ironizou, rindo e apontando para um mapa desenhado à mão num envelope amarelado. DATA DE VALIDADE A petista especulou ainda que o estaleiro, por mais benéfico que possa ser, tem uma espécie de prazo de validade. De acordo com ela, após atingir uma cota de fabricação de navios, a produção para. “Então...quer dizer que o lucro da empresa está acima dos interesses da cidade?”, questionou. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Prefeitura apresentará projeto para o Serviluz na Câmara | |
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Por mais uma vez, a polêmica construção de um estaleiro no Titanzinho será pauta do dia, na Câmara Municipal, está marcado para hoje, a visita do secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Município, Luciano Feijão, que apresentará o projeto de reurbanização da Prefeitura, denominado Aldeia da Praia, para aquela região e também, o Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Prodetur) do Governo Federal. A proposta é do vereador Acrísio Sena (PT) e subscrita por 22 parlamentares.
A construção de um equipamento naval, no Ceará, não só diverge a opinião dos Gestores Públicos – a prefeita Luizianne Lins (PT) e o governador Cid Gomes (PSB) –, mas também da bancada petista na CMF, pois o presidente da Casa, Samilto Filho (PT), não esconde seu entusiasmo pelo projeto do Estado. Já o líder da Prefeita, Acrísio Sena (PT) é contra. Porém, na busca por uma maior concentração de informações sobre os benefícios e os impactos com a construção do estaleiro, no Serviluz, a Câmara vem proporcionando um constante debate sobre o assunto. Na última quinta-feira, meio de surpresa, ou seja, em cima da hora, Salmito convocou o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará, Antônio Bahlmann, para tirar às dúvidas dos vereadores no tocante a proposta do Governo. Na oportunidade, ficou visível que muitos já possuem lado, no entanto, querem discutir com o Município sua proposta, pois muitos acreditam na possibilidade de compatibilizar as duas sugestões, tanto do Governo do Estado quanto da Prefeitura. Já o vereador Acrísio Sena, representante do Executivo na Casa, não acredita na possibilidade e avalia, que com a apresentação do projeto na Câmara ficará visível a incompatibilidade. Ele vem defendendo que “é uma mistura heterogênea: água e óleo. Não se misturam”. É ou não é, Zeis? Acrísio ainda contra argumenta uma declaração do presidente da Casa e então, colega de partido, Salmito Filho, que, na última quinta-feira, declarou que a região do Serviluz não pertence à Zona Especial de Interesse Social (Zeis). De acordo com o petista, o Titanzinho faz parte “sim” de uma Zeis, inclusive, de ocupação exclusiva para regularização fundiária e construção de moradias. Audiência Pública Ainda sobre o assunto também será realizada hoje, às 14h30min, uma Audiência Pública, na CMF proposta pelo vereador João Alfredo (PSol) e subscrita por Guilherme Sampaio (PT) para discutir a construção do empreendimento naval na área do Serviluz. Segundo João Alfredo, a sessão pretende discutir o local da instalação e os impactos ambientais para o local. Além disso, João Alfredo espera discutir a implantação da Zona Especial de Interesse Social (Zeis) do Serviluz, como já é prevista pelo Plano Diretor Participativo. Outra Audiência Pública será realizada amanhã, na Assembleia Legislativa, para também discutir a montagem de um estaleiro no Titanzinho. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Egídio Serpa - Como é na Alemanha | |
| De Antonio Balmann, presidente da Adece: "Na cidade de Hamburgo, na ´verde´ Alemanha, operam hoje mais de dez estaleiros navais, que empregam milhares de pessoas sem qualquer agressão ao meio ambiente". | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO | |
| Petistas discordam sobre o local da obra | |
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Hoje, na Câmara Municipal, dois petistas: Salmito Filho, presidente da Câmara, e Acrísio Sena, líder da prefeita Luizianne Lins, deverão defender duas versões diferentes sobre a Praia do Titanzinho. Com o mesmo mapa do Plano Diretor aprovado em 2008, os dois divergem quanto ao local ser uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis) ou não.
