|
| |||
| Os novos parâmetros da longevidade | |||
| Saúde significa que
seu corpo, sua mente e sua energia estão harmonizados em seu máximo
potencial. > 25/01/2001 | |||
|
A expectativa de vida em Roma antiga (400 AC), girava em torno de 19 anos. Por volta da Idade Média (Séc. XV-XVI), era de 33 anos. Na terceira década do século que ora findou, de 50 anos. Nem a mais fértil das imaginações seria capaz de conceber o que acontece com os parâmetros da longevidade humana nos dias atuais. Nunca verdades científicas, dogmas e conceitos "sólidos e imutáveis" tiveram vida tão efêmera quanto agora. Tomemos como referência o que acontece na nação mais rica do planeta. O grupo populacional que atualmente mais cresce nos Estados Unidos é o de pessoas com mais de 85 anos, a uma velocidade quase seis vezes maior que o resto da população. É também nesse grupo que se concentram os maiores problemas, uma vez que 60% daquelas pessoas necessitam de cuidados e assistência médica diários, e 52% irão desenvolver demência de Alzheimer. No ano que passou, a conta de saúde dos Estados Unidos atingiu números estratosféricos. Existem, atualmente, mais de cento e dez milhões de americanos submetendo-se a algum tipo de tratamento para as chamadas "doenças próprias e degenerativas da velhice", gerando um gasto de 760 bilhões de dólares anuais. Para complicar as coisas, de cada dez pessoas que nascem hoje nos países do primeiro mundo, pelo menos sete irão atingir ou ultrapassar os 100 anos de idade e, dentro de 25 anos, a proporção entre "idosos" e recém nascidos será de 15:1, ou seja, para cada pessoa que nascer, teremos quinze pessoas com mais de 65 anos de idade. Os cálculos mais otimistas apontam para um completo colapso do sistema de saúde americano em duas décadas, uma vez que não é mais possível continuar aplicando o mesmo modelo e caríssimo de medicina curativa, submetendo pessoas de idades cada vez mais avançadas a um número cada vez maior de remédios, para tratar ou aliviar as mesmíssimas doenças. O nosso país também caminha a passos semelhantes, posto que perdemos o status de "país de jovens". Teremos, ao final deste ano, mais de 16 milhões de mulheres em deficiência hormonal da menopausa. Deste montante, mais de 90% não fazem qualquer tipo de reposição hormonal e, do pequeno grupo que recebe hormônio, mais de 85% abandonam as terapias em menos de um ano. Urge que as pessoas tomem conhecimento destes novos paradigmas. É necessário que acordemos todos para esta nova e espantosa realidade. Só existe uma maneira viável de conjugar qualidade e quantidade de vida. É apostar todas as fichas nesta nova e revolucionária maneira de pensar e fazer medicina; a medicina anti-envelhecimento, que entende saúde como algo muito mais profundo do que simplesmente "não adoecer". Saúde significa que seu corpo, sua mente e sua energia estão harmonizados em seu máximo potencial, permitindo que cada segundo seja pleno e glorioso, e sua vida repleta de paixão e entusiasmo! É chegado o momento de deixarmo-nos "contaminar" por esta medicina de revolucionários. Atingir o máximo de saúde e bem-estar, agora está ao simples alcance das suas mãos. Sejam todos muito bem-vindos ao mundo da medicina anti-envelhecimento! | |||
|
| |||