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CEDIP - Centro do Conhecimento, Editoração, Documentação e Pesquisa – Unidade de Clipping |
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SFIEC |
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- People -
Starlight - Beleza, glamour, brilho: é o Festival Vida & Arte de O Povo |
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CEARÁ |
- Gente
de Empresas - Sincaju – Custeio
Agrícola
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- Vertical S/A
- Griffes cearenses vão à Alemanha
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- Horizonte
quer capacitar trabalhadores
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- Caixa amplia crédito para o Ceará
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- Desenvolvimento
local é tendência nas políticas públicas
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BANCO DO NORDESTE |
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MERCADO DE TRABALHO |
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INDÚSTRIA |
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- Algodão, 100% mais caro,
pressiona margens de empresas têxteis em 2003 |
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FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL |
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COMÉRCIO EXTERIOR |
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24 de Janeiro de 2003 |
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FIEC |
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| Jorge Parente
entrega documento ao ministro Ciro Gomes |
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Fortaleza - O presidente da Federação das
Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Jorge Parente Frota Júnior (foto),
entregou ao ministro da Integração, Ciro Ferreira Gomes, o documento "A
Extinção da Sudene e uma Nova Política de Desenvolvimento do Nordeste - A
Contribuição da FIEC", elaborado em 2002 por uma comissão de diretores
da entidade com o objetivo de oferecer soluções para a construção de uma nova
política de desenvolvimento regional no Brasil. Segundo Parente, o novo
governo não deve esquecer que, em 41 anos, a Sudene desenvolveu 3.058
projetos, dos quais 2.184 foram concluídos satisfatoriamente; 221 ainda se
encontram em implantação regular, sendo que, dos 653 projetos excluídos do
sistema, apenas 53 registraram irregularidades constatadas. "Um
percentual pequeno, se compararmos com o fato de que mais de 60% do IPI
arrecadado, hoje, pelo governo vêm de empresas incrementadas pela
Sudene", declarou. Mais informações: (85) 466-5434.
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25 de Janeiro de 2003 |
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Gente de Empresas |
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| AJE |
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No próximo dia 30,
às 19h30min, no auditório da FIEC, será empossada a nova coordenação da
Associação de Jovens Empresários de Fortaleza para a gestão 2003, tendo à
frente como Coordenadora Geral, a empresária Emília Buarque. Em 2003, a AJE
pretende dar continuidade aos projetos iniciados em 2002, com ênfase na
formação de jovens lideranças, para que possam disseminar a cultura
empreendedora, como agentes empreendedores, contribuindo mais diretamente
com o desenvolvimento do Estado. |
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25 de Janeiro de 2003 |
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BEC |
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| BEC - Falta apoio para investimentos – Jorge Parente |
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Compete ao Estado,
juntamente com a sociedade e a iniciativa privada, assegurar à classe
produtora o esteio ao desenvolvimento de suas atividades, como por exemplo
a manutenção, de um banco estatal. O segmento industrial do Ceará vem se ressentindo, nos
últimos 20 anos, da carência do necessário e adequado apoio financeiro para
custeio dos investimentos e do capital de giro de suas atividades. O
crédito bancário, quase inacessível a empresas de pequeno e médio porte,
cada vez mais se faz ausente, inibindo o seu desenvolvimento e
comprometendo a saúde financeira desses empreendimentos. |
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25 de Janeiro de 2003 |
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CRA |
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| Nova
diretoria do Conselho Regional de Administração |
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Juazeiro do Norte
(Sucursal) - A nova diretoria do Conselho Regional de Administração
(Ceará/Piauí) foi apresentada aos administradores do Cariri numa reunião
que serviu para debater assuntos ligados à categoria. Na oportunidade, o
Coordenador do Pacto de Cooperação do Cariri, Cícero Pereira de Souza, foi
eleito delegado regional. O presidente do CRA, Marcos Eliano Tavares
Ribeiro, que é filho da região, adiantou a pretensão de ampliar os quadros
do Conselho a partir de amplo cadastramento. |
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26 de Janeiro de 2003 |
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People - Starlight |
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| Beleza, glamour,
brilho: é o Festival Vida & Arte de O Povo |
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O Presidente de O Povo, Demócrito Dummar, recebeu, no Centro de Convenções, autoridades, empresários e artistas para o cocktail de avant-première do Festival Vida & Arte, que movimentou a mil o CE ao juntar em seu script cultura (em suas formas mais abrangentes) e diversão e unir na imensa platéia comuns & celebridades.