A pedido dos vereadores que rejeitam a construção do estaleiro na Praia do Tintanzinho, o secretário de Infraestrutura do Município, Luciano Feijão, vai hoje à Câmara apresentar o projeto de requalificação que o Governo municipal diz ter para o local. Desde o mês passado, os vereadores cobram o projeto que a prefeita Luizianne Lins anunciou para aquela área. O presidente Salmito Filho vem contestando a tese do líder da prefeita que a Praia do Titanzinho é uma Zona Especial de Interesse Social (Zeis). Apesar de ser petista e aliado da prefeita, Salmito defende a construção do empreendimento e agora garante que o local não é uma Zeis. Acrísio Sena discorda do colega e, utilizando o mesmo documento garante que a Praia do Titanzinho é uma Zeis. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| ESTALEIRO DO CEARÁ | |
| Vertical - MAIS BLABLABLÁ | |
| A polêmica em torno da localização do futuro estaleiro volta a ser debatida na Cãmara Municipal. Hoje, às 14h30min, no auditório da Casa puxada pelos vereadores João Alfredo (PSOL) e Guilherme Sampaio (PT). Enquanto se debate, investidores ameaçam zarpar para outro Estado. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| BNB - BYRON QUEIROZ | |
| Byron é condenado pela Justiça e recorre | |
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Mais uma vez o ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Byron Costa de Queiroz, alguns de seus diretores recebe condenação judicial. Desta vez, o juiz federal João Luis Nogueira Matias entendeu que houve improbidade administrativa e irregularidade em contas públicas, causando prejuízos financeiros. Além dos direitos políticos cassados, ele e os diretores do banco na época terão que pagar multa e ressarcir os cofres públicos, tendo que desembolsar um R$ 7 bilhões.
A ação de improbidade administrativa foi ajuizada pelo procurador da República Alessander Sales, que apresentou todos os balancetes mensais do BNB do período de 1997 a 2000. De acordo com ele, os documentos foram produzidos com base em informações do Banco Central e do Tribunal de Contas da União. Recurso A antiga diretoria do Banco contestou a decisão no Tribunal Regional da 5ª Região em Recife e aguarda o julgamento do recurso. O Ministério Público está averiguando os argumentos para contestá-los antes que a ação siga para a instância. ``É preciso destacar que, por conta dessas condutas, a União teve que fazer um aumento de capital no banco no valor de R$ 2,5 bilhões``, apontou o procurador da República Alessander Sales. Segundo ele, se não fossem tomadas as alternativas rapidamente, o banco ficaria com patrimônio negativo e teria quebrado. De acordo com o advogado Anastácio Marinho, que defende Byron Queiroz e o ex-diretor Marcelo Pelágio Costa Bonfim, as apelações já foram interpostas e a expectativa é de que os argumentos sejam analisados e seja comprovada que não houve intenção de prejudicar o banco e de que as contas estão regulares. O advogado Diógenes Rocha, que defende os diretores Raimundo Nonato Carneiro Sobrinho e Ernani José Varela de Melo destacou que dois processos com os mesmos objetivos já foram julgados anteriormente na 5ª Região e vencidos por unanimidade. (Teresa Fernandes) | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| POLUIÇÃO VISUAL | |
| Diário Político - Freio | |
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Por Fernando Maia
A caminho da aprovação o projeto do vereador Guilherme Sampaio (PT), contra os “paredões de som”, que poderão ser utilizados apenas com publicidade, ou competições esportivas e artísticas, longe da área urbana. | |
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| O ESTADO |
02 de março de 2010 |
| ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO | |
| Projeto permite desapropriar imóvel que viole zoneamento ecológico | |
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Atualmente, podem ser desapropriadas as propriedades improdutivas, que não cumprem sua função social, conforme critérios legais
