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08 de Novembro de 2004  


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I Seminário do Núcleo de Desenvolvimento, Linguagem e Educação da Criança

> Um Panorama da Educação Infant. Brasileira Contempor. - Fúlvia Rosemberg
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> Avaliação Dos Aspectos Linguisticos e Metalinguísticos na Aprendizagem da Leitura e da Escrita - Edivone Meire Oliveira e Maristela Lage Alencar
>Paisagem sonora: literat. na escola e form. ouvido pensante - Marly Amarilha
> Evolução representaç. competências aprendiz. leitores-Sylvie Delacours-Lins
> A espera e a ociosidade na rotina da creche - Rosimeire Costa de Andrade
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> Inclusão e Intervenção Pedagógica: Análise de Uma Prática
> Perspectivas Curriculares na Educação Infantil
> "Educação e Cuidado" Numa Instituição Pública Municipal de Educação Infantil de Fortaleza - Maria Celina Furtado Bezerra e Costa
> Experiências Culturais e Práticas Pedagógicas de Professoras Alfabetizadoras - Inês Mamede
> Concepções Docentes do Processo Ensino-Aprendizagem que Emergem na Vida da Sala de Aula: um estudo de caso - Marilete Geralda da Silva
> Algumas reflexões sobre a nossa realidade
> Fala,Menino! O cotidiano da creche comunitária na perspectiva da criança - Silvia Helena Vieira Cruz

Você tem que desenvolver seu próprio crescimento, não importa a altura que tinha seu avô. Provérbio Irlandês

 

Fiec é contra fim de incentivos fiscais




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Curso de Interpretação de Dados de Eletroresistividade
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Tema: Apresentação do Plano Nacional de Recursos Hídricos

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>> Videoconferência do SENAI/CETIQT/SEBRAE
Tema: Como Melhorar a Qualidade/Produtividade c/Concepção Correta Modelagem

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Tema: Ginástica na Empresa

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Agências de Seguro Dizem: Um Chocolate ao Dia Afasta Doenças Cardíacas!

Pode chamar de “o cúmulo da ironia”, mas onde você poderia pensar que as agências de seguro orientariam a seus clientes para se manterem afastados das coisas gordurosas como os chocolates, eles estão escrevendo realmente cartas a seus clientes para comerem um chocolate por dia, depois que diversos estudos indicaram que é bom para o coração. Os especialistas têm concordado agora que os antioxidantes encontrados no cacau diminuem o risco da doença da artéria coronária. De acordo com relatórios do 'The British Journal of Cardiology,' as experiências mostraram que os flavanoides têm uma influência benéfica na saúde vascular. Os produtos do cacau e do chocolate são ricos em flavanoides, uma classe de compostos naturais encontrados em uma variedade de alimentos incluindo o chá e o vinho vermelho, relatou Ananova. A companhia de seguro de saúde alemã DAK está informando agora que têm bastante evidências para pedir a seus clientes que consumam o chocolate puro. Mas estão adicionando também que os clientes não devem se exceder, pois em demasia, pode conduzir à obesidade e a um risco maior de doença cardíaca.
Fonte: newkerala.com

NEGOCIANDO COM ESTILO

Desde tempos imemoriais o ser humano vem tentando descobrir meios e métodos que lhe permitam entender seu comportamento e o de seus semelhantes. Na Caldéia, na cultura asteca e na antiga China, verificamos sistemas astrológicos que pretendiam "prever" o comportamento das pessoas. Passam os séculos, mas a curiosidade continua. Chegamos ao século XXI e somos cada vez mais cobrados quanto a nossa rapidez e criatividade na solução de problemas, mas continuamos nos conhecendo muito pouco.

É claro que muitas teorias foram formuladas sobre o comportamento humano. Mas uma questão permanece: a resolução dos conflitos e impasses criados nas relações entre pessoas depende, em alto grau, do quão previsível será o comportamento da outra parte. Os economistas, por exemplo, desde a década de 30 do século passado tentam encontrar modelos matemáticos que permitam antecipar os movimentos dos consumidores. Von Newmann tornou-se mundialmente famoso por duas razões: sua contribuição ao projeto Mannhattan (desenvolvimento das duas bombas atômicas lançadas sobre Hiroxima e Nagasaki) e sua contribuição à teoria dos jogos, uma formulação matemática que pretendia ser capaz de prever antecipadamente o comportamento das pessoas em um mercado de consumo.

