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Parceria garante presença de cearenses na Francal

Pequenas empresas calçadistas do Ceará já garantiram presença na 38ª Feira Internacional de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes (Francal), que ocorre em São Paulo, de 4 a 7 de julho. O estande coletivo do Estado vai ocupar uma área de 390m e abrigará empresas de pequeno porte que ainda não participam do evento de forma individual.

O espaço é resultado de uma parceria entre o governo do Estado, Federação das indústrias do estado do Ceará (FIEC), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e os Sindicatos das Indústrias Calçadistas de Fortaleza (Sincalf) e de Juazeiro do Norte (Sindindústria).

A delegação cearense será composta de 14 micro e pequenas indústrias. Outras 11 indústrias de médio e grande portes do Estado participam da feira por conta própria. O Ceará tem 205 fábricas de calçados instaladas, responsáveis por 45.982 empregos diretos. De janeiro a abril, o Ceará exportou o equivalente a US$ 82,225 milhões, um volume 25,76% superior ao do mesmo período de 2005. Hoje, o Estado é o segundo pólo do país no setor, atrás somente do Rio Grande do Sul.

Das 14 micro e pequenas empresas, quatro são de Fortaleza e 10 de Juazeiro do Norte. As da capital cearense já estão definidas: King Plastic, C&L, Dicouro e Courocel. Uma delas, a Dicouro, já participa da Francal há 20 anos. Quanto aos representantes de Juazeiro do Norte, a escolha ainda depende de entendimentos entre os dirigentes das companhias e o Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuário do município e região (Sindindústria).

Uma das atrações da Francal é o Salão de Moda & Estilo, espaço criado em 2004 e dedicado a fabricantes de calçados e acessórios iniciantes, com pequena escala de produção e pequeno investimento para participar de eventos de negócios. Nesta edição, o expositor participa do evento em um estande de 9m2 ou 12 m2 subsidiado pela própria promotora e, por isso mesmo, com um custo mais baixo.

O sucesso do Salão de Moda & Estilo pode ser traduzido em números. Sua metragem passou de 900 m2 na primeira edição, em 2004, para 1.390 m2 no ano passado e terá 2.000 m2 neste ano. Entre as empresas que já participaram da iniciativa, há exemplos de quem fortaleceu as vendas depois de expor no Salão e, hoje, já possui estrutura suficiente para exibir suas novidades na Francal de forma autônoma, num estande individual.

A 38a Francal ocupará os 46 mil m2 da área disponível do Pavilhão de Exposições do Anhembi. Com cerca de mil expositores, o evento prevê visitação de 60 mil profissionais do setor, entre os quais mais de 2,5 mil compradores internacionais de todos os continentes. Mais informações pelo telefone (11) 4689-3100 ou no site http://www.feirafrancal.com.br/.


6a. FETEC
Em parceria com o Sebrae–CE o Sindcalf estará mais uma vez proporcionando aos seus associados: Bienal Couros, Billfold Bolsas e acessórios, Courocel Comércio de Couros Cearense Ltda, Fortplast Plástico Industrial Ltda, Hamish Bolsas e Acessórios, Kind Calçados, Palmiflex Componentes para calçados Ltda, Recamonde Artefatos de Couro Ltda, Última Via Ind. e Com. Ltda participarem da 6º FETEC, Feira da Tecnologia e Calçados do Cariri, que acontecerá nos dias 25, 26 e 27 de setembro próximo. "A FETECC representa o grande ponto de encontro do setor calçadista do norte e nordeste e está sendo aguardado como um dos maiores acontecimentos de moda e negócios do mercado de calçados".

Sondagem das necessidades empresarias
Em parceria com o SENAI-CE o Sindcalf estará trazendo do CTCCA - Centro Tecnológico do Couro, Calçados e Afins, Rio Grande do Sul, profissionais que irão realizar um trabalho técnico junto as empresas: Bienal Couros, Billfold Bolsas e acessórios, Courocel Comércio de Couros Cearense Ltda, Fortplast Plástico Industrial Ltda, Kind Calçados, Palmiflex Componentes para calçados Ltda, Recamonde Artefatos de Couro Ltda, Última Via Ind. e Com. Ltda, no período de inicio de setembro/03 ao fim de novembro/03.

Parceiros do SINDCALF

O Projeto COMPETIR é fruto de um acordo de Cooperação Técnica entre os governos do Brasil e da Alemanha, com objetivo de promover o desenvolvimento sócio-econômico das micro e pequenas empresas da Região Nordeste.

O SENAI e o SEBRAE são executores do projeto, com o apoio da Cooperação Técnica alemã, através da GTZ.

O Projeto COMPETIR, tem sua atuação em vários setores, o Ceará está sendo contemplado com os setores de Confecção, Couro e Calçados e Construção Civil. Em sua segunda fase (2001-2005), além do uso das competências, apoia o adensamento de cadeias produtivas, a partir de uma visão regional, abrangendo os 9 Estado do Nordeste. Promovendo o diálogo e a cooperação entre agentes locais e regionais em cooperação entre agentes locais e regionais em cooperação com micro e pequenas empresas, atores da esfera pública e privada, procura-se apoiar o desenvolvimento econômico regional estimulando a sinergia entre fornecedores, prestadores de serviços, entidades de apoio, produtores finais e o comércio.