A Câmara analisa o Projeto de Lei 6477/09, do deputado Beto Faro (PT-PA), que inclui entre os casos de desapropriação por interesse social os imóveis rurais que estejam em desacordo com os zoneamento ecológico-econômico (ZEE) do seu respectivo estado. Conforme a proposta, que altera a Lei 4.132/62, todos os imóveis rurais com exploração agropecuária fora das recomendações dos respectivos ZEEs poderão ser desapropriados para fins de reforma agrária. Atualmente, podem ser desapropriadas as propriedades improdutivas, que não cumprem sua função social, conforme critérios legais. Conciliação Para Beto Faro, é preciso dar ênfase na conciliação entre atividades agropecuárias e o meio ambiente, e esse seria o papel principal dos zoneamentos. “É sabido que poucos estados avançaram plenamente no desenvolvimento dos ZEEs. Mas, até como estímulo para a maior celeridade desse processo, cabe garantir objetividade para o papel dos ZEEs”, defendeu. Um ZEE é a delimitação de áreas ambientais com a definição das atividades econômicas que podem ou não ser desenvolvidas. A principal função do zoneamento é o uso sustentável dos recursos naturais e o equilíbrio dos ecossistemas existentes. Tramitação O projeto será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| DUNAS DO COCÓ | |
| Dunas do Cocó | |
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Enquanto as partes usam dos recursos legais para a defesa de seus interesses, é preciso que a liminar não seja usada para criar uma situação de fato, antes da decisão final
Em junho do ano passado, Fortaleza vibrou com a decisão tomada por sua Câmara Municipal de aprovar um projeto de grande interesse para a qualidade de vida dos habitantes da cidade: a criação da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) Dunas do Cocó. Infelizmente, a alegria durou pouco, pois a decisão foi colocada sub judice, depois que a Justiça concedeu uma liminar suspendendo os efeitos da lei, até o julgamento do mérito da ação de inconstitucionalidade movida por interessados em construção na área. Embora seja legítimo, numa sociedade democrática, lançar-se mão de instrumentos postos pelo Direito à disposição de quem se considere prejudicado por algum ato proveniente do poder público ou da iniciativa privada, a atenção da opinião pública em relação à decisão final deste caso é justificada, sobretudo, por se tratar de uma das últimas reservas do patrimônio natural da capital. Segundo o Inventário Ambiental de Fortaleza, 2003, a cobertura vegetal na cidade, em 1968, era de 65,79%, decaindo para apenas 7,06% na atualidade. Não causa surpresa, portanto, a mobilização existente na sociedade civil em favor da manutenção da lei municipal, pois se trata de algo de grande valor social para a comunidade. Sobretudo, se se levar em conta que a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem como referência mínima para a qualidade de vida urbana a estimativa de 12 m² de áreas verdes por habitante. Ora, o número verificado atualmente em Fortaleza (cerca de 4 m²) é um terço apenas do recomendado. O resultado desse desfalque pode ser constatado no aumento da temperatura ambiental, cada vez mais sufocante, além das inundações verificadas em quadras chuvosas, a poluição do ar e tantos outros efeitos colaterais a respeito dos quais os cidadãos têm hoje uma percepção cada vez maior sobre sua origem. A maior preocupação de todos os que têm zelo pela vida da cidade é a possibilidade de a liminar ser utilizada para a criação de uma situação de fato, com a edificação de empreendimentos na área. Cresce a cobrança para que o Congresso Nacional modifique a legislação que abre brecha para esse tipo de iniciativa. Um mínimo de bom senso indica que uma liminar direcionada para problemas na área da construção civil não deve ser interpretada como uma licença para se edificar, mas, apenas, como suspensão dos efeitos da legislação em vista, no que diz respeito aos aspectos formais, já que, implica logicamente a necessidade de se esperar o trânsito em julgado da ação, em todas as suas instâncias, visto que uma edificação provoca resultados definitivos no ambiente, sendo quase impossível revertê-los, no caso de a ação ser derrotada nos tribunais. Assim, é de se esperar que a noção mais ampla de justiça seja aplicada nesse caso, criando-se as condições para que o interesse público prevaleça, acima de tudo. Há de se respeitar todas as formas legítimas de defesa dos seus respectivos interesses pelas partes, sem esquecer que existe uma hipoteca social pairando sobre a decisão & para usar a terminologia do papa Paulo VI, quando se refere ao interesse coletivo. | |
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| VALOR ECONÔMICO |
02 de março de 2010 |
| ELEIÇÕES 2010 | |
| Ciro apresenta Skaf em comerciais do PSB em SP | |
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"Meus amigos, ou conseguimos atrair para a política gente nova, séria, experiente e de comportamento exemplar, ou a incompetência e a corrupção vão continuar, por muitos anos ainda, em nosso país". É assim que o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) inicia sua fala, na qual apresenta aos telespectadores o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.
