ANEXO 06 – PROPOSTA INICIAL DE POLÍTICA DE INFRA-ESTRUTURA PARA O ESTADO DO CEARÁ - ÁREA DE  TELECOMUNICAÇÃO

 

Lenardo José Saraiva de Castro

 

FORTALECIMENTO DA INFRAESTRUTURA NO NOVO GOVERNO DO CEARÁ TELECOMUNICAÇÕES 2003 – 2006

 

1       CONTEXTUALIZAÇÃO

Até julho de 1998, os serviços de telecomunicações, fixo e móvel, eram providos pela Telecomunicações do Ceará – Teleceará, uma empresa do Sistema Telebrás – STB. Em 1998, o governo federal promoveu o processo de desestatização do setor de telecomunicações. Assim, o serviço fixo comutado do Ceará, agregado ao de mais quinze Estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil, foi aglutinado na Tele Norte Leste Participações,  leiloado e vendido ao consórcio Telemar.

O serviço móvel por sua vez, conhecido na época como Banda A, da Teleceará Celular foi comprado pela italiana Telecom Itália Móbile – TIM, que criou a TIM NORDESTE e passou a explorar o serviço no Ceará e em mais cinco Estados nordestinos do Piauí a Alagoas.

O passo seguinte do processo de privatização foi a criação de empresas espelhos com o objetivo de consolidar o modelo de competição. Na área de atuação da Telemar, Região I, onde o Ceará está incluso, foi criada a Vésper para exploração do serviço fixo comutado. A concessão para a competição no serviço móvel, a Banda B, foi vendida para a BSE, empresa ligada ao Banco Safra e a americana Bell South, que depois se tornou e hoje é conhecida no Estado como BCP.

Recentemente, com a venda das licenças das Bandas C, D e E da telefonia móvel, acaba de ser ativada a OI, uma empresa ligada à Telemar para exploração do serviço móvel.

Hoje, além dessas empresas, Embratel, Intelig e Telefônica, operam o sistema de longa distância e iniciam o serviço local.

Muitos outros serviços ligados a telecomunicações, tais como serviços de internet, televisão por assinatura, dados e outras empresas chamadas “espelhinhos”, que são submetidos à legislação e normas da ANATEL, operam no Ceará. Em Fortaleza existem bairros onde todos os serviços possíveis sob forma legal e tecnológica estão disponíveis e com pelo menos dois provedores, permitindo a melhor escolha pelo usuário.


 

2   TELEFONIA FIXA

No Ceará, a principal empresa em número de terminais em serviço para telefonia fixa é a Telemar.  A Telemar é a empresa majoritária na Tele Norte Leste Participações S.A.

Atualmente, a composição acionária da TNL e da Telemar é a seguinte:

 

 

TELE NORTE LESTE PART  S/A.

Do total de ações ordinárias com direito a voto, 52,96% pertencem à Telemar Part. S.A e o restante 47,04% a outros.

 
TELEMAR

 A Telemar Participações tem a seguinte composição acionária:

§     25% BNDESPar

§     19,89% Fiago part. (100% FCF Ações – Fundo de Insvest. Em TVM)

§     13,37% AG Telecom (100% Andrade Gutierrez Telecom S.A)

§     13,37% Asseca part. (100% Draco Prod. e Program S.A, formado por 50,01% Évora Participações  e 49,99% SVM Part. E Empreendimentos Ltda.)

§     13,37% Lexpart Participações

§     80,99% Inepar S.A Ind. e Const.

§     19,01% Árgolis Part. S.A

§     45,18% Opportunity Fund

§     38,67% CVC Opportunity Equity Partners LP

§     16,15% Opportunity Zain

§     5% Brasil Veículos

§     5% LF Tel S.A

§     5% Brasilcap S. A.

