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Domingo, 14/03/2010

 

 
 
Câmara Brasil Portugal no Ceará
- Indústria, Comércio e Turismo -
 
 
CLIPPING DE NOTÍCIAS BRASIL/PORTUGAL
JANEIRO - 2003
              
 



BNDES VAI AMPLIAR CREDITO PARA PEQUENOS EXPORTADORES. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Furlan, revelou nesta terça-feira em São Paulo, durante seu discurso na abertura da Couromoda 2003, que o governo vai ampliar as linhas de crédito de exportação do BNDES Exim no valor até US$ 100 mil, voltadas para pequenas e médias empresas. "A prioridade do governo é a geração de empregos e o atalho para isso é a ampliação das exportações", afirmou, em seu discurso. "O governo deve correr mais riscos com as pequenas e médias empresas", disse. Furlan afirmou ainda que o governo estuda a possibilidade de implementar um programa similar ao "Moder Frota", para reaparelhamento de pequenas e médias empresas.
Fonte: Export News - 15/01/03.

FURLAN QUER AUMENTAR EXPORTAÇÕES EM 10%. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, quer aumentar as exportações brasileiras em 10% neste ano em relação a 2002. O objetivo é elevar as vendas externas para US$ 66 bilhões neste ano. Furlan conta com a promoção da "marca Brasil" como principal instrumento para atingir essa meta. A primeira "garota-propaganda" dessa campanha de promoção comercial deverá ser a primeira-dama, Marisa Letícia.
Fonte: Diário do Nordeste - 15/01/03.

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INDÚSTRIA DO CEARÁ TEM APOIO DE CONSULTORIA EM COMÉRCIO EXTERIOR .O Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) inaugura uma nova forma de atuação: a consultoria em comércio exterior. Com 11 profissionais especializados na área, o órgão sai de uma atuação pontual para um acompanhamento completo do candidato a exportador. Desde a escolha do produto e a formação de preços, até os procedimentos para embarque do pedido. A consultoria do CIN visa, sobretudo, fazer com que as empresas tenham condições de se manterem no mercado exportador e não apenas façam investidas esporádicas. Isso é o que se chama de internacionalização, que consiste na participação ativa da empresa nos mercados externos. A atividade exportadora, contudo, não é isenta de dificuldades, inclusive porque o mercado externo é formado por países com idiomas, hábitos, culturas e leis muito diversos. Essas dificuldades devem ser consideradas pelas empresas que se preparam para exportar. As empresas interessadas em entrar no mercado exportador devem manter contato com o Centro Internacional de Negócios (CIN), pelos telefones (85) 466.5419/5420.
Fonte: Export News - 14/01/03.

NOVO SOFTWARE FACILITA CÁLCULO DO CUSTO DA IMPORTAÇÃO. Uma das informações mais requeridas e de obtenção mais complexa em processos de importação e/ou de análises comparativas entre produtos importados e produtos nacionais, é o conhecimento prévio do custo do produto "posto fábrica". Pensando nesse problema, a Softleasing, produtora do sistema Foreign Trade Manager - FTM ®, desenvolveu uma poderosa funcionalidade que permite o cálculo do custo final da importação com o uso de fórmulas preparadas pelos próprios usuários. Essa ferramenta dinâmica, independente e personalizada, opera nas condições de cada processo, de acordo com as mudanças impostas pelos agentes que compõem a cadeia logística de transporte e armazenagem. Ela permite ainda que seus parâmetros sejam modificados a qualquer tempo, respeitando a situação específica de cada usuário, utilizando-se da combinação de regras simples e valores apurados pelo sistema. Maiores detalhes podem ser obtidos no site www.softleasing.com.br.
Fonte: Export News - 13/01/03.

DESENVOLVIMENTO E MRE VÃO UNIR FORÇAS PARA PROMOVER EXPORTAÇÕES. Os Ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior pretendem montar "um time forte" para promover o comércio brasileiro no exterior. A afirmação é do diretor-geral de Promoção Comercial do Itamaraty, embaixador Mário Vilalva, que reuniu-se nesta quarta-feira, em Brasília, por quase duas horas com o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, para discutir a estratégia de promoção comercial a ser usada no governo Lula. "O primeiro passo é formar o time. A idéia é fazer uma costura na área de promoção entre as diferentes áreas do governo e do setor privado", informou.Segundo o embaixador, o projeto ainda está apenas na fase inicial, mas o objetivo é articular os principais órgãos ligados ao setor - Agência de Promoção às Exportações (Apex), Ministérios da Agricultura, Desenvolvimento, Itamaraty, Cultura e Turismo - para fazer o marketing dos produtos brasileiros no exterior. Vilalva disse que a meta principal é evitar que cada órgão faça coisas diferentes na área comercial. "Precisamos afinar não só o discurso, mas as ações", complementou. Segundo o ministro, diversas reuniões serão feitas para aumentar a interação dos diferentes setores na área comercial.Entre as propostas que já foram lançadas pelo ministro Fernando Furlan, estão a meta de duplicar o número de turistas estrangeiros no Brasil em um prazo de quatro anos e estimular a promoção da "Marca Brasil" no exterior com o uso da imagem de personalidades importantes da sociedade brasileira conhecidas internacionalmente, como o ministro da Cultura Gilberto Gil, o escritor Paulo Coelho, os jogadores Pelé, Ronaldinho e até mesmo o maestro Tom Jobim.
Fonte: Export News - 09/01/03.