Com um minuto de duração, o vídeo do PSB, produzido pelo publicitário Duda Mendonça, irá ao ar hoje e nos dias, 6, 9 e 13 de março. "Homens como ele precisam entrar na política. Paulo Skaf, gravem bem este nome", diz Ciro. A peça serve de veículo para Skaf propagandear o que considera sua principal realização à frente da Fiesp, do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai): "Seria um verdadeiro sonho contribuir para que, um dia, o padrão de qualidade do ensino do Sesi e do Senai possa chegar a todas as crianças e jovens de São Paulo". Com discurso pronto para a campanha e articulando estratégia e alianças, Skaf prepara-se para disputar as eleições ao governo de São Paulo, ainda que o partido não tenha lhe concedido a vaga. Duda Mendonça está contratado e cuidará também das inserções televisivas dos candidatos do PSB à Câmara Federal e ao Senado. PP e PR podem estar na aliança, com o deputado federal Milton Monti (PR) na vice de Skaf. O empecilho é justamente a indefinição de Ciro que, um dia antes de gravar a peça, reuniu-se com petistas paulistas e abriu uma brecha à candidatura ao governo de São Paulo. Skaf já declarou que, na impossibilidade de concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, permanecerá na Fiesp, cujo mandato termina em 2011. Ontem, partidos que integram a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estiveram mais uma vez reunidos, visando o lançamento de uma candidatura conjunta ao governo de São Paulo. O deputado federal e líder do PSB, Márcio França, enviou um assessor em seu lugar. Paulinho da Força, deputado federal e líder do PDT, que está na Itália, nem isso. O gesto foi interpretado pelos presentes como forma de pressionar a aliança a uma definição. Outra peça de vídeo será exibida. Trará, além de Skaf, o vereador Gabriel Chalita, que concorrerá ao Senado. O tema central será o sistema de ensino no Estado. | |
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| O POVO |
02 de março de 2010 |
| RESERVATÓRIOS DO NORDESTE | |
| Vertical S/A - Água em março | |
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Por Jocélio Leal
Os reservatórios do Nordeste registram 67,7% do volume acumulado, uma queda de 0,1%. Segue 57,7% acima da chamada curva de aversão ao risco. Sobradinho opera com 71,05% da capacidade. | |
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| VALOR ECONÔMICO |
02 de março de 2010 |
| ACORDOS SALARIAIS | |
| Acordos salariais estão mais fáceis e com ganho real maior | |
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O ano de 2010 começou com perspectivas melhores para os trabalhadores. A combinação de baixa inflação e expectativa de crescimento da economia está resultando em campanhas salariais vitoriosas, com negociações mais rápidas, sem greves, e com aumentos reais superiores aos negociados em 2009. Os reajustes acima da inflação - obtidos por categorias com data-base em janeiro e fevereiro - variam de 0,8% a quase 4%, e os acordos estão sendo fechados com até um mês e meio de antecedência em relação a 2009.