 

Estimulada com a possibilidade de poder expandir sua área de atuação e competir em outras regiões, a Telemar imprimiu um Programa de Antecipação de Metas, PAM, que alavancou de forma extremamente importante, no período de 1998 a 2001, a densidade e a presença de telecomunicações em localidades do Estado. (QUADRO 16)


 

QUADRO 16 

Programa de Antecipação de Metas

 

 

JULHO DE 1998

AGOSTO DE 2002

Terminais fixos instalados

617.238

1.367.300

Terminais fixos em serviço

534.098

837.100

Telefones de uso público

22.000

59.054

Localidades atendidas

475

1075

Dias úteis para atendimento

35 dias

05

Investimento

(ano)

R$ 55.199.464

(1998)

R$ 320.000.000

(2001)

VÉSPER – Espelho

 

Em 1999, a concessão para exploração do serviço fixo comutado foi arrematado em leilão público pela empresa espelho Vésper que opera na mesma área da Telemar e tem a seguinte composição acionária:

§     70,5% Qualcomm

§     23,5% Velocom

§     6% BCI

 

Até 2002 foram ofertadas 300 mil linhas telefônicas no Ceará. A empresa está presente nas cidades de Caucaia e Fortaleza e tem planos de expansão para Juazeiro, Sobral e grande Fortaleza.

Por questões de mercado e desempenho de sua tecnologia, a Vésper enfrenta problemas sob ponto de vista de resultado, o que tem atrasado o modelo de competição pressuposto para melhoria de qualidade e diminuição de preço dos serviços de telefonia fixa dentro do Estado.


 

3   TELEFONIA CELULAR

O serviço móvel celular é explorado por três empresas no Ceará: a TIM Nordeste, a BCP e a recém criada OI, empresa de telefonia móvel ligada à Telemar e ativada em junho de 2002. Adicionalmente, existe um serviço de telefonia semi-móvel da Vésper que, apesar da discussão, inclui-se dentro da concessão e está ativado no Estado.

 

BCP S/A.

§         40,21% Verbier Repres. E Part. Ltda

§         52% Barro Branco Rep. e Part. Ltda; 

§         48% Sodepa Rep. E Part. Ltda)

§         30,6% BellSouth Latin

§         American Investments I Ltd

§         13,22% Santabel Comércio e Participações Ltda.

§         (10% BellSouth Latin American Invest. Ltd.)

§         5,56% Fixcel S.A (100% Família Beldi)

§         5,22% OESP Participações (100% Família Mesquita)

§         5,39% Outros

 

TIM NORDESTE – TELE NORDESTE CELULAR PART. S/A

§         51,24% Bitel Part. S.A (100% TIM Brasil S.A)

§         6,6% Tanlay S.A

§         5,94% Latinvest Holdings LDC

§         5,37% Previ

§         39,85% Outros

 

Hoje, existem 782,3 mil acessos móveis em serviços. No Estado do Ceará, dos 184 municípios, 128 possuem serviço integral de pelo menos uma empresa de celular, outros 45 têm cobertura regular, 75% das estradas mais movimentadas estão cobertas, bem como as regiões industriais, principalmente as que estão localizadas na região metropolitana de Fortaleza.


 

4        OUTROS SERVIÇOS

Outros serviços compõem a cesta de telecomunicações que está presente no Estado. Esses são alguns dados:

 

4.1  TV por assinatura

Hoje, existem quatro empresas prestadoras de serviço de TV por assinatura em operação no Estado do Ceará, e duas em estágio de implantação, o que corresponde à disponibilidade de TV por assinatura em 41% dos domicílios urbanos do Estado. Empresas que operam serviços de TV por assinatura: DIRECT TV, SKY, NET, TV SHOW. As duas primeiras via satélite DTH, uma via rádio MMDS e a terceira, Tv a cabo.

