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Ajuda do Cálcio
Se você estiver tentando manter seu peso, algumas
porções de laticínios com baixo
índice de gordura podem ajudar em seus esforços.
Em um estudo recente, a ingestão alta de cálcio
pareceu suprimir o ganho do peso, enquanto que a a ingestão
baixa de cálcio inibiu a perda da gordura de
corpo. Laticínios com baixo índice de
gordura, tais como o leite desnatado, o iogurte com
baixo índice de gordura, e os queijos com gorduras
reduzidas são todos elevados em cálcio.
As fontes, não derivadas do leite, de cálcio
incluem salmões, espinafre, e couve.
Benefícios para
a idade real: Consumir 1.200 milligrams de cálcio
por dia, pode fazer sua "RealAge" até
1,3 anos mais jovem.
Fonte: Realage.com |
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Segurança Empresarial:
Prevenir Riscos para Manter o Negócio
*Carlos Paiva
"Alguns especialistas dizem que
as empresas resistem às mudanças porque
não foram projetadas para a mudança. A
hierarquia se impõe no caminho. A cultura empresarial
considera a inovação arriscada e suspeita.
O 'fracasso digno' (a experimentação)
é punido. Uma reação similar pode
acontecer contra as más notícias. O pessoal
do escalão mais baixo talvez hesite em levar
as más noticias adiante, e muitos gerentes nem
querem ouvi-las. A estrutura e a cultura empresariais
podem, sem dúvida, constituir uma verdadeira
barricada".
(Bill Gates, in "A empresa na
velocidade do pensamento com um sistema nervoso digital"
– 1999 – Cia. das Letras)
As ameaças derivadas de novas
fontes tecnológicas impõem à segurança
empresarial a adoção de novas abordagens
teóricas e técnicas, que permitam o controle
ou a neutralização de riscos.
Desde a década de 80, quando
Don B. Parker já exaustivamente chamava atenção
para os "abusos" e crimes no setor da informática,
parece ainda não haver uma sensibilização
quanto ao contexto em que se insere a informação
e seu valor para as organizações. Nos
últimos dois anos, têm sido freqüentes
os ataques às empresas por criminosos virtuais,
uma nova forma de crime, que ataca a empresa em seu
“coração”.
A segurança das informações
representa hoje uma fonte principal de estudos para
quem quer a continuidade dos negócios, assegurando
que não existirão problemas judiciais
de diversas instâncias em função
da desenfreada busca de dados e registros, com o uso
de espionagem e captura criminosa de informações
e dados.
Parker, em seu livro "Crimes por
computador" (Agents Editores - 1985), já
detalhava os instrumentos e o perfil dos agressores,
e isso parece não ter mudado muito. O mesmo se
dá em outras esferas de risco, sejam no conjunto
da segurança física ou da segurança
eletrônica. Operações clandestinas
de busca de informações, dados e controle
pessoal, são incentivadas, quase sempre, pela
inexistência ou inadequação de medidas
de segurança que pudessem conter ou neutralizar
as ações contrárias ao interesse
da organização.
A atividade criminosa beneficia-se
da omissão e do descaso com que a segurança
é tratada, e não raro, da "sensação
de segurança" que é apregoada com
novos equipamentos ou novas medidas de gestão,
que criam para o ambiente a idéia de que ele
é inexpugnável, e que quase sempre, já
fazem parte do repertório criminoso de neutralização
ou "contorno" dos processos de segurança
empresarial. Ao tempo em que a segurança adquire
perfis "tecnológicos", o mesmo se dá
com o crime em suas variadas facetas. A fraude que só
era feita com "papel", alegria dos estelionatários,
é atualizada para o mundo “high-tech"
por scanners, micros, palmtops, celulares, gravadores,
rádio-transmissores e toda a parafernália
que está à disposição no
mercado mundial.
Um equipamento como o iPod pode ser
utilizado para em alguns segundos "baixar"
os softwares de um PC, mas aparentemente estará
sendo usado apenas para o deleite de ouvir música.
Arquivos de imagem, remetidos por e-mail, podem esconder
um texto criptografado, ou seja, é possível
mandar um arquivo de Word ou uma planilha "escondida"
dentro de uma foto familiar, sendo que uma provável
monitoração dificilmente poderá
identificar a ação criminosa a tempo de
impedir o dano. E o que dizer dos seguidos furtos de
HD's que vêm ocorrendo em escritórios?
A segurança vem sendo confundida
com “vigilância”. Ou seja, o controle
de acesso e algumas câmeras servem para dar a
total sensação de segurança, que
mais a frente vai mostrar-se inócua, já
que não existe uma política de segurança,
apenas compram-se produtos de segurança, sem
envolver as pessoas e a organização.
Todos querem fugir do mal, do risco
e do perigo, mas a ação direta e pró-ativa
do pensar, do estudar, do fazer, do tentar, do analisar,
do entender, do avaliar e de procurar novos riscos e
ameaças, parece ainda estar distante do mundo
dos negócios. A ação de segurança
parece ter em si um componente de dificuldade, que é
a ação reativa, ou no linguajar popular
"colocar cadeado depois da porta arrombada”.
O custo de perdas com furtos e fraudes
no comércio e nas indústrias sinaliza
para um aumento de ações criminosas, sejam
internas ou externas, para cujo enfrentamento, quase
sempre, estão sendo adotadas medidas "pirotécnicas"
de impacto, que já estão se voltando contra
as empresas em ações judiciais promovidas
por clientes e por empregados constrangidos por "soluções
de segurança". É fato conhecido pelos
profissionais do setor que a retração
econômica e as crises sociais geram o aumento
das ocorrências criminosas contra as empresas.