"Os sindicatos estão encontrando outro ambiente para negociar, bem diferente do ano passado quando as incertezas da crise econômica preocupavam o empresariado", diz o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio. Também contribui a menor inflação. Nos 12 meses terminados em dezembro ou janeiro, ela ficou entre 4,11% e 4,36%, bem abaixo da inflação superior a 6% de igual período do ano passado. Para Lúcio, a tendência para 2010 é que as greves ocorram para buscar mais benefícios, e não para impedir perdas. "Trabalhamos com perspectiva de crescimento econômico de 5% a 6% neste ano, e isso eleva a disputa por mão de obra, pressionando os salários", diz. Dessa forma, é possível que o número de categorias a conseguirem ganhos reais fique acima dos 77% do ano passado (primeiro semestre). Na Bahia, os trabalhadores da construção conseguiram o maior índice de reajuste entre os setores levantados pelo Valor, de 8%, considerando uma inflação de 4,11% no período. Para o piso, o reajuste foi de 10%. No ano passado, o aumento foi de 9,68%, mas como a inflação foi maior, o ganho real ficou abaixo do de 2010. Segundo Raimundo Brito, presidente do Sintracon-BA, entidade que representa a categoria, o crescimento do mercado mobiliário foi determinante para o resultado. "As empresas não tinham como negar o crescimento e, como há muitos imóveis sendo entregues, uma greve ia complicar muito a situação", diz. Os empregados chegaram a indicar uma greve para o dia 22 de fevereiro, mas conseguiram fechar acordo três dias antes. No ano passado, o acordo foi fechado só em 25 de março. Além do reajuste real, a categoria conquistou plano de saúde e aumento da cesta básica de R$ 45 para R$ 70. No Ceará, os comerciários conseguiram aumento de 7,75% e reajuste do piso salarial de R$ 465 para R$ 560. Em Franca, no interior de São Paulo, as negociações estão travadas por conta de um problema jurídico. Há dois sindicatos representando os trabalhadores, e enquanto não ficar definido qual entidade ficará à frente da negociação, as empresas vão dar apenas a reposição da inflação. O reajuste de 5,5% foi considerado importante pelos trabalhadores do segmento de artefatos de couro de Franca (SP) por garantir ganho real, mas a categoria esperava mais num ano de crescimento do setor. Segundo Carmem Silva, presidente do sindicato dos funcionários, a reivindicação inicial era de alta de 12%. "Tínhamos uma expectativa melhor, porque, pelo que acompanhamos, as empresas estão bem e contratando." O acordo foi fechado um mês e meio antes da data de assinatura de 2009, o que mostra uma maior disposição de negociação das partes. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Construção Civil e Fibrocimentos de Criciúma e Região, os 4,9 mil funcionários da categoria vão receber aumento de 6,11% - 2% de ganho real somados aos 4,11% de reposição da inflação pelo INPC. "As indústrias estão em boa fase e conseguimos um aumento razoável", opina Itaci Sá, presidente da entidade. O presidente do Sindicato das Indústrias de Cerâmica Para Construção e de Olaria de Criciúma (Sindiceram), Ottmar Müller, explica que "o cenário econômico está bem mais claro do que no ano passado, por isso, proporcionalmente, o aumento real foi maior". Em 2009, os trabalhadores da categoria receberam 7,9% - 1,6% de aumento real e 6,2% do INPC. Este ano, o maior ganho foi no salário de admissão da categoria, que subiu 12% e atingiu R$ 680. Ele vale por 120 dias. Depois, o trabalhador passará a receber R$ 865, de acordo com o novo acordo. Os trabalhadores têxteis de Joinville, que fecharam acordo em fevereiro, tiveram aumento de 5,16% - 4,36% de INPC no período e 0,8% de ganho real. Em 2009, o reajuste foi de 7%: 6,46% de INPC e 0,57% de ganho real. