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Câmara
Brasil Portugal no Ceará -
Indústria, Comércio e Turismo - CLIPPING
DE NOTÍCIAS BRASIL/PORTUGAL FEVEREIRO-2002
CÂMARA
BRASIL PORTUGAL REALIZA ALMOÇO NA FIEC: Cerca de 50 empresários compareceram
ao almoço convocando pela Câmara Brasil Portugal no Ceará na última quinta-feira
(28/02) a fim de promover a aproximação de empresários de ambos os países.
Além de execitivos portuguêses e brasileiros, dentre os quais, representantes
da TAP - Air Portugal, Banco do Brasil, BBVA, Ernest Young, Veirano
Associados, Cartório Martins Alessandro Belchior e outros ilustres convidados, estiveram
presentes o Cônsul de Portugal, Dr. Carlos Pimentel e representantes consulares
do Chipre, Uruguai, Holanda e da Câmara Brasil Israel. Na oportunidade,
o presidente da CBP deu as boas vindas e divulgou a série de esforços que a Câmara
tem realizado no sentido de aproximar as relações comerciais e culturais entre
o Ceará e Portugal. Por sua vez, o vice-presidente da Câmara, divulgou um
resumo das atividades realizadas e a serem realizadas pela CBP, dentre as quais
destacou a realização do curso de Arbitragem Internacional a ser realizado no
segundo semestre deste ano e um seminário sobre incentivos os investimentos no
Ceará. POr fim, destacou a realização da Assembléia Geral para o dia 01 de
junho a fim de eleger a nova diretoria. Fonte: SFIEC/CBP CBP
REALIZA AGENDAMENTOS DE REUNIÕES PARA 3 EMPRESAS PORTUGUESAS: Durante
o mês de fevereiro, as empresas NORTENHA, HELDER
IMP. EXP. e TIS.PT estiveram em visita ao
Ceará a fim de discutir com autoridades locais a implantação de empreendimentos
industriais e operações de comércio internacional. Destaque para a empresa
Recauchutagem Nortenha, uma das duas maiores empresas de pneus portuguesa, que
pretende instalar uma fábrica / unidade de pneus remoldados e uma UVEP
- Unidade de Valorização Energética de Pneus no Brasil. Este último projecto propõe-se
a tratar de um problema global para o qual ainda não existe uma solução eficaz
- o tratamento dos pneus como resíduo. A Nortenha Brasil propõe-se assim a contribuir
para a solução deste problema implantando uma unidade de valorização energética
de pneus impróprios para a reutilização (capacidade de dar um destino final aos
pneus inservíveis com uma tecnologia inovadora e de forte cariz e responsabilidade
ambiental), possibilitando simultaneamente a geração de energia eléctrica.
Importa ressalvar o facto de que esta tecnologia só existe nos Estados Unidos,
e em 5 países europeus, entre os quais obviamente o da empresa em Portugal,
que funciona desde o início de 2001, sendo a mesma monitorada pelo Ministério
do Ambiente em Portugal, obedecendo às directrizes comunitárias em matéria ambiental
estabelecidas até 2007. A empresa TIS.PT é uma organização de consultoria
em transportes, inovação e sistemas e a empresa Helder Imp. Exp. veio
ao Brasil a fim de realizar um estudo de mercado com vistas à implantação de uma
unidade fabril de calçados. Fonte: SFIEC/CBP PARCERIA
COM CERTEZA (SETUR E AETA): A capacitação da mão-de-obra cearense
pode ganhar um grande reforço nos próximos meses. A Secretaria de Turismo do Ceará
(Setur) firmou parceria com a Associação dos Empresários Turísticos de Algarve
(AETA) para troca de experiências. O Algarve, importante pólo turístico de Portugal,
costuma ''importar'' profissionais para trabalhar na alta estação, que tem início
em maio. A idéia é conciliar a necessidade portuguesa de mão-de-obra adicional
com a necessidade cearense de capacitação. Fonte: O Povo - 31/01/02 (Coluna
De Turismo) PORTUGAL
- TERCEIRO MAIOR DESTINO DAS EXPORTAÇÕES CEARENSES: Portugal é o terceiro
principal país destino das exportações cearenses. A participação do país europeu
é de 5,4%, o que o coloca detrás apenas de Estados Unidos e Holanda, com 39,9%
e 10,7%, respectivamente. Isso é o que revela o informativo eletrônico Ceará em
Comex, mantido pelo Centro Internacional de Negócios do Ceará, sobre as relações
comerciais entre as duas regiões no mês de janeiro. Dos US$ 41.191.361 FOB que
totalizaram as vendas externas do Estado, US$ 2.214.592 FOB foram investimentos
portugueses. No relativo às importações, as relações são mais tímidas. Apesar
dos US$ 75.704.750 FOB importados pelo Estado, o que o deixou com um saldo deficitário
de US$ 11.529.260 FOB, Portugal não aparece entre os principais países origem
dos produtos importados pelo Ceará. No ano passado, o Brasil exportou US$ 506.475
FOB para Portugal, enquanto importou US$ 196.108 FOB. O saldo comercial brasileiro
ficou em US$ 310.367 FOB. O Ceará, por sua vez, exportou US$ 13.83.287 FOB e importou