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MUDANÇAS AUMENTAM CAPACIDADE DO PORTO. O Porto de Santos poderá ampliar sua capacidade de movimentação de cargas em quase 30% neste ano, afirmou o presidente da Codesp, Fernando Vianna. Este aumento será possível com a iniciativa da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), órgão regulador do setor, de renegociação os contratos de arrendamento de terminais portuários firmados a partir de 1997. Entre as mudanças pretendidas, está tornar toda a faixa de cais pública, permitindo que os terminais possam receber navios de cargas não previstas nos contratos. Os terminais particulares localizados em frente ao berço terão prioridade na atracação, mas não exclusividade.
Fonte: A Tribuna - Santos - 06/01/03.

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APEX AGORA É SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO DO GOVERNO FEDERAL. Decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, publicado nesta quinta-feira, no Diário Oficial da União, cria o Serviço Social Autônomo Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil), que tem como finalidade executar políticas de promoção de exportações, em cooperação com o poder público, de acordo com as políticas nacionais de desenvolvimento, principalmente as relacionadas às áreas industrial,comercial, de serviços e de tecnologia. A Apex-Brasil terá que apresentar, anualmente, até 31 de janeiro, ao Ministério do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, relatório sobre a gestão do exercício anterior. O Conselho Deliberativo da Apex-Brasil será composto por representantes do Ministério do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior, da Cãmara de Comércio Exterior (Camex), do BNDES, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Associação de Comércio Exterior do Brasil e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Fonte: Export News - 06/02/03.  

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GRUPO HOTELEIRO PORTUGUÊS INVESTE EM GUARAJUBA. O Vila Galé, grupo português voltado para a construção e gestão de hotéis, está investindo no mercado turístico baiano. Nesta quinta-feira (6), às 15h30, na Governadoria, o governador Paulo Souto assina protocolo de intenção para a construção, em Guarajuba, de um megarresort com a bandeira do grupo. Também participam da solenidade o secretário da Cultura e Turismo, Paulo Gaudenzi, os presidentes da Bahiatursa, Cláudio Taboada, e do Conselho de Administração da empresa, Jorge Rabelo de Almeida, e a diretora de Relações Internacionais da Bahiatursa, Luciane Leite.Com 528 apartamentos e 68 bangalôs amplos, instalados em uma área de 200 mil metros quadrados, e uma frente de praia de 466 metros, o Vila Galé é o terceiro grande investimento da hotelaria internacional na Costa dos Coqueiros.
Fonte: Nordeste Econômico - 06/02/03.

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EXPORTAÇÕES DEVEM CRESCER 20% EM DOIS ANOS NO CEARÁ. Setores como a indústria têxtil, de calçados, pescados e fruticultura são os alvos preferenciais para políticas públicas de incentivo às exportações. Mas, as atividades tradicionais, como o beneficiamento da castanha e a mineração, também serão incentivadas. A economia cearense deve ser puxada pelo aumento de 20% nas exportações, em dois anos. Pelo menos, essa é a meta da equipe de governo que vai comandar os rumos do desenvolvimento do Estado até 2007. A expansão do comércio exterior é um dos principais pontos do plano que está sendo elaborado por um grupo intersetorial formado por sete secretarias - Desenvolvimento Econômico, Planejamento, Trabalho e Empreendedorismo, Controladoria, Ciência e Tecnologia, Agricultura e Fazenda. Segundo informações do secretário do Desenvolvimento Econômico, Régis Dias, setores como a indústria têxtil, de calçados, pescados e fruticultura são os alvos preferenciais para políticas públicas de incentivo às exportações. "Isso, sem esquecer setores tradicionais como a da castanha de caju, mineração e até artesanato. Esse último, inclusive, pode contribuir para fortalecer a cultura de exportação no Ceará. "Estou otimista com projetos como a refinaria e a siderúrgica", cita Régis Dias. Outros setores, como o turismo e a cultura do camarão em cativeiro, completam a lista de atividades econômicas que devem ser contempladas no plano que deve estar concluído até 30 de março.
Fonte Diário do Nordeste - 28/01/03.

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INFORMATIZAÇÃO APRIMORA OS CONTROLES ADUANEIROS. Os sistemas informatizados integrados na importação e as rotinas das atividades aduaneiras e de transportes aperfeiçoam controles administrativos, fiscais e tributários. A opinião é do diretor do Departamento de Armazéns Gerais, Terminais e Contêineres da Associação Comercial de Santos (ACS) e do Departamento de Porto e Transportes da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá (Aceg). Ele acrescenta, em relação aos controles das cargas importadas, que existem ''ações harmonizadas, integradas e consistentes''. A integração do Sistema Mercante ao Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), ocorrida no segundo semestre de 2002, segundo Forte, ''representou uma evolução significativa no aperfeiçoamento dos controles''. O Mercante é o pagamento eletrônico, via computador, do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM): uma alíquota de 25% deve ser paga, dos fretes marítimos de produtos importados, com o objetivo de financiar a construção de navios. O Siscomex foi introduzido há dez anos e é o sistema informatizado da Alfândega/Receita Federal, operado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). No tocante aos pagamentos dos valores devidos, decorrentes da incidência do AFRMM, verifica-se, de acordo com o diretor da ACS e Aceg, ''maior eficiência na arrecadação, com a eliminação das possibilidades de fraudes, com a transferência das responsabilidades pelos referidos pagamentos, das agências marítimas, diretamente para os importadores''.
Fonte: A Tribuna - Santos - 16/01/03

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