O crime contra o patrimônio desenvolve-se e aperfeiçoa-se,
em velocidade quase sempre superior às medidas
de prevenção, já que estas quase
sempre, são reativas.
Parece existir um conceito excludente
em segurança empresarial entre tecnologia e homem,
pois a busca desenfreada pela redução
de custos está levando as organizações
ao equívoco de optar entre segurança eletrônica,
patrimonial ou física, ao invés de, como
recomendaria a prudência, entremear as diversas
bases e plataformas, gerando círculos de proteção
e barreiras sobrepostas. Além disso, a segurança
não chega a ser um assunto "bom" para
a imagem da companhia como é o marketing ou os
resultados das vendas, por exemplo. Isso dificulta sua
apreciação pela direção
da empresa, que acaba potencializando seus riscos, pois
a estrutura inferior percebe com nitidez que "aquilo"
(a segurança) não é levado a sério
pelos dirigentes maiores da corporação,
podendo até gerar com isso uma certa "tentação"
a comportamentos antiéticos ou criminosos contra
a empresa.
Técnicas como prevenção
de perdas, gerenciamento de riscos, segurança
das informações, inteligência em
segurança empresarial e outras são postergadas
em nome da “economia” que, mais à
frente, vai mostrar-se autofágica.
Um outro fato que é percebido
mais recentemente é que com o pânico na
segurança da informação, as empresas
querem de forma "mágica" e "econômica"
resolver seus indicadores de segurança, seja
para obtenção de certificação,
seja para atender a cláusulas contratuais com
seus clientes. Acabam assim agindo por meio da improvisação
do gerenciamento de segurança, onde alguém
é escolhido - sem muito critério - para
assumir as funções de segurança,
o que certamente vai descambar numa grande confusão
quando, por exemplo, acontecer um ataque DNS e um problema
grave na área de segurança patrimonial
ao mesmo tempo, e o designado tiver de fazer uma escolha
decisiva entre as duas situações.
Novas implicações legais,
como por exemplo o Novo Código Civil, devem ser
estudadas para uma equalização entre os
riscos e as soluções, já que algumas
empresas em breve poderão tornar o seu negócio
inviável economicamente, tamanho o número
de demandas judiciais que lhes serão impostas
em função de condutas por ação
ou omissão em segurança, por si ou por
seus prepostos.
O atual cenário econômico
parece promissor para a segurança empresarial.
Nunca as ameaças e os danos foram tão
significativos para as empresas e com graves riscos
para a continuidade da organização. Isso
talvez possa significar um ambiente mais ativo para
o fator segurança e assegurar para as companhias
maiores ganhos pela redução de custos
com danos de insegurança, e um diferencial competitivo
com a proteção dos seus tangíveis
e intangíveis.
A acirrada competitividade internacional
e o cenário de uma globalização
que "esmaga" a concorrência, que destrói
a economia de países, devem servir de alerta
de que para manter-se ou enfrentar esse ambiente, a
segurança corporativa é um insumo importante
para a empresa, merecendo conceitos de gestão
estratégica para a condução e manutenção
do negócio.
Carlos Paiva é especialista em segurança
empresarial. Pesquisador e consultor na área
de segurança, fundador da ABRASE (Associação
Brasileira de Segurança Empresarial). Professor
e conferencista na área de segurança corporativa.
Preside o Comitê de Segurança Empresarial
da ABS - Agencia Brasil de Segurança. Pode ser
encontrado pelo email paiva@pointtrade.com
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Seriam os advogados complicados!
ou cautelosos??
Um professor de Direito perguntou a um dos seus alunos:
- Se você quiser dar a Ronaldo uma laranja, o
que deverá dizer?
O aluno respondeu:
-"Aqui está, Ronaldo, uma laranja".
O professor gritou, furioso:
- Não! Não! Isso é inadmissível,
pense como um advogado!
- Ah, bom... - suspirou o aluno - Lá vai:
"Eu, Nei Ribeiro, brasileiro, solteiro, portador
do documento de identificação tipo R.G.
nº 9.213.456-4 SSP/SP, legítimo proprietário
e possuidor, por meio deste ato, cedo e transfiro a
Ronaldo Falcão, brasileiro, solteiro, portador
do documento de identificação tipo R.G..nº12.524.321-8
SSP/SP, a propriedade exclusiva e benefícios
futuros, os direitos, obrigações e vantagens,
sumos e insumos, a quem confiro amplos poderes, sem
exclusão de qualquer um, para desistir, renunciar,
transigir, receber e dar quitação do recebimento
do fruto a seguir descrito : "de formato esferóide
excêntrico, medindo 10 cm em seu eixo maior por
7 cm em seu eixo menor, de odor cítrico, pertencente
à família Citrus Sinensis Brasiliensis,
conhecida pela alcunha de Laranja, juntamente com sua
casca, sumo, polpa e sementes". Outrossim, afasto,
desde este ato, qualquer possibilidade de vir a pleitear,
em juízo ou fora deste, a devolução
do fruto retro descrito, após a primeira osculação
labial, ficando autorizado ao outorgado, o uso de todo
e qualquer meio para morder, cortar, chupar, congelar
ou de outra forma comer o referido fruto, dando tudo
por bom, firme e valioso, ou cedê-la a outrem,
com iguais poderes, com ou sem reservas de casca, sumo,
polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária,
passada ou futura, em qualquer instância, ou em
instrumentos de qualquer natureza ou tipo ficam assim
revogadas."
Fonte: Internet  |
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