US$ 689.691, acumulando um superávit de US$ 12.693.596 FOB. Os principais produtos
exportados são artigos têxteis, castanha de caju, calçados, camarões congelados
e couros. Os importados são, em sua maioria, rações animais, vinhos, maquinário
e aparelhos elétricos. Fonte: SFIEC/CBP TOPO MERCADO
FRUTICULTOR: O mercado exportador de frutas tropicais vem crescendo ano
a ano. O primeiro passo para essa expansão resultou da desvalorização cambial,
influindo na competitividade por conta dos baixos preços exibidos pela produção
brasileira. Depois, pelos efeitos do programa de promoção das exportações do setor,
que elevou, em 2001, seu volume para US$ 214 milhões. No comércio internacional
de frutas, essa participação é estimada em 1% do seu total. Tantas são as oportunidades
abertas para as frutas tropicais que o governo está mobilizando a iniciativa privada
para fechar este ano com a marca de US$ 1 bilhão em exportação de frutas, meta
ainda tímida diante da demanda reprimida. Atividade com poucos anos
de registros de negócios cambiais, o mercado exportador de frutas tropicais está
longe de ser descoberto, em toda sua potencialidade, e mais distante ainda de
ser esgotado. Ele exige, entretanto, sondagens permanentes, divulgação dos produtos,
demonstração das opções de consumo e até degustação. A experiência
tem mostrado haver aceitação das frutas tropicais pelos consumidores da União
Européia. Mas, quanto maior for a sua promoção, melhores serão as aberturas para
comercializá-las. O Programa de Desenvolvimento da Fruticultura surge no momento
exato para deslanchá-las. Para isso, há necessidade de identificar as peculiaridades
do mercado comprador e de qualificar os produtores e os promotores de vendas para
o exterior. Essas condições permitirão influir no jogo da concorrência e conferir
profissionalismo às negociações. A tarefa destina-se a especialistas competentes. Durante
o ano passado, o País vendeu lá fora US$ 50 milhões de manga e US$ 21,6 milhões
de uva do Vale do São Francisco; US$ 39,6 milhões de melão de Mossoró; US$ 18,5
milhões de mamão, do Espírito Santo; US$ 18,1 milhões de maçã do Rio Grande do
Sul e de Santa Catarina. O limão, produzido em São Paulo, gerou divisas da ordem
de US$ 7,6 milhões. Os mercados compradores dessas seis frutas estão basicamente
concentrados na Holanda, Estados Unidos, Portugal, Inglaterra,
Alemanha, Bélgica, Argentina, Espanha e Canadá. Pode expandir-se dependendo apenas
de qualidade elevada, da diversidade e do atendimento às exigências dos consumidores. O
Ceará tem espaço para competir nesse mercado promissor por intermédio do Pólo
do Baixo Jaguaribe, do Pólo Fruticultor do Cariri ou ainda do Projeto Baixo Acaraú,
onde as primeiras safras de melão estão com a comercialização assegurada. Essas
são iniciativas empresariais de grande porte, baseadas em agricultura moderna.No
Cariri, a uva testada na Serra de São Felipe apresenta qualidade e produtividade
assemelhadas à produção do Vale do São Francisco. Em Aracati, 70% da produção
de 440 toneladas de melão irrigado foram exportadas para a Europa. Falta apenas
impulso para o Estado consolidar posição nesse exigente mercado. TOPO INVESTIMENTO
EXTERNO BATE RECORDE EM DEZEMBRO: O volume de US$ 3,863 bilhões em investimentos
estrangeiros diretos registrado em dezembro de 2001, foi recorde. A informação
foi dada pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes,
ao divulgar nesta quinta-feira o resultado das contas externas do País. Ele destacou
que o total de US$ 22,636 bilhões desses investimentos, no ano, financiou 95,7%
do déficit em transações correntes (comércio e serviço com o exterior) no período,
de US$ 23,217 bilhões. Neste mês, os investimentos estrangeiros diretos totalizam,
até esta quinta-feira, US$ 1,150 bilhão. Lopes disse acreditar que o mês fechará
com US$ 1,200 bilhão. Janeiro, na opinião do representante do Banco Central, é
sazonalmente fraco para embarques (exportação), mas ele adiantou que ainda não
há preocupação em revisar a previsão de superávit de US$ 5 bilhões para a balança
comercial este ano. O balanço de pagamentos (que totaliza as operações do País
com o exterior) fechou 2001 com superávit de US$ 3,307 bilhões, contra um déficit
de US$ 2,262 bilhões, no ano anterior. Em dezembro de 2001, o balanço de pagamentos
apresentou resultado negativo de US$ 1,088 bilhão. No mesmo mês de 2000, o saldo
foi superavitário em US$ 65 milhões. Fonte: Export News - 25/01/02 TOPO SEDUÇÃO
NORDESTE: A mais recente edição da revista paranaense de economia e negócios
Amanhã traz na capa uma dura e explícita provocação aos estados nordestinos.
