SONDAGEM INDUSTRIAL
4º Trimestre de 2009
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O Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará – INDI, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, em parceria com a Confederação Nacional das Indústrias – CNI,está divulgando os resultados da pesquisa de Sondagem Industrial, referente ao quarto trimestre de 2009, cujas principais conclusões podem ser sumariadas a seguir:
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Os empresários da indústria de transformação cearense apresentaram, no quarto de trimestre de 2009, o mais alto nível do Índice de Confiança dos últimos cinco anos, com a total superação dos efeitos da crise nas expectativas para o próximo semestre. Com isto, o índice de 71,6 pontos superou o valor atingido no terceiro trimestre de 2009, cujo índice de 71,0 representava o maior valor obtido pela pesquisa.
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O nível de atividade das variáveis pesquisadas, no trimestre ora analisado, está em nível inferior ao observado no trimestre anterior, mas superior ao registrado em igual trimestre de 2008, mostrando que a indústria cearense recuperou e ultrapassou o nível de produção que apresentava antes da crise;
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O indicador para o volume de produção mostrou retração na comparação do quarto trimestre com o trimestre imediatamente anterior, demonstrando uma redução do índice de utilização da capacidade instalada da indústria estadual;
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Os estoques dos produtos finais apresentaram, no trimestre analisado, ligeira diminuição, considerando a evolução do nível desta variável, nada obstante, ainda apresenta nível semelhante ao terceiro trimestre, acima do ideal planejado/desejado. Cabe ressaltar que os estoques estiveram acima do planejado durante todo o ano de 2009;
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O nível de satisfação com a situação financeira das empresas pesquisadas apresentou melhora em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, sendo mais um sinal da superação da crise por parte da indústria alencarina;
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A elevada carga tributária continua sendo apontada, há vários trimestres, como o principal problema enfrentado pela indústria cearense. Em seguida, foram indicadas, como restrições, a competição acirrada do mercado, a elevada taxa de juros, a capacidade produtiva e o alto custo da matéria-prima;
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