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26 de Julho de 2004  


As notícias desta seção são oriundas do Jornal da Fiec, Fiec On Line e outras fontes

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Cooperativismo Como Ferramenta Inserção Econômica - João Nicédio Nogueira

"(...) Sejam sempre bons e honestos pelo amor de Deus, e de Nossa Mãe das Dores. Quem bebeu não beba mais; quem roubou não roube mais; quem matou não mate mais; quem foi desonesto e impuro não seja mais, porque o Juízo Supremo castiga severamente os que transgridem seus Divinos Mandamentos (...)"(Extraída da oração de meu Padrinho Cícero)



 

Ajuda do Cálcio

Se você estiver tentando manter seu peso, algumas porções de laticínios com baixo índice de gordura podem ajudar em seus esforços.
Em um estudo recente, a ingestão alta de cálcio pareceu suprimir o ganho do peso, enquanto que a a ingestão baixa de cálcio inibiu a perda da gordura de corpo. Laticínios com baixo índice de gordura, tais como o leite desnatado, o iogurte com baixo índice de gordura, e os queijos com gorduras reduzidas são todos elevados em cálcio. As fontes, não derivadas do leite, de cálcio incluem salmões, espinafre, e couve.
Benefícios para a idade real: Consumir 1.200 milligrams de cálcio por dia, pode fazer sua "RealAge" até 1,3 anos mais jovem.
Fonte: Realage.com

Segurança Empresarial: Prevenir Riscos para Manter o Negócio

*Carlos Paiva

"Alguns especialistas dizem que as empresas resistem às mudanças porque não foram projetadas para a mudança. A hierarquia se impõe no caminho. A cultura empresarial considera a inovação arriscada e suspeita. O 'fracasso digno' (a experimentação) é punido. Uma reação similar pode acontecer contra as más notícias. O pessoal do escalão mais baixo talvez hesite em levar as más noticias adiante, e muitos gerentes nem querem ouvi-las. A estrutura e a cultura empresariais podem, sem dúvida, constituir uma verdadeira barricada".

(Bill Gates, in "A empresa na velocidade do pensamento com um sistema nervoso digital" – 1999 – Cia. das Letras)

As ameaças derivadas de novas fontes tecnológicas impõem à segurança empresarial a adoção de novas abordagens teóricas e técnicas, que permitam o controle ou a neutralização de riscos.

Desde a década de 80, quando Don B. Parker já exaustivamente chamava atenção para os "abusos" e crimes no setor da informática, parece ainda não haver uma sensibilização quanto ao contexto em que se insere a informação e seu valor para as organizações. Nos últimos dois anos, têm sido freqüentes os ataques às empresas por criminosos virtuais, uma nova forma de crime, que ataca a empresa em seu “coração”.

A segurança das informações representa hoje uma fonte principal de estudos para quem quer a continuidade dos negócios, assegurando que não existirão problemas judiciais de diversas instâncias em função da desenfreada busca de dados e registros, com o uso de espionagem e captura criminosa de informações e dados.

Parker, em seu livro "Crimes por computador" (Agents Editores - 1985), já detalhava os instrumentos e o perfil dos agressores, e isso parece não ter mudado muito. O mesmo se dá em outras esferas de risco, sejam no conjunto da segurança física ou da segurança eletrônica. Operações clandestinas de busca de informações, dados e controle pessoal, são incentivadas, quase sempre, pela inexistência ou inadequação de medidas de segurança que pudessem conter ou neutralizar as ações contrárias ao interesse da organização.

A atividade criminosa beneficia-se da omissão e do descaso com que a segurança é tratada, e não raro, da "sensação de segurança" que é apregoada com novos equipamentos ou novas medidas de gestão, que criam para o ambiente a idéia de que ele é inexpugnável, e que quase sempre, já fazem parte do repertório criminoso de neutralização ou "contorno" dos processos de segurança empresarial. Ao tempo em que a segurança adquire perfis "tecnológicos", o mesmo se dá com o crime em suas variadas facetas. A fraude que só era feita com "papel", alegria dos estelionatários, é atualizada para o mundo “high-tech" por scanners, micros, palmtops, celulares, gravadores, rádio-transmissores e toda a parafernália que está à disposição no mercado mundial.

Um equipamento como o iPod pode ser utilizado para em alguns segundos "baixar" os softwares de um PC, mas aparentemente estará sendo usado apenas para o deleite de ouvir música. Arquivos de imagem, remetidos por e-mail, podem esconder um texto criptografado, ou seja, é possível mandar um arquivo de Word ou uma planilha "escondida" dentro de uma foto familiar, sendo que uma provável monitoração dificilmente poderá identificar a ação criminosa a tempo de impedir o dano. E o que dizer dos seguidos furtos de HD's que vêm ocorrendo em escritórios?

A segurança vem sendo confundida com “vigilância”. Ou seja, o controle de acesso e algumas câmeras servem para dar a total sensação de segurança, que mais a frente vai mostrar-se inócua, já que não existe uma política de segurança, apenas compram-se produtos de segurança, sem envolver as pessoas e a organização.

Todos querem fugir do mal, do risco e do perigo, mas a ação direta e pró-ativa do pensar, do estudar, do fazer, do tentar, do analisar, do entender, do avaliar e de procurar novos riscos e ameaças, parece ainda estar distante do mundo dos negócios. A ação de segurança parece ter em si um componente de dificuldade, que é a ação reativa, ou no linguajar popular "colocar cadeado depois da porta arrombada”.