Se sairmos de um campo amplo como a economia e passarmos a analisar uma atividade eminentemente prática, verificaremos que, nas negociações, a possibilidade de antever como a outra parte reagirá a uma proposta pode ser considerado um diferencial que fará com que o processo se resolva mais rápida ou lentamente e com maior ou menor efetividade. Mesmo pretendendo defender a idéia que procura identificar o estilo de negociação da outra parte permite abreviar a obtenção do acordo e permitir o menor desgaste entre os negociadores, é inegável que nem todos estão imbuídos de boas intenções ao tentar prever como a outra parte se comportará. O objetivo deste artigo é analisar quatro razões básicas que levam os negociadores competentes a tentar antever como a outra parte se comportará:

a) prever para neutralizar;
b) prever para apoiar;
c) prever para discutir;
d) prever para manipular.

a) Prever para neutralizar

Ao tentar prever o que a outra parte fará visando neutralizá-la, o negociador assume o comportamento ardiloso, bem a feição daquilo que Jung classificaria como um impulso para a desconsideração (ou impulso para rebaixar os outros) e para a deferência (impulso para deixar outros assumirem o comando). Segundo Sparks - estudioso do tema - o estilo ardiloso "parte da suposição que os negociadores devem ser evitados ou mantidos à distância, pois representam uma fonte de aborrecimentos". O autor complementa essa idéia dizendo que a premissa básica deste estilo assume que "é inútil tentar negociar no nível pessoal; é melhor concentrar-se nos procedimentos e regras". Em suma, o negociador com esse estilo procura antecipar o que o outro fará, para preparar formas de neutraliza-lo no "tapetão", já que acredita que negociar não adianta (se você já foi "by passado" por um colega ou concorrente ardiloso, não terá grande dificuldade de compreender esse estilo).

b) Prever para apoiar

Já aqueles que tentam prever o comportamento da outra parte para apóia-lo, apresentam um estilo do tipo amigável, segundo o modelo jungiano. O amigável também possui acentuado impulso para a deferência, combinado com o impulso para a confiança (desejo de incluir os outros como parceiros no trabalho, por acreditar que a colaboração é a melhor forma de se realizar uma tarefa). O negociador amigável costuma ser simpático e cooperativo. Mesmo nas questões que envolvem competição, o amigável tenta preservar o relacionamento com a outra parte, evitando usar "táticas sujas".

c) Prever para discutir

Os negociadores preocupados em prever o comportamento da outra parte para discuti-lo são, segundo Jung, classificáveis como confrontadores. Dotados de impulso para a confiança (já descrito anteriormente) tem, simultaneamente, forte orientação para o controle - necessidade de dominar e governar os outros; crença na justiça da rivalidade direta e desenfreada. O confrontador combina confiança e controle na suposição que a equidade deve, sempre, ser buscada. De forma dialética, contesta as proposições da outra parte, buscando chegar a uma síntese que se transforme num acordo aceitável para ambos. Acredita que, se houver uma opção aceitável para as partes, o objetivo do acordo terá sido atingido.

d) Prever para manipular

Já os negociadores que buscam prever o comportamento da outra parte para manipulá-la são classificáveis, segundo Jung, como restritivos. Seus dois principais drives são o controle e a desconsideração. Acreditam que os acordos nas negociações só são obtidos se uma das partes tiver o poder de impor suas condições à outra. É por isso que não são cooperativos e agem sempre em função, apenas, de seus próprios interesses. O único resultado que consideram aceitável em uma negociação é a incondicional derrota da outra parte.

Ao ler essas 4 descrições básicas, tendemos a nos identificar com uma delas e achar que "é assim que somos". O sentimento seguinte é rejeitar o estilo que está no extremo oposto ao nosso. Contudo, é importante pensar que, dependendo da situação, todas as 4 tipologias tem sua importância e exigem conhecimento e preparo para lidar com elas. Você pode afirmar com convicção que sabe exatamente como se comportaria em cada situação potencialmente conflituosa que se estabelece com freqüência nas negociações?

João Baptista Vilhena é Vice-Presidente do MVC - INSTITUTO MVC ESTRATÉGIA E HUMANISMO
Fonte: viasoft.com.br

SALÁRIO COMPATÍVEL

O funcionário está insatisfeito com o salário que recebe e resolve reclamar com o patrão:

"Chefe, o meu salário não está compatível com as minhas aptidões!
"Eu sei, eu sei" - responde o chefe. "Mas não podemos deixar você morrer de fome..."

Fonte: Internet

 
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