Na cidade de Fortaleza, no SENAI – Centro de Formação Profissional Ana Amélia Bezerra de Menezes e Souza, aconteceu em 1° de fevereiro de 2003, o primeiro Workshop no setor calçadista, que teve por objetivo principal a validação da cadeia produtiva da Indústria de Transformação do Couro e Sintéticos e foi utilizada como ponto de partida a cadeia desenhada no Estado da Paraíba. E contou com a participação de empresas do setor, fornecedores e entidades afins. Também foi formada o grupo gestor que tem por responsabilidade primeira acompanhar as ações planejadas para o setor de calçados.


Reunião Mensal Sindcalf

Em reunião mensal com os associados da Indústria de Calçados de Fortaleza, realizada em 06 de maio de 2003 ás 19:00h, com a presença de grande número de associados e a participação do Diretor da FIEC, Dr. Francisco Antônio de Alcântara Macêdo e do Diretor Regional do SENAI-CE, Dr. Francisco das Chagas Magalhães, que na ocasião passou as mãos do Presidente do SINDCALF, Sr. Jaime Bellicanta documento referente ao Plano Diretor da Área de Calçados, que está sendo desenvolvido pelo SENAI com o propósito de modernizar o Centro de Capacitação Profissional da Parangaba e assim suprir as necessidades das Indústrias quanto a profissionais qualificados. O Sr. Jaime Bellicanta conjuntamente com os associados presentes fizeram uma explanação das principais necessidades das indústrias de calçados e afins, e dentre as necessidades dos associados se destacou a prioridade de um profissional modelista e um curso de treinamento para supervisor de primeira linha para dar suporte técnico aos empresários do setor calçadista e afins de Fortaleza.

Dr. Francisco Antônio de Alcântara Macêdo, ressaltou que já se espera a vinda de especialistas da Francal para analisar a estrutura do SENAI – Parangaba, para que se possa dar inicio aos trabalhos.


Indústria de Couros e calçados terá programa de promoção externa

O presidente da Agência de Promoção às Exportações - Apex-Brasil, Juan Quirós, anunciou que em duas semanas deverá estar liberado o convênio para o projeto de promoção comercial a ser desenvolvido nos próximos dois anos pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Couros, Calçados e Afins - Abrameq. Segundo o projeto, a Apex-Brasil entrará com R$ 2,3 milhões e as empresas do setor de máquinas participarão R$ 3,7 milhões.
Este valor será utilizado em várias ações que visam aumentar as exportações do setor, que no ano passado chegaram a US$ 7,9 milhões. O projeto prevê principalmente a participação em feiras internacionais, começando com a Expocaipic, na Argentina, que será realizada em junho. Contempla também eventos para qualificar funcionários das empresas para a exportação e inclusive a vinda de compradores internacionais, para que conheçam os produtos brasileiros.
Com este investimento, a Abrameq tem a meta de exportar US$ 20 milhões na soma de 2003 e 2004 e ampliar o número de empresas exportadoras de 47 para 75. O presidente da Abrameq, Raul Ludwig, comentou que as empresas do setor "sabem muito bem o quanto foi importante o primeiro projeto junto à Apex, que foi desenvolvido nos últimos quatro anos, em parceria com a Assintecal". Acrescentou que "o projeto foi decisivo para que realizássemos a nossa missão de promover a inserção sustentada no mercado internacional".
Ludwig afirmou que o Brasil é um dos grandes fornecedores de máquinas para a América Latina, tendo o México, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Uruguai como grandes clientes. Porém, observou que "agora estamos olhando para os países árabes, o Leste da Europa e a Ásia". Quirós destacou que o setor coureiro-calçadista é objetivo estratégico da Apex-Brasil e que, como tal, o projeto em convênio com a Abrameq é prioridade. Sobre a sua nova experiência, sublinhou que "nunca havia trabalhado na área pública e estou encontrando muita gente competente, o que é muito gratificante". E garantiu que nunca tinha trabalhado tanto em sua vida.

Fonte: Abrameq/Apex-Brasil - 29/04/03


 

As exportações do CE crescem 29% em janeiro

A participação do Ceará no comércio internacional em janeiro de 2003 apresenta resultados positivos. As exportações, no comparativo do mês de janeiro deste ano com igual período de 2002, cresceram 29,3% e somaram US$ 53 milhões. No ano passado, alcançaram US$ 41 milhões. O grande destaque fica por conta da Argentina que saiu do 25º lugar para o oitavo, com incremento superior a 1.000% (janeiro de 2002/2003).
O setor coureiro/calçadista alcançou o primeiro lugar na pauta de exportações cearenses, passando pela primeira vez a castanha de caju, com o produto ''outros calçados de couro natural''. O setor representa 55,8% e as vendas desse item totalizaram US$ 7 milhões. Em seguida vem o camarão de cativeiro (US$ 4 milhões).
O crescimento superou o obtido pelo Brasil (21%) e possibilitou um superávit de US$ 23 milhões na balança comercial do Estado, tendo as importações totalizado US$ 30 milhões. Apesar do aumento nas exportações, o Ceará continua ocupando a 14ª colocação no ranking dos estados brasileiros que exportam. O motivo principal foi à safra recorde de açúcar de Alagoas, exportada para a Rússia. Com isso, as exportações daquele estado superaram as do Maranhão e do Ceará, entre os estados nordestinos. Como a colheita dessa safra vai até março, a tendência é que os alagoanos se mantenham nesse patamar até o final desse período.

O Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (CIN/Fiec), que faz o levantamento - dados disponíveis no site www.fiec.org.br/cin -, ressalta ainda o crescimento das exportações cearenses para o Nafta e Mercosul, a diminuição para a Holanda e Itália e o aumento de 27,9% nas vendas externas da castanha de caju. O produto acumulou consecutivas quedas nos últimos dois anos. |
Fonte: O Povo - 11/03/03