 

4.2   Longa Distância

Para serviços de dados ou de telefonia de longa distância, interurbano e internacional, além da Telemar e da Vésper, estão atuando no Estado:

§         EMBRATEL 21

§         INTELIG 23

§         TELEFONICA 15

 

Para serviços corporativos:

§         ELETRONET

§         AT&T

 

4.3   Internet

Existem pelo menos trinta e duas empresas ofertando serviços de acesso à internet. Algumas, como TERRA, UOL, AOL E ATTGLOBAL, são nacionais ou até têm abrangência de atuação global, mas não têm sede em Fortaleza.

As três maiores empresas com sede em Fortaleza são Secrelnet, Fortalnet e Baydenet. Juntas possuem um pouco mais de 25 mil clientes em todo o Estado.

 

4.4 Serviços Diversos

Com menor receita, mas dentro do contexto de telecomunicações, existem quatro empresas operadoras de Trunking e duas de Pager.

 

 

 

 

 

5       PONTOS CRÍTICOS

 

5.1  ICMS

A alíquota de ICMS sobre a receita das operadoras varia de Estado para Estado, indo desde 17% no Acre até 35% em Rondônia, e incide sobre o valor da conta enviada para o usuário. No Ceará, 25% do valor do faturamento bruto da conta é repassado mês a mês para o erário estadual pela companhia telefônica, receba ou não do usuário o valor devido.

Em todos os programas apresentados aos presidenciáveis pela Associação de Empresas de Telecomunicações, a questão do ICMS esteve em pauta.

O argumento das concessionárias é que, ao diminuir o imposto, aumenta-se o número de telefones em serviço, conseqüentemente a arrecadação e a densidade.

Com a antecipação de metas, existe uma disponibilidade razoável de acessos nas prateleiras das empresas, contudo estão sem ocupação, devido aos valores altos das tarifas, por sua vez agravadas pelos impostos.

Sendo assim, as empresas propõem a revisão da carga tributária, argumentando que isso poderia diminuir a inadimplência e aumentar a penetração, o que acarretaria diretamente no aumento da arrecadação.

 

5.2  FUST

O Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações – FUST, criado pela Lei 9.998 de 17 de agosto de 2000, é formado pela contribuição de 50% dos recursos de outorgas arrecadadas pela Anatel e por 1% da receita operacional de 230 operadoras de serviço de telecomunicações existentes no país, incluindo-se concessionárias de serviços fixos, operadoras de celulares, TV por assinatura e outras prestadoras serviços de telecomunicações. Em 2001, o FUST somou R$ 1,045 bilhão, e a previsão para 2002 é alcançar a cifra de R$ 1,6 bilhão.

A aplicação desses recursos é feita via edital conduzido pela ANATEL e elaborado baseado em termos de referência com origem nos Ministérios da Saúde, Educação e das Comunicações. Pela natureza do processo, portanto, as aplicações precisam ser aprovadas pelo poder legislativo e previstas em lei.

Por ser um edital conduzido por órgão do governo, precisa submeter-se às regras da Lei 8666, o que encarece e exige muito tempo para aplicação. Como resultado, até hoje apenas R$ 60 milhões foram disponibilizados para aplicações.

A Anatel chegou a emitir o edital do FUST Escola e Saúde, porém recursos jurídicos e discussões sobre os sistemas operacionais e modelos dos computadores a serem instalados nas escolas impediram a implementação do programa até hoje.

Propomos que o Estado elabore um programa junto com os municípios, visando cobrir 95% de todas as escolas com o programa do FUST Escola, interligando-os à Internet. Esse é um programa de 15 milhões de reais e de anos de serviços a serem executados pelas empresas prestadoras de serviços de telecomunicações. Obviamente o objetivo a ser atingido é aplicar no Ceará pelo menos o volume de recursos gerados pela sociedade cearense.

De forma semelhante, um programa visando dotar 90% dos hospitais de sistemas gerenciais de telefones e Internet poderia ser elaborado com recursos do FUST Saúde. Esse programa pode prover os agentes de saúde de telefones, facilitando o treinamento, os levantamentos estatísticos necessários, a melhor gestão das atividades de saúde pública no Estado, etc.