Wânia Dummar, Jorge Parente e Adrísio Câmara Jr. |
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26 de Janeiro de 2003 |
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De Olho no Dinheiro |
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| Gás
Natural |
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ATRASO NAS TERMO |
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26 de Janeiro de 2003 |
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Cursos
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| FIEC/SENAI
– Cursos |
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26 de Janeiro de 2003 |
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Festival Vida & Arte |
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| Festival
Vida & Arte |
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26 de Janeiro de 2003 |
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Festival Vida & Arte |
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| Festival Vida & Arte |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Edilmar Norões |
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| Jovens Empresários |
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Tendo à frente Emilia Buarque, como Coordenadora Geral, a Associação dos Jovens Empresários de Fortaleza - AJE - empossa sua nova diretoria em solenidade marcada para esta quinta-feira, as 19h30min., no auditório da FIEC. O evento marcará, também, a entrega da comenda ´Jovem Mentalidade Empresarial 2002´ ao ex-governador Beni Veras. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Sônia Pinheiro |
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| I Feira Internacional de Negócios |
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MEETING |
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27 de Janeiro de 2003 |
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FIEC
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| FIEC incentiva
atividades culturais |
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Fortaleza - A Federação das
Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) fortalecerá, este ano, as
ações na área cultural. Segundo o presidente da entidade, Jorge
Parente Frota Júnior, essa ampliação é exigida em função da
própria posição alcançada pela FIEC junto à sociedade. A ordem é interagir
mais diretamente com o público externo. Dentro desse
contexto, uma das primeiras ações será a promoção da FIEC 5a.
Cultural, que será realizada de início bimestralmente no auditório
Waldir Diogo, da Casa da Indústria, consistindo na apresentação de
números artísticos, exposição de arte e obras e lançamentos de
livros. A primeira 5a.
Cultural vai ser realizada no próximo dia 31, excepcionalmente
numa sexta-feira. Vão se apresentar grupos artísticos mantidos
pelo Sistema FIEC, como a Big Band, e um grupo de dança afro do
Estado de Alagoas, entre outras atrações. Mais informações: 466-5434/35/36. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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SENAI |
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| SENAI-CE promove
curso de auditoria interna |
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Fortaleza
- O
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Ceará (SENAI-CE)
inicia hoje o curso de "Auditores Internos da
Qualidade". O
treinamento, que terá duração de uma semana, abordará entre
outros temas, as Normas ISO da Série 9000; auditoria da
qualidade; objetivos da auditoria da qualidade; responsabilidade
dos auditores e dos auditados; etapas de uma auditoria da
qualidade; perfil do auditor; comunicação na auditoria e
implementação de programas de auditorias da qualidade. O evento é destinado a profissionais das áreas de recursos humanos, multiplicadores e/ou facilitadores da qualidade. Mais informações: (85) 466-5900. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Indústria Têxtil |
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| Ceará é o terceiro
maior pólo têxtil do País |
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Fortaleza
- O
Ceará possui o terceiro maior pólo têxtil do Brasil, ficando
atrás apenas de São Paulo e Santa Catarina. O faturamento para
2002, ainda não fechado, é estimado em R$ 2 bilhões. Cerca de
15% da produção destina-se à exportação. O setor
investiu nos últimos 10 anos cerca de R$ 1,5 bilhão em
equipamentos e tecnologia. Atualmente, responde por 16,5% do
Produto Interno Bruto (PIB) estadual; é o segundo maior
importador de algodão do País; utiliza, por ano, cerca de 170
mil toneladas de algodão e 15 mil toneladas de poliéster; gera
20 mil empregos diretos e cerca de 40 mil indiretos; e consome
cerca 40% da energia industrial do Estado. Grande parte das
empresas está concentrada em Maracanaú, Pacajus e Horizonte. Integrado
verticalmente na importante cadeia produtiva do algodão, o setor
têxtil tem como linha de produção a fiação, tecelagem, malharia,
lycra, etiquetas, aviamentos diversos, acabamento, tingimento e
estampagem. Mais informações pelo telefone da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC): (85) 466-5434. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Sindicouros |
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| Sindicouros
promove curso no Ceará |
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Fortaleza
- O
Sindicato da Indústria do Couro do Ceará (Sindicouro/CE),
filiado à Federação das Indústrias do Estado (FIEC), está
promovendo hoje treinamento destinado a profissionais que atuam
nas indústrias do ramo no Estado. O evento teve início às 13h, na FIEC, e se estende até o final da tarde. Mais informações: (85) 466-5434. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Redes |
