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LOJA DE ARTE INDÍGENA TORÉ-TORÉM
CEART - Loja de arte indígena será inaugurada hoje na Aldeota
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec),
em parceria com a Central de Artesanato (Ceart),
inaugura hoje (17/11/2005), às 17 horas, naquela
Central, a loja de arte indígena Toré-Torém. Serão
comercializados materiais em cerâmica, madeira e
palha, além de objetos
típicos, como arco, flecha e maracá (espécie de chocalho
utilizado pelos indígenas em solenidades religiosas
e guerreiras).
O objetivo principal é promover ocupação e renda para os índios, através da valorização
de sua arte e da afirmação de sua identidade étnica. Segundo Cybelle Borges,
socióloga e secretária executiva do Instituto Fiec de Responsabilidade Social,
Tapebas, Pitaguarys, Tremembés e Jenipapos Kanindés são algumas das 12 etnias
do Estado que mais contribuirão com a produção artesanal.
Cybelle Borges acrescenta que os índios são mais politizados do que muitas pessoas
pensam. "Por isso, a orientação da Organização é importante para o crescimento
do programa", salienta.
O Instituto Fiec, em atividade desde 2000, mas oficializado em março deste ano,
apóia o empreendimento através do programa "Difusão da Cultura Indígena", iniciado
no ano de 2002, na comunidade indígena de Tremembé, em Itarema.
O programa conta ainda com o apoio da Associação Missão Tremembé, que trabalha
com o intuito de sensibilizar a Igreja Católica e toda a sociedade para ajudar
na luta de resistência dos povos indígenas do Ceará. O Estado tem hoje 12 etnias,
um total aproximado de vinte mil indígenas, cujas terras estão localizadas em
14 municípios.
SERVIÇO: A loja Toré-Torém está situada na Av. Santos Dumont, 1107, loja
24 -
fone:(85) 3466-5845.
Fonte: Diário do Nordeste
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“Arte Tremembé é a primeira documentação histórica da cultura indígena no Ceará”
O Instituto FIEC de Responsabilidade Social, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa do Ceará (Sebrae-CE), lança hoje (28/11) o livro Arte Tremembé. A solenidade acontece às 20h, na Casa Cor Ceará, à Rua Osvaldo Cruz, 1.500.
Materializado pelo artista plástico e historiador Roberto Galvão, o trabalho baseia-se no levantamento do Instituto sobre os trabalhos artísticos desenvolvidos nas aldeias Tremembé, no contexto do Programa Difusão da Cultura Indígena.
Para a vice-presidente do Instituto FIEC de Responsabilidade Social, jornalista Wânia Dummar, o livro imprime marcas históricas da cultura indígena, no que diz respeito à etnia Tremembé, além de inovar ao registrar pela primeira vez na bibliografia momentos de recriação estética de um povo, proporcionando visibilidade às suas atividades artísticas.
A documentação pioneira representa, para Wânia Dummar, o somatório do trabalho de campo desenvolvido pelo Instituto nas aldeias Tremembé com a pesquisa desenvolvida por Roberto Galvão.
“O Sebrae percebeu a importância do trabalho para a história e a cultura das futuras gerações”, conta a vice-presidente do Instituto, lembrando do apoio do órgão para a concretização do trabalho.
A obra, segundo a socióloga e secretária executiva do Instituto, Cybelle Borges, é mais um resultado do Programa Difusão da Cultura Indígena, que tem o objetivo de difundir a arte indígena e gerar renda para as comunidades.
Fonte: FIEC On Line
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