Com a finalidade de propiciar qualidade de vida e acesso às populações de baixa renda, diminuindo e combatendo a chamada “exclusão digital”, o Governo poderia apoiar as determinações existentes e identificar, dentro de seus estudos e com recursos do FUST, o financiamento dos serviços de telecomunicações para as classes menos favorecidas.

 

5.3  P&D

Uma atividade até pouco tempo desconsiderada, mas que vem se tornando de grande interesse da classe política e empresarial do estado, é atividade de pesquisa e desenvolvimento.

Duas motivações podem dar argumentos para apoiar em programa de governo para essa atividade, uma delas é o emprego. Uma posição de emprego em um Instituto de Pesquisas pode custar R$ 40 mil de investimento e um custeio médio de R$ 30 mil / ano, sendo, portanto, de menor exigência financeira do que em algumas indústrias. Uma outra, é a possibilidade de aumento da competitividade da indústria que investe em P&D e o conseqüente aumento de riqueza regional.

O governo pode incentivar essa atividade, desde a geração de uma política para atração de investimentos nesse setor até a disponibilizar espaço físico e infra-estrutura básica.

 

5.4  Emprego

O desenvolvimento de plataformas distribuídas de telecomunicações, baseadas em Internet e interligadas por fibras óticas, podem ser uma poderosa ferramenta para atração de empresas de Telemarketing e Call Centers para o Ceará, gerando uma infinidade de novas posições de emprego, principalmente para universitários e pré-universitários.

Os Call Centers prestam serviços de informações e atendimento a clientes e têm como principal insumo o meio de telecomunicações e TI. São clientes desses serviços: as áreas financeiras, operadoras de cartões de crédito, serviços 0800, serviços de apoio a empresas aéreas e de vendas ativas.

Entre outros, é relevante no custo o valor do ICMS que incide sobre os meios de comunicações e o ISS que incide sobre o serviço prestado.

A proposta aqui é aceitar a provocação das empresas de telecomunicações para discutir o valor de redução do ICMS e propor redução por tipo de serviço e por região, visando diminuir o custo do insumo e atrair investimentos na área de atendimento, gerando assim mais empregos.

Em fim um conjunto de política fiscal com infraestrutura básica bem negociada com as empresas de telecomunicações pode atrair até 3000 novas posições de emprego ano só para esse seguimento.

 

5.5  Terceirização

A maioria dos serviços de manutenção e operação das empresas foi terceirizada. Empresas de serviços foram criadas suportadas por pessoal local. Essa terceirização gerou uma enorme necessidade de treinamentos que não foram ainda contemplados pelas instituições tradicionais de ensino público, seja pelas escolas técnicas, SENAI, SESI, universidades públicas. A razão disso é simples, depois de 30 anos de empresa estatal a Telebrás desenvolveu seu próprio modelo de treinamento com centros regionais retirando qualquer possibilidade de retorno para treinamentos privados na área. A nova configuração privada exige um esforço de preparação de pessoal técnico especializado que pode ser estimulada pelo estado. A colocação de pessoal qualificado em abundância no mercado pode fortalecer a classe empresarial na vocação de empresas prestadoras de serviços.

 

5.6  Outras fontes de renda

Por muito tempo, ainda como empresas públicas, as operadoras expandiram seus sistemas e estenderam seus cabos por espaços públicos, sem que isso fosse motivo para remuneração.

Agora, no cenário privado, um entendimento jurídico considerado válido é que o espaço público de ruas, estradas e praças estão sendo usados para gerarem lucro privado. Esse argumento justifica a cobrança do chamado “Direito de Passagem”, ou seja, do uso do espaço público para exploração dos serviços de telecomunicações ou de energia.

É justificável, portanto, ao governo, de forma consolidada, apresentar uma legislação que permita a cobrança do direito de passagem em rodovias estaduais, o incentivo do uso desse expediente pelos municípios, aumentando assim a arrecadação pública.