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| Redes
de Jaguaruana - Indústrias tentam manter tradição |
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A decadência do setor industrial de rede e a falta de uma política que incentive os produtores a permanecerem na atividade, estão afetando drasticamente a vida da população de Jaguaruana. O município, a 175 quilômetros de Fortaleza, já foi o maior pólo industrial de rede do País. Hoje, restam pouco mais de cinco indústrias, algumas delas funcionando com teares manuais, cuja produção não ultrapassa 20 mil unidades ao mês A indústria de rede já faz parte da tradição do povo de Jaguaruana. Pelo menos um terço da população urbana da cidade depende diretamente da fabricação de rede. Estima-se que a atividade seja responsável pelo sustento de cerca de 600 famílias, sendo o setor que garante a ocupação e renda da população, principalmente a feminina. No início da década de 90, segundo o chefe de
gabinete da Prefeitura, e também fabricante, João Batista
Rebouças, praticamente toda a população urbana trabalhava na
confecção de redes. Naqueles anos, o setor teve um crescimento
tão positivo que, sozinho, respondia por 60% da economia local
e, segundo cadastro feito pela Prefeitura Municipal, mais de
800 famílias trabalhavam diretamente na atividade, tanto na
fabricação, quanto no acabamento das peças. REDES |
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25 de Janeiro de 2003 |
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Gente de Empresas |
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| Sincaju
– Custeio Agrícola |
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O Sindicato dos Produtores de Caju do Ceará (Sincaju) enviou ofício à Superintendência Estadual do Banco do Brasil defendo autorização para que as agências que operam com a cajucultura a iniciarem o cadastramento dos produtores. O Sincaju pede ao BB a liberação da primeira parcela de recursos para o custeio agrícola, ou seja, os tratos culturais do cajueiro nos 42 municípios produtores de caju. Usando a tecnologia mínima para a obtenção de produtividade média de 2450 kg/ha, em plantações de cajueiro comum adulto, há necessidade da realização das seguintes operações agrícolas: roçagem mecânica, acabamento de roçagem, poda, coroamento e colheita, explica Paulo de Tarso Meyer, presidente do Sincaju. O custo total por hectare é da ordem de R$ 204,00. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Vertical S/A |
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| Griffes cearenses vão à
Alemanha |
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Sete marcas cearenses estarão na Feira CPD, em Düsseldorf, na Alemanha, de 2 a 4 de fevereiro. Manotropo, Colméia, Ferrovia, Zignum, Off, Amarelô e Aviarte embarcam com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Agência de Promoção de Exportações (Apex), do Governo Federal, e Sebrae-CE. A feira é uma das maiores do mundo. Lá, serão apresentadas 6.500 coleções em uma área de 17 pavilhões, com cerca de 8 mil m cada. O evento é restrito para compradores profissionais de 80 países e declara uma expectativa oficial de movimentação em torno de 1 bilhão de euros. Durante a permanência na Alemanha, os empresários cearenses terão com o diretor de compras do magazine local Kaufhof, Von Malotki. O roteiro prevê ainda uma reunião com o prefeito da cidade sobre possíveis negócios entre os dois mercados. O apoio às griffes não se destina a financiar investimentos de base, como máquinas. Limita-se a qualificar as empresas para o mercado externo. Muitas delas nunca exportaram e nem teriam como fazê-lo isoladamente. |
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25 de Janeiro de 2003 |
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Horizonte |
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| Horizonte quer
capacitar trabalhadores |
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MUNICÍPIO
ARRECADA R$ 1,5 MILHÃO POR MÊS |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Ceará |
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| Caixa amplia crédito
para o Ceará |
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A Caixa Econômica Federal vai aumentar em 45% os investimentos para o comércio e indústria no Ceará em relação a 2002. Está prevista a aplicação de R$ 93,2 milhões ao longo desse ano. As linhas de crédito são destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos, financiamento de investimentos, capital de giro e antecipação do 13º salário. Para ter acesso ao serviço, o empresário deve apresentar 12 faturamentos, ter conta na Caixa e não possuir restrições cadastrais. |
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26 de Janeiro de 2003 |
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Desenvolvimento Local |
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| Desenvolvimento
local é tendência nas políticas públicas |
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ALTERNATIVA
PRIORIZA COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Informática |
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| Microsoft
Brasil anuncia novos centros de tecnologia |
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São Paulo, Recife, Fortaleza e Porto Alegre são as mais recentes cidades atendidas pelo projeto, iniciado no ano passado em Curitiba e Petrópolis. Os Investimentos chegam a R$ 50 milhões. A Microsoft Brasil vai inaugurar mais
quatro centros de tecnologia no País. O anúncio – que
contempla as cidades de São Paulo, Recife, Fortaleza e
Porto Alegre – faz parte de um amplo projeto divulgado
pela companhia no ano passado, para a criação de 20
centros de excelência tecnológica no País, com investimentos
totais de R$ 50 milhões.