''A $edução do Nordeste'' é a manchete da revista, que aborda numa ampla reportagem
a evasão de empresários do Sul do País para estas bandas. O cifrão no título traduz
o sentimento sulista diante da vinda das empresas. Vejamos a abertura da reportagem:
''Pode parecer vingança da história, mas o Nordeste inventou no Sul a figura do
retirante. Só que de paletó e gravata. Ao contrário do sertanejo que deixa o campo
expulso pela seca, o migrante sulista foge dos custos industriais e persegue vantagens
competitivas em outras paragens. O fenômeno tem nome e sobrenome: incentivo fiscal.
A vantagem vai até onde legalmente é possível: 75% do ICMS novo gerado, por períodos
que podem chegar a 15 anos. De quebra, os governos estaduais nordestinos oferecem
infra-estrutura, e os prefeitos, terrenos urbanizados e isenção de impostos municipais.
Um projeto bem negociado pode contar ainda com vantagens federais e linhas de
crédito de longo prazo oferecidas pelo Banco do Nordeste. Com tantas carícias,
é mesmo difícil resistir''. Fonte: Valor Econômico (pg. A2) TOPO CORDEX
INAUGURA SUA PRIMEIRA FÁBRICA BRASILEIRA NA BAHIA: A Companhia Industrial
Têxtil do Brasil - Cordebras -, controlada pela empresa portuguesa Cordex, inaugura
oficialmente, hoje, a sua primeira fábrica brasileira, em Camaçari, na Bahia.
Operando em fase de testes desde o final do ano passado, a unidade faz parte de
um projeto integrado que prevê a construção de três plantas industriais até o
final de 2006. A produção atual de 500 toneladas de fios agrícolas por mês é destinada
ao mercado externo. O projeto contribui para o desempenho das exportações do Estado,
que em 2001 registrou um déficit da balança comercial de US$ 173 milhões, apesar
do crescimento das vendas externas em 9,09% em relação ao ano anterior. Até o
final de 2002, a primeira unidade da Cordebras estará produzindo 6 mil toneladas
de fios agrícolas de sisal. O produto é muito utilizado na colheita do trigo ou
na armazenagem de fardos de feno para alimentação animal. Os maiores clientes
estão concentrados principalmente nos Estados Unidos, Canadá e alguns países da
Europa. De acordo com o presidente e fundador da companhia, Armando Pereira, não
há mercado no Brasil para os fios agrícolas produzidos nesta primeira fase. Para
instalar as três unidades industriais, a Cordebras projeta um investimento total
de R$ 27 milhões. Na primeira fase foram investidos R$ 9 milhões em equipamentos,
treinamento de pessoal, infra-estrutura, galpões e capital de giro. Nos primeiros
12 meses de operação, estima-se um faturamento de R$ 8 milhões. Quando estiver
em plena operação, a Cordebras irá gerar 330 empregos. No momento, a fábrica tem
80 empregados diretos. Até o final de 2006, a empresa de origem portuguesa projeta
um faturamento de R$ 30 milhões, resultado da consolidação da unidade produtora
de fios e cordas de sisal e da implantação das fábricas de cordas e fios sintéticos
e de espuma de poliuretano. Com investimento previsto de R$ 9 milhões, a unidade
de cordoaria sintética, que será instalada numa segunda fase, vai produzir cerca
de 3 mil toneladas/ano de fios e cordas à base de polietileno e prolipropileno,
utilizadas para a embalagem de fardos e em embarcações de pesca e recreio. A terceira
e última etapa, a fábrica de espumas, terá capacidade de produção de 10 mil toneladas/ano.