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da categoria, Livino Steffens, o maior ganho incidiu sobre o piso de experiência, válido por 90 dias no momento da contratação do trabalho. Ele passou de R$ 534,60 para R$ 618, 20, equiparando-se ao piso de contratação definitiva. Segundo Livino, a aprovação do mínimo regional - que começou a valer em janeiro e estabeleceu o piso de R$ 616 para a categoria - influenciou no aumento. Os 18 mil metalúrgicos de Jaraguá do Sul (SC) e região vão receber 6% de reajuste em 2010. O acordo fechado em janeiro concedeu 4,11% de INPC e 1,89% de ganho real. Em janeiro do ano passado, o acordo foi fechado em 8% - 1,67% de ganho real e 6,33% de inflação. A primeira negociação salarial fechada em 2010 em Curitiba também resultou em ganho real . Os vigilantes patrimoniais nem precisaram fazer greve para conseguir reajuste de 4,6% no piso da categoria, 39% de aumento no adicional de risco e 9% na ajuda para alimentação, que resultou num ganho total de 7,42%, acima da inflação de 4,36%, acumulada de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010. Sandro Silva, economista do Dieese, explica que muitas categorias não têm adicional de risco e alimentação previstos na convenção coletiva, como no caso dos vigilantes, mas mesmo assim são esperados bons resultados nas negociações que virão pela frente. "A expectativa que temos é de aumento de patamar de ganho real", diz ele, citando a recuperação da economia como fator que deve favorecer os trabalhadores. Com data-base em 1º de fevereiro, os trabalhadores nas indústrias de calçados de Sapiranga, no Rio Grande do Sul, aceitaram na semana passada a proposta de aumento real de 1,72% apresentada pelas empresas do setor. O ganho é o maior das três últimas negociações (ela havia sido de 0,98% em 2009 e de 1,29% em 2008), mas o índice total caiu em relação ao ano passado, devido à desaceleração do INPC no acumulado dos últimos 12 meses, para 4,36%. Conforme o assessor da diretoria do Sindicato dos Sapateiros da cidade, Adelino Frank, o reajuste somou 6,15%, ante 7,41% no ano passado, quando o INPC alcançou 6,43%. O acordo foi fechado após três reuniões com o Sindicato das Indústrias de Calçados de Sapiranga e vale também para os municípios de Nova Hartz e Araricá. As calçadistas da região empregam cerca de 20 mil pessoas. No início das negociações, os trabalhadores pediram um reajuste total de 10%, mas as empresas ofereceram 4,75%. Segundo o diretor do Sindicato dos Sapateiros, Hermes Tavares dos Santos, apesar do cenário mais favorável no mercado interno, as indústrias ainda alegavam perdas nas exportações para justificar a oferta modesta. Funcionários de algumas empresas chegaram a realizar paralisações de cinco minutos a um dia para pressionar por um aumento maior, disse o sindicalista. Santos admite que em 2009 houve "mais demissões do que contratações" no setor na cidade, mas no fim do ano a situação começou a melhorar. Segundo ele, nos dois últimos meses as empresas recorreram a carros de som, cartazes em bares e anúncios em rádios locais para buscar mão de obra. Após atingir pico de 743 em agosto, o número de rescisões homologadas pelo sindicato começou a cair em setembro e em janeiro atingiu o menor patamar em 11 meses, com 95 demissões, ante 189 em igual período de 2009. Os empregados do setor moveleiro de Bento Gonçalves, também com data-base em fevereiro, assinam hoje o acordo com as empresas. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário, Ivo Vailatti, a categoria terá reajuste total de 5,75%. O índice representa ganho real de 1,33%, ante 0,82% em 2009, mas ainda abaixo do 1,56% obtido em 2008. "O setor está mais aquecido e a por isso conseguimos um acordo melhor do que o do ano passado", explicou Vailatti. Segundo ele, o piso da categoria, para jornada mensal de 220 horas, teve aumento real de 2,5%, ante 2% em 2009. Com o reajuste total de 7%, a menor remuneração subiu para R$ 665, válida para funcionários contratados há até dois meses. De dois a seis meses de contrato, o piso subiu para R$ 700 e, acima disso, para R$ 780. | |
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| DIÁRIO DO NORDESTE |
02 de março de 2010 |
| QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL | |
| Satélite - Qualificação | |
| Depois de celebrar convênios para capacitação de 11.450 jovens e adultos em todo o Ceará, o Governo do Estado amplia as ações de qualificação profissional de juventude no Interior cearense. O Governo do Ceará na Minha Cidade, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) beneficia, desta vez, um total de 1.160 jovens, com os projetos Criando Oportunidades e Primeiro Passo. | |
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