Ceará será
contemplado com uma unidade |
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26 de Janeiro de 2003 |
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De Olho no Dinheiro |
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| Pecém e os 167 navios |
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O Terminal Portuário do Pecém registrou, em 2002, a circulação de 167 navios que movimentaram 30,020 mil TEU's. Atualmente, oito linhas de navegação passam todos os meses pelo terminal. Foram exportadas, de janeiro a dezembro, 157,607 mil toneladas de carga geral e importadas 229,382 mil toneladas, consolidando um total de carga de 386,990 mil toneladas entre bobinas de aço, derivados de petróleo, frutas diversas, castanha de caju, camarão, calçados, têxteis, dentre outros. Segundo informou a Cearaportos, responsável pela administração do terminal, o crescimento no volume de carga mês a mês vem surpreendendo já que o porto foi inaugurado oficialmente há apenas um ano e dois meses. E cresceu por que o Terminal Portuário do Pecém oferece condições especiais para isso, como agilidade e baixos preços. Os custos chegam a ser 30% menores que os registrados nos seus principais concorrentes - Suape (PE), Salvador (BA) e Itaqui (MA). A principal carga importada que desembarca no Pecém são bobinas de aço, que representam 45% do que chega ao Ceará. Do que tem origem no Estado, a principal mercadoria exportada é a castanha de caju, representando 11% dos produtos que aqui se originam. Das cargas que saem do Ceará, pelo Pecém, a maior participação é da carga de banana oriundas do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte - 15,5% da carga total exportada. O mel também vem crescendo no mercado europeu. Foram exportadas, em 2002, 2.185 toneladas do produto. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Vertical S/A |
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| Pecém disputa carga
de Suape |
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Pernambucanos estão inquietos com a
concorrência cearense no segmento portuário. Vêem o
risco de perderem empresas que hoje operam no Porto de
Suape. O principal rival para Suape é Pecém. Sábado, a
armadora dinamarquesa Maersk reuniu empresários que
exportam pescados e frutas por Suape para conhecer as
instalações no Ceará e um de seus navios. A Maersk é
uma das maiores operadoras de contêineres do mundo. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Norton Lima Jr. |
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| Refinaria |
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Refinaria cá
O Ceará vem se preparando mal há anos para receber a refinaria. Localizou muito mal o porto, distante do litoral do Rio Grande do Norte, e não consegue unificar o discurso pelo empreendimento. Refinaria cá 2
Falam em localização geográfica – quando todos sabem que Pernambuco é melhor localizado; falam em proximidade com a Europa e EUA – quando a refinaria destina-se ao mercado interno, falam em parceira internacional – quando os outros estados também têm. Refinaria cá 2
Falam em infra-estrutura – quando não há trilhos nem grandes estradas entre o Ceará e o RN ( de onde vem o nosso petróleo); falam que o Ceará produz petróleo – quando 85% do petróleo que o Ceará produz vem do RN, que ainda tem um parque petroquímico maior que o cearense. |
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25 de Janeiro de 2003 |
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Comunicado |
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| Refinaria – Concorrente |
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A governadora do Rio Grande do Norte, Wilma de Faria (PSB), assinou convênio para viabilizar o estudo técnico-econômico para instalação de uma refinaria de petróleo no Estado. A parceria foi feita com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte. O estudo dará base técnica para a bandeira política do Governo estadual, a fim de captar a refinaria para terras potiguares. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Banco do Nordeste |
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| Balanço do BN
indica perdas nas contas |
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O balanço patrimonial do Banco do Nordeste
divulgado na segunda-feira passada aponta lucro no
exercício e uma requalificação dos ativos por conta
do maior rigor no provisionamento para eventuais
perdas, entretanto expõe a baixa liquidez do banco
e queda nas operações de crédito em relação a 2001. Mesmo com o lucro de R$ 160 milhões
no exercício de 2002, o balanço do Banco do
Nordeste (BN) apresenta fragilidades em termos de
liquidez e revela que as operações de crédito da
instituição feitas com recursos próprios caíram. O
índice que mede se a instituição tem capacidade de
pagar obrigações a curto prazo com os recursos de
curto prazo (menos de um ano) que dispõe, o chamado
índice de liquidez corrente não está bem. O índice,
resultado da divisão do passivo circulante (dívidas
para pagar no curto prazo) pelo ativo circulante
(recursos de curto prazo) caiu de 1,24 para 0,93. |
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25 de Janeiro de 2003 |
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Mercado
de Trabalho |
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| Taxa
média de desemprego foi de 11,7% em 2002 |
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NOVA
METODOLOGIA DE CÁLCULO GERA POLÊMICA |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Indústria
farmacêutica
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| Medicamentos
- Indústria farmacêutica quer mais mercado |
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Ana Cristina Cavalcante Um negócio de US$ 7 bilhões por
ano, divididos por 370 empresas, das quais as 30%
estrangeiras detêm nada menos que 70% do mercado.