A unidade estará apta a colocar no mercado uma diversidade grande de espumas,
com aplicação nas indústrias de mobiliário, colchoaria, têxtil, puericultura,
embalagem e indústria automotiva. Fonte: Gazeta Mercantil - 21/02/02 TOPO TAP
PROMETE MAIS VOOS PARA O CEARÁ: Portugal vai ficar
mais próximo de Fortaleza a partir de 2 de abril próximo. O secretário do Turismo
do Estado, Antônio Cambraia, fechou três novas freqüências com a TAP Air Portugal,
quando de sua recente participação na Feira Internacional do Turismo de Lisboa.
Segundo Cambraia, as três freqüências semanais não farão escalas no Recife, como
ocorre com as duas em operação no momento, o que representará ''um maior fluxo
de turistas europeus, sem intermediários e com a garantia de que vão ficar aqui
para gastar e apreciar o potencial cearense'', comemora. O Secretário adiantou
que, além dessas novas freqüências diretas, conseguiu acertar com a operadora
Terra Brasil mais um vôo charter oriundo de Portugal. Também anunciou haver acertado
com a operadora Star Turismo encontros para o fechamento de pacotes, além de deixar
encaminhado com a Air Lux, hoje em processo de separação da Cabo Verde Air Lines,
a vinda de vôo charter a partir de Barcelona (Espanha). ''Todos esses contatos
foram proveitosos e darão resultado. Nós estamos convictos de que o turismo é
a grande saída econômica para o nosso Estado, porque gera renda e empregos e ainda
influencia sobre mais 51 atividades produtivas no Ceará'', observa o secretário
do Turismo. Durante o mês de março, ele prometeu dar entrevista coletiva para
expôr o resultado dessas negociações. Fonte: O Povo - 08/02/02 TOPO TRIBUNAL
ARBITRAL DO CEARÁ CONVIDA CBP: A convite do Tribunal Arbitral do Ceará,
a Câmara Brasil Portugal do Ceará se fez representar na pessoa do seu Secretário
José Maria McCall Zanocchi no Curso "Introdução à Mediação e Arbitragem", ministrado
naquela instituição pelo Presidente do Tribunal Arbitral do Brasil, o Sr. Carlos
Márcio Salles Vasconcelos. O Curso faz parte de um programa voltado para
a formação de profissionais de diferentes áreas que irão atuar como mediadores
e árbitros em conflitos de ordem privada, submetido à arbitragem em razão de compromisso
arbitral. A instituição é vinculada a diversos tribunais distribuídos por várias
cidades brasileiras e funcionam em regime similar ao de franquias, estando submetidos
a regras e procedimentos padronizados implementados pelo Tribunal Arbitral do
Brasil com sede na cidade de Juiz de Fora. TOPO AH
LISBOA!: Ela não tem a fama justificada de Paris. Nem a beleza histórica
de Roma. Está distante demais do cosmopolitismo de Londres. E, mesmo que queira,
não chega ao nível de agitação de Madri e Barcelona. Mas, creia, é preciso incluir
Lisboa no seu roteiro de viagem ao continente europeu. A cidade, embora seja o
primo-pobre das capitais da Europa Ocidental, é imperdível e surpreendente. Pouco
se espera dela, e ela lhe devolve em detalhes uma interessante junção de tradição
e modernidade, nostalgia e infra-estrutura ajustada aos padrões do turismo internacional. Se
você pensa em Lisboa só como um rápido ponto de passagem para outros lugares da
Europa, previna-se: dê uma esticada no tempo previsto de estada. Com isso, você
terá condições de conhecer melhor várias cidades numa só. Os especialistas garantem
que a modernização e o cosmopolitismo de Lisboa são recentes. Portugal, um país
de pouco mais de 90 mil quilômetros quadrados - menor do que Santa Catarina -,
fica geograficamente distante das principais capitais européias. Essa condição
e o isolamento em que viveu durante os quase 50 anos da ditadura Salazar puseram
Portugal à margem das grandes transformações do século XX europeu e deram origem
a um certo complexo de inferioridade nacional (sobre o qual muitos brasileiros
deitam e rolam), hoje em recuperação. Boa parte disso se deve à integração à União
Européia, que injetou bastante dinheiro no País nos últimos anos. Tudo