O custo de perdas com furtos e fraudes no comércio e nas indústrias sinaliza para um aumento de ações criminosas, sejam internas ou externas, para cujo enfrentamento, quase sempre, estão sendo adotadas medidas "pirotécnicas" de impacto, que já estão se voltando contra as empresas em ações judiciais promovidas por clientes e por empregados constrangidos por "soluções de segurança". É fato conhecido pelos profissionais do setor que a retração econômica e as crises sociais geram o aumento das ocorrências criminosas contra as empresas. O crime contra o patrimônio desenvolve-se e aperfeiçoa-se, em velocidade quase sempre superior às medidas de prevenção, já que estas quase sempre, são reativas.

Parece existir um conceito excludente em segurança empresarial entre tecnologia e homem, pois a busca desenfreada pela redução de custos está levando as organizações ao equívoco de optar entre segurança eletrônica, patrimonial ou física, ao invés de, como recomendaria a prudência, entremear as diversas bases e plataformas, gerando círculos de proteção e barreiras sobrepostas. Além disso, a segurança não chega a ser um assunto "bom" para a imagem da companhia como é o marketing ou os resultados das vendas, por exemplo. Isso dificulta sua apreciação pela direção da empresa, que acaba potencializando seus riscos, pois a estrutura inferior percebe com nitidez que "aquilo" (a segurança) não é levado a sério pelos dirigentes maiores da corporação, podendo até gerar com isso uma certa "tentação" a comportamentos antiéticos ou criminosos contra a empresa.

Técnicas como prevenção de perdas, gerenciamento de riscos, segurança das informações, inteligência em segurança empresarial e outras são postergadas em nome da “economia” que, mais à frente, vai mostrar-se autofágica.

Um outro fato que é percebido mais recentemente é que com o pânico na segurança da informação, as empresas querem de forma "mágica" e "econômica" resolver seus indicadores de segurança, seja para obtenção de certificação, seja para atender a cláusulas contratuais com seus clientes. Acabam assim agindo por meio da improvisação do gerenciamento de segurança, onde alguém é escolhido - sem muito critério - para assumir as funções de segurança, o que certamente vai descambar numa grande confusão quando, por exemplo, acontecer um ataque DNS e um problema grave na área de segurança patrimonial ao mesmo tempo, e o designado tiver de fazer uma escolha decisiva entre as duas situações.

Novas implicações legais, como por exemplo o Novo Código Civil, devem ser estudadas para uma equalização entre os riscos e as soluções, já que algumas empresas em breve poderão tornar o seu negócio inviável economicamente, tamanho o número de demandas judiciais que lhes serão impostas em função de condutas por ação ou omissão em segurança, por si ou por seus prepostos.

O atual cenário econômico parece promissor para a segurança empresarial. Nunca as ameaças e os danos foram tão significativos para as empresas e com graves riscos para a continuidade da organização. Isso talvez possa significar um ambiente mais ativo para o fator segurança e assegurar para as companhias maiores ganhos pela redução de custos com danos de insegurança, e um diferencial competitivo com a proteção dos seus tangíveis e intangíveis.

A acirrada competitividade internacional e o cenário de uma globalização que "esmaga" a concorrência, que destrói a economia de países, devem servir de alerta de que para manter-se ou enfrentar esse ambiente, a segurança corporativa é um insumo importante para a empresa, merecendo conceitos de gestão estratégica para a condução e manutenção do negócio.

Carlos Paiva é especialista em segurança empresarial. Pesquisador e consultor na área de segurança, fundador da ABRASE (Associação Brasileira de Segurança Empresarial). Professor e conferencista na área de segurança corporativa. Preside o Comitê de Segurança Empresarial da ABS - Agencia Brasil de Segurança. Pode ser encontrado pelo email paiva@pointtrade.com

Seriam os advogados complicados! ou cautelosos??

Um professor de Direito perguntou a um dos seus alunos:
- Se você quiser dar a Ronaldo uma laranja, o que deverá dizer?
O aluno respondeu:
-"Aqui está, Ronaldo, uma laranja".
O professor gritou, furioso:
- Não! Não! Isso é inadmissível, pense como um advogado!
- Ah, bom... - suspirou o aluno - Lá vai:
"Eu, Nei Ribeiro, brasileiro, solteiro, portador do documento de identificação tipo R.G. nº 9.213.456-4 SSP/SP, legítimo proprietário e possuidor, por meio deste ato, cedo e transfiro a Ronaldo Falcão, brasileiro, solteiro, portador do documento de identificação tipo R.G..nº12.524.321-8 SSP/SP, a propriedade exclusiva e benefícios futuros, os direitos, obrigações e vantagens, sumos e insumos, a quem confiro amplos poderes, sem exclusão de qualquer um, para desistir, renunciar, transigir, receber e dar quitação do recebimento do fruto a seguir descrito : "de formato esferóide excêntrico, medindo 10 cm em seu eixo maior por 7 cm em seu eixo menor, de odor cítrico, pertencente à família Citrus Sinensis Brasiliensis, conhecida pela alcunha de Laranja, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes". Outrossim, afasto, desde este ato, qualquer possibilidade de vir a pleitear, em juízo ou fora deste, a devolução do fruto retro descrito, após a primeira osculação labial, ficando autorizado ao outorgado, o uso de todo e qualquer meio para morder, cortar, chupar, congelar ou de outra forma comer o referido fruto, dando tudo por bom, firme e valioso, ou cedê-la a outrem, com iguais poderes, com ou sem reservas de casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer instância, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo ficam assim revogadas."

Fonte: Internet

 
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