Em rápidas pinceladas, esse é o setor responsável
pelo primeiro acordo de manutenção de preços da
Era Lula. A indústria farmacêutica concordou em
adiar, até março, o aumento de 8,63% previsto
para os medicamentos, agora em janeiro. Também
aceitou conversar com o governo, pelos próximos
seis meses, sobre os principais entraves para a
expansão do setor. Diário do Nordeste - O seu setor fez o
primeiro acordo de manutenção de preços do
governo Lula. A indústria farmacêutica vai
segurar o aumento de 8,63% sobre os preços dos
medicamentos até março. Qual é o significado real
disso: a disposição do setor para negociar uma
questão delicada como é o preço do remédio ou o
vislumbre de uma possível contrapartida do
governo?
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27 de Janeiro de 2003 |
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Indústria
farmacêutica
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| Como
baratear os medicamentos no Brasil? |
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BAIXO
PODER AQUISITIVO RESTRINGE ACESSO A carga tributária incidente sobre os
medicamentos, no Brasil, é da ordem de 25%. O
peso dos impostos e o seu repasse para o preço
do produto vendido no varejo são duas das
principais causas das enormes restrições de
acesso aos remédios, por parte das parcelas mais
carentes da população brasileira. Mas não são os
únicos impedimentos. Oitenta por cento dos
insumos utilizados na fabricação desses produtos
dependem, de alguma forma, da cotação do dólar.
Mesmo obedecendo a uma política de controle de
preços, a cada “sim” do governo, os reajustes
aplicados assustam as pessoas que dependem do
uso permanente de medicamentos ou as que têm a
sorte de ir à farmácia apenas esporadicamente.
“Não queremos reinventar a roda, mas fazer com
que as rodas da engrenagem social girem em única
direção”, comenta Ciro Mortella. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Setor
têxtil |
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| Algodão, 100% mais caro,
pressiona margens de empresas têxteis em 2003 |
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Companhias enfrentarão dificuldade ao
renovarem seus estoques neste ano TÉO TAKAR O aumento do preço do algodão e a dificuldade de repasse dos custos para o produto final deverão estreitar a margem de lucro das companhias do setor têxtil neste ano. Especialistas acreditam que o salto de mais de 100% na cotação da matéria-prima em 2002 começará a ser percebido nos resultados da empresas já no primeiro trimestre. "As principais companhias fizeram grandes estoques de algodão no início do ano passado, quando o preço ainda estava baixo", lembrou Daniel Pasquali, da corretora Fator Doria Atherino. Dessa forma, elas conseguiram passar por 2002 sem sofrer o impacto da alta no preço da commodity. No entanto, encontrarão uma situação bem diferente quando renovarem seus estoques a partir deste trimestre. A arroba de algodão em pluma no atacado de São Paulo custava R$ 28,60 em dezembro de 2001, enquanto em dezembro de 2002 o produto era negociado a R$ 60,00, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A analista da consultoria Tendências Amaryllis Romano explicou que o salto no preço do algodão foi provocado pela queda de 11% na produção mundial da safra 2002/2003 e pelo crescimento de 2,2% no consumo. Ela comentou que a expectativa para a próxima safra não é muito animadora. "As projeções iniciais apontam um crescimento de apenas 3% na produção mundial de algodão, isso se o clima ajudar." Amaryllis acredita que o preço da matéria-prima deverá recuar um pouco em fevereiro com o início da colheita do algodão da safra atual, mas deve voltar a subir no decorrer do ano. Apesar do aumento dos custos, os especialistas afirmam que não há muito espaço para repasse de preços, o que deve provocar o estreitamento da margem de lucro. "As empresas devem repassar a inflação de 2002, mas dificilmente conseguirão repassar integralmente os custos", disse Rodrigo Bonsaver, da corretora Coinvalores. "A situação do mercado não permite repasses maiores", acrescentou Basílio Ramalho, do Unibanco Research. O presidente da Coteminas, Josué Christiano Gomes da Silva, admitiu que será difícil evitar um estreitamento de margens em 2003. "O verdadeiro patrão é o mercado. Ele é que permite ou não o repasse." Apesar do cenário desfavorável, a Coteminas é uma das empresas do setor em situação mais confortável. "Ela registrou margens crescentes em 2002", lembrou Ramalho. "A margem bruta média de 2003 será menor do que a esperada para o quarto trimestre de 2002, mas deverá ficar próxima da média do ano passado." Para Bonsaver, as empresas têxteis devem aumentar o peso das exportações na receita para compensar o aumento nos custos. "O atual patamar do dólar permite um ganho maior com as exportações." Ele lembrou que o denin (principal produto da Santista Têxtil) tem feito sucesso no mercado europeu. Pasquali, da Fator Doria, acrescentou que a Coteminas vendeu recentemente 4% do seu capital para a americana Springs, com a qual mantém relações comerciais. "Isso reforça o interesse das duas empresas na parceria." |