bem que essa injeção de ânimo modernizou a infra-estrutura e transformou a vida
cultural de Lisboa. Mas é inevitável: o melhor ali está na Lisboa antiga. Para
conhecê-la, o ideal é começar pela Praça do Comércio. Segue-se pela rua Augusta,
um calçadão com grandes lojas e charmosos cafés e aí é possível perder-se pelo
Centro. Pode-se ir direto ao Castelo de São Jorge, de onde se vê a cidade antiga,
com o desenho tortuoso herdado da ocupação moura - Lisboa foi reconquistada pelos
portugueses em 1.147, após 300 anos de domínio muçulmano. Mas
nem só do Centro se faz a Lisboa clássica. Um passeio imprescindível é Belém (pronuncia-se
B'láin). É um bairro temático, voltado para os descobrimentos. Lá fica um dos
maiores cartões-postais de Lisboa, a torre de Belém, lugar de onde partiam as
caravelas e, na volta, os navegadores eram recebidos em triunfo. Pertinho está
o Mosteiro dos Jerônimos (belo e enorme) e o Padrão dos Descobrimentos, um monumento
salazarista construído em homenagem aos grandes navegadores portugueses. E após
uma manhã ou uma tarde inteira andando por Belém fecha-se a visita na Fábrica
de Pastéis de Belém. Esqueça os pastéis que você come por aqui. Nada perto. Os
pastéis de lá são doces e são a deliciosa especialidade portuguesa. Fonte:
O Povo - 21/02/2002 (Caderno Turismo) TOPO ADENE,
MAIS ENXUTA, COMEÇA A OPERAR COM R$ 670 MILHÕES: A Agência de Desenvolvimento
do Nordeste (Adene), que começa a operar para valer na próxima semana e conta
com um orçamento para investimentos de R$ 670 milhões em 2002, tem meta de aprovar
incentivos do recém-criado Fundo do Desenvolvimento do Nordeste (FDN) para, no
máximo, 100 projetos em 2002. O número é mais modesto que o da extinta Sudene,
que chegava a aprovar 20 projetos num mês. Não é só isto que muda. A estrutura
da agência será bem mais enxuta que a da antiga superintendência. O que se mantém
inalterada é a divisão política de cargos. com relação ao número de projetos,
o secretário especial para o Nordeste, do Ministério das Minas e Energia, Roldão
Torres, ressalta que os critérios para a concessão de incentivos serão bem mais
rígidos na Adene, para evitar as distorções registradas na Sudene, como projetos
incentivados que não saíam do papel ou não eram concluídos. "Um dos critérios
para seleção é que sejam empreendimentos com prazo de implantação de até dois
anos", detalha. Já os projetos da carteira da Sudene, incentivados pelo antigo
Finor, passam a ser geridos diretamente pela secretaria especial para o Nordeste,
até a extinção da carteira, hoje com 210 empreendimentos. O objetivo da distinção
é evitar que a carteira da Adene seja "contaminada" pela da Sudene. Torres promete
enxugar a carteira da Sudene em 60 dias, reduzindo o número para 150. Quanto ao
cronograma de implantação da agência, o próximo passo é o anúncio, pelo ministro
da Integração Nacional, Ney Suassuna, dos diretores da Adene. A diretoria será
colegiada, com quatro integrantes (um diretor-geral e três diretores). Já a Sudene
tinha um superintendente, um superintendente-adjunto e oito diretores. O que não
muda são os critérios políticos na escolha dos ocupantes dos cargos. Nos corredores
da Adene, corre à boca miúda que a diretoria vai ser rateada entre os Estados
da Paraíba - terra do ministro - Pernambuco, Ceará e Bahia. O diretor geral, ao
que tudo indica, será indicado por Pernambuco. A previsão é que seja mantido no
cargo o diretor interino, que não confirma nem nega as especulações. Porém, a
lista de diretores indicados pelo ministro terá de ser aprovada pelo Senado. Após
o aval do Senado, cabe ao presidente da República a nomeação dos diretores. Espera-se
que todo este ritual seja cumprido até sexta-feira. A agência terá 250 funcionários,
dos quais 79 cargos comissionados, contra os três mil servidores da Sudene nos
anos 70. Fonte: O Povo - 21/02/2002
SUGESTÕES DA CÂMARA:
Apóiam
este projeto:
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