 

6   FLUXO DE RECURSOS        

Sob ponto de vista de recursos, se olhado mais amplamente, o setor talvez seja o ponto mais crítico da prestação de serviço.

Com uma EBITDA de 49%, os serviços geram recursos na sociedade cearense que se transformam em lucros, impostos e custos, mas que apenas uma pequena parte fica no Ceará.

De cada R$ 100,00 (cem reais) arrecadados na conta telefônica apenas R$42 reais voltam de alguma forma para os cearenses. Do total, 9,3% vai para pagamentos de pessoal, ou seja, empregos diretos, 18% referem-se a terceirização, empregos indiretos, e os 25 % do ICMS ficam no Ceará. O restante é reenviado para matriz e distribuído em materiais de consumo e equipamentos que nem sempre são comprados no Ceará, pois fazem parte de sistemas de compras centralizados na sede, lucros, impostos (distribuídos em IR, IPI, Cofins e outras taxas federias) e custos financeiros.

Essa balança parece ser desfavorável ao Ceará, pois os recursos aqui gerados e, portanto proveniente dos esforços dos outros setores produtivos, incluindo o público, é reenviado ao Sul do País em forma de lucro e investimento.

Essa balança poderá ser rediscutida no momento em que seja colocada na mesa a proposta de diminuição da carga tributária local pelas empresas de telefonia. A proposta é que haja investimentos em pessoal, na compra de materiais e serviços em empresa locais  e em institutos de P&D.


 

7   CONCLUSÃO

O Ceará está bem servido, no que tange a plataforma de telecomunicações de serviços disponibilizada, ou seja, apresenta uma cobertura e um nível médio de atendimento superior à média nacional.

De uma forma mais rigorosa poderíamos sugerir que a competição no serviço fixo pode ser estimulada visando melhoria da qualidade de serviço e de preços. O interior poderá ser considerado de forma mais agressiva sob forma de cobertura móvel e de dados em função da demanda, mas ainda não existe, nem nesse caso, pontos críticos de extrema relevância.

Os pontos a serem abordados, no período de 2003 a 2006 estão, portanto, ligados a melhor exploração dessa plataforma para o bem comum da sociedade cearense, tanto sob ponto de vista financeiro como social, ou seja , gerando emprego e fluxo de riquezas.

Assim, entre outros, ponderamos a oportunidade de discutir na nova administração, o seguinte:

 

7.1 Elaboração de projetos para intensificar a aplicação e a expansão do FUST Escola e do FUST Saúde no Estado do Ceará, visando atender a meta de 95% das escolas ligadas a internet e 90% dos hospitais com assistências a telecomunicações. Fazer atendimento de baixa renda combatendo a exclusão digital. O valor estimado ano desse projeto é de 25 milhões de reais.

 

7.2 Elaborar estudo e projeto de atração de investimento para P&D e Call Center, usando atributos de telecomunicações e política negociada de isenção de ICMS e de ISS. Esse plano procura aumentar o numero de postos de trabalho em serviços que utilizem a plataforma de telecomunicações.

 

7.3 Intensificar o e-Gov e governo digital, negociando com as operadoras a contrapartida da isenção de ICMS, isenção parcial de IPI, recursos da LEI 10176 e fundos setoriais.

 

7.4 Criar a AGÊNCIA CEARENSE DE TELECOMUNICAÇÕES, a fim de regular e fornecer estudos ao setor no Estado, visando permitir uma ponte entre municípios e empresas de telecomunicações e a própria ANATEL, permitindo melhor aproveitamento do Plano Geral de metas no que tange a universalização dos serviços.

 

7.5 Estimular as instituições públicas de ensino a criarem em conjunto com as empreiteiras do Estado, treinamentos para a área, de sorte a aumentar a competitividade das empresas cearenses na área.