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25 de Janeiro de 2003 |
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Fórum
Econômico Mundial |
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| FMI
diz que governo Lula ´tem se saído muito bem´ |
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Davos - A vice-diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Anne Krueger, disse ontem em Davos (Suíça) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ´´tem se saído muito bem até agora´. Segundo ela, o presidente brasileiro lida muito bem com as expectativas e trata os problemas com responsabilidade. Krueger acrescentou que outra indicação da seriedade do governo é a política fiscal. O ministro Antonio Palocci Filho (Fazenda) já anunciou que a meta de superávit primário (a diferença entre arrecadação e despesas do governo) de 3,75% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2003 será elevada. ´´Os mercados não estavam convencidos de que o novo governo teria responsabilidade fiscal. Neste sentido penso que Lula já deu um passo adiante´, disse Krueger após conferência sobre os desafios latino-americanos no Fórum Econômico Mundial. Lula chega hoje à noite a Davos, na Suíça, para o que está sendo considerada a mais ambiciosa participação do Brasil no Fórum Econômico Mundial. À elite empresarial do mundo, Lula levará uma mensagem do Fórum Social Mundial, que se realiza em Porto Alegre. ´É preciso um pacto mundial que diminua a distância entre os países ricos e os países pobres´, defende Lula. Mais uma vez, porém, a discussão sobre a redução das desigualdades tende a ser superada pela agenda dos países desenvolvidos. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Fórum
Econômico Mundial |
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| Lula
propõe criação de fundo internacional contra
a fome |
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Davos - O
presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da
Silva (PT), propôs, ontem, durante discurso
no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça),
a criação de um fundo internacional para o
combate à fome e à miséria. Ele citou o G-7 e
as nações mais industrializadas do mundo.
“Precisamos nos unir em um pacto mundial pela
paz e contra a fome. Fiquem certos de que o
Brasil fará sua parte”, disse Lula.
Questionado sobre o fundo, Lula disse que a
medida seria um desafio ao mundo. “Milhares
de velhos e crianças morrem por causa da
fome. Se o mundo detém tecnologia, terra,
capacidade de gerar alimentos, por que não
cumprimos com nossa missão de seres humanos e
damos a oportunidade aos outros seres humanos
de comerem ao menos uma vez ao dia?”,
questionou. “Esse é um desafio a Davos, ao
mundo.” Lula disse que foi eleito para
conduzir um país de 170 milhões de
habitantes, que convive com a desigualdade
social. “Trago [a Davos] |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Fórum
Econômico Mundial |
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| Ministro
rejeita pressão do FMI |
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Antonio Palocci, ministro da Fazenda,
disse que não se sente obrigado a cumprir o
prazo previsto por acordo com o Fundo
Monetário Internacional (FMI) para enviar
proposta ao Congresso sobre a CPMF. A
Contribuição, segundo o ministro, seria
discutida na reforma tributária. O governo brasileiro não vai
correr com a discussão sobre reforma
tributária só para atender ao Fundo
Monetário Internacional (FMI), informou
ontem (26) o ministro da Fazenda, Antônio
Palocci Filho. O acordo em vigor prevê que,
até março, o governo enviará ao Congresso
propostas para solucionar o ''buraco'' na
arrecadação que se abrirá com a queda da
alíquota da Contribuição Provisória sobre a
Movimentação Financeira (CPMF) de 0,38% para
0,08% a partir de 2004. No entanto, Palocci
mantém sua posição de que a CPMF será
discutida na reforma tributária. Portanto,
essa questão não necessariamente seguirá
para o Congresso até março. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Frutas
Tropicais
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| Frutas
tropicais |
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Os fruticultores estão-se deparando
com o desafio de quintuplicar, este ano, as
exportações de frutas tropicais. O esforço
tem razão de ser. O Brasil, especialmente o
Nordeste, tem amplo mercado comprador a ser
explorado e pode concorrer com produtos de
sabor apreciado e qualidade reconhecida. |
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26 de Janeiro de 2003 |
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Comércio
Exterior |
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| Exportação é a
esperança de muitas indústrias |
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Retração interna leva empresas a buscar o mercado internacional MARCELO REHDER e MÁRCIA DE CHIARA Mais uma vez, as indústrias apostam no aumento das vendas externas para garantir bons resultados neste ano. Com a renda contida e o crédito caro, as chances de expansão do consumo no mercado interno ainda são restritas. Por isso, as empresas estão investindo na conquista de novos mercados no exterior, favorecidas pela competitividade do câmbio. A fabricante de autopeças TRW, por exemplo, planeja aumentar as exportações em mais de 10%. Entre sistemas de freios, válvulas para motores e outros produtos, a companhia exportou US$ 80 milhões em 2002. Dessa cifra, US$ 50 milhões resultaram da venda de sistemas de freios para os Estados Unidos e Europa. "Em 2003, vamos ter um crescimento de 20% nas exportações da Divisão de Freios, graças a novos negócios fechados com montadoras americanas", diz o presidente da companhia, Marcos Zion. No mercado doméstico, no entanto, a previsão de vendas é modesta. Segundo Zion, a produção para as montadoras deverá ficar praticamente estável em relação ao ano passado, uma vez que a indústria automobilística está prevendo a montagem de cerca de 1,8 milhão de veículos, pouco coisa a mais do que no ano passado (1,775 milhão). De origem americana, a TRW está entre as cinco maiores empresas de autopeças do mundo. Neste ano, a previsão da companhia no Brasil é de ampliar em 10% o faturamento total, que somou R$ 812 milhões em 2002. A subsidiária brasileira da coreana LG é outra que está animada com o mercado externo. A fabricante de eletroeletrônicos acaba de transformar o País em plataforma de exportação para a América Latina. Os planos prevêem que as vendas externas passem a responder por 16% de todo o faturamento no País. No ano passado, a LG faturou R$ 1,2 bilhão. Para este ano, espera ampliar em 20% a receita, tanto de exportação como interna. Segundo a diretora de Marketing da LG, Valéria Camarero, a escolha do Brasil como plataforma de exportação se deve a dois fatores. Um deles é a posição de liderança do País no mercado consumidor da região. Em segundo lugar, ela ressalta que a valorização do dólar tornou a exportação uma proteção ("hedge") barata para as empresas que dependem de insumos importados e estão sujeitas à flutuação do câmbio. Para garantir as vendas no mercado interno, driblando o crédito mais restrito, a companhia aposta no lançamento de produtos com mais recursos tecnológicos, voltados para um consumidor de maior renda. Valéria pondera que a alta dos juros deverá ser revertida no segundo semestre, dando novo alento ao segmento de bens de consumo duráveis, cujas vendas dependem de financiamento. Calçados - As exportações também são uma saída para os fabricantes de bens de consumo semiduráveis. A Beira Rio, uma das quatro maiores fabricantes de calçados femininos do País, quer ampliar em 50% as exportações neste ano. De acordo com o diretor-superintendente, Ivo Barbieri, as exportações deverão passar a responder por 12% do faturamento total da companhia. No ano passado, a empresa vendeu R$ 220 milhões, dos quais 8% (US$ 6 milhões) foram para o mercado externo. "A nossa meta é consolidar a abertura de novos mercados no Oriente Médio e nos Estados Unidos, que até o ano passado respondiam por vendas esporádicas", diz Barbieri. No mercado interno, a perspectiva da empresa é de ampliar em 12% o volume de negócios. Maior fabricante de meias no País, a Lupo quer crescer 15% nas vendas externas. "Já temos negócios engatilhados que nos abrem essa perspectiva", diz o diretor comercial da Lupo, Valquírio Ferreira Cabral Júnior. A companhia deve exportar este ano o equivalente a US$ 6 milhões. Cabral Júnior conta que a Lupo vai aumentar os preços em 10%, em média, a partir do mês que vem, no mercado doméstico. Segundo ele, trata-se de um repasse da alta de custos ocorrida no ano passado. O algodão, principal matéria-prima, foi reajustado em cerca de 50% desde agosto de 2002. "Tivemos de aceitar o reajuste sob a ameaça de ficar sem o produto, porque os beneficiadores estão exportando o algodão em pluma." Por causa desse aumento de preço, a Lupo deverá ampliar o faturamento em 20%, enquanto a produção deve crescer apenas 8%. No ano passado, a companhia faturou R$ 125 milhões, 15% a mais do que em 2001. O otimismo das empresas exportadoras se traduz em números. Pesquisa feita pelo BicBanco com 67 companhias exportadoras mostra que as vendas externas neste ano deverão crescer 10,6%, enquanto o aumento esperado para as importações é bem menor, de 4,8%. Com base nesse resultado, o economista-chefe do BicBanco, Luiz Rabi, projeta saldo de US$ 17, 3 bilhões para a balança comercial brasileira em 2003. |
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27 de Janeiro de 2003 |
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Comércio
Exterior |
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| Empresariado aprova
linha de continuidade |
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'Existe mudança de forma, não de atuação', observa Oswaldo Douat, do CNI ADRIANA CHIARINI RIO - O governo Luiz Inácio Lula da Silva está continuando a linha seguida pelo governo anterior nas grandes negociações internacionais de comércio, mesmo com as mudanças no organização interna do Itamaraty e outras, como o maior envolvimento na crise da Venezuela. Esta é a avaliação da Coalizão Empresarial Brasileira, que reúne representantes de todas as confederações empresariais do País. "Existe mudança de forma, mas não de atuação", observa o presidente da entidade e do Conselho de Integração Internacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Oswaldo Douat. Ele lembra que, apesar de o organograma do Itamaraty estar mudando, os negociadores dos principais acordos de comércio exterior do lado brasileiro foram mantidos. É o caso do embaixador Clodoaldo Hugueney, que continuará responsável pelas negociações para a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), na atual rodada da Organização Mundial do Comércio (OMC), e com o Mercosul e a União Européia (UE). Douat elogia a manutenção da estratégia de negociar simultaneamente em todas essas frentes. Outra mostra de continuidade é que propostas elaboradas no governo anterior serão usadas como base pela missão brasileira chefiada pelo embaixador Simas Magalhães na reunião técnica do Mercosul esta semana em Assunção, no Paraguai. A reunião vai definir as ofertas iniciais dos países do bloco para a Alca, a serem apresentadas até 15 de fevereiro, e as ofertas revisadas para o acordo com UE até o dia 28 do mês que vem. No caso da UE, a base será a proposta de oferta inicial do Brasil em outubro de 2001, bem mais ampla do que a apresentada aos europeus pelo bloco. A proposta do Mercosul ficou bem menor que a brasileira em função dos interesses da Argentina naquela época, ainda com o câmbio fixo na equivalência peso-dólar, segundo a secretária-executiva em exercício da Coalizão Empresarial, Soraya Rosar. "Por essa razão, o Brasil está muito confortável nessa revisão. A bola agora está com os argentinos", diz Soraya, lembrando que, "de lá para cá, a Argentina mudou muito". O governo Lula até pensou em não apresentar nenhuma oferta inicial do Brasil para a Alca dentro do prazo, mas recuou da idéia após reunião co ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, com a Coalizão Empresarial. "Defendemos que o Brasil apresentasse logo a oferta inicial de bens porque quem não apresentar não terá acesso às ofertas que os outros países fizerem entre si e o mais importante para nós é a de bens mesmo. Em compras governamentais e investimentos, os americanos têm muito mais interesse do que nós. Não tem problema atrasar um pouco", analisa Soraya. A proposta para serviços talvez seja apresentada no prazo, mas isso dependerá da velocidade com que os novos ocupantes dos Ministérios envolvidos procedam à análise das listas preparadas no governo anterior após intensos debates com os representantes do empresariado. "Achei interessante o termo que ele estão usando no Itamaraty, que o novo governo precisa 'se apropriar' das ofertas, no sentido de tomar conhecimento e adaptar", disse Soraya. A reunião com o ministro deixou mais clara a linha de continuidade. Não só pela decisão de apresentar pelo menos a oferta de bens no prazo, mas também pela disposição mostrada por Amorim para ouvir os empresários. Douat, para quem nos últimos anos "o caminho da comunicação entre governo e empresários foi pavimentado", contou que Amorim lhe disse que quer não só manter como ampliar o diálogo com o setor privado. Para isso contribui também o fato de dois ministros importantes para esses acordos internacionais, o da Agricultura, Roberto Rodrigues, e o do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio, Luiz Fernando Furlan, terem sido do Conselho Estratégico da Coalizão